quinta-feira, 17 de maio de 2012

Muitas vidas sombrias como um "Crepúsculo". Você assiste? Então, sua salvação corre perigo!


Muito poucas pessoas estão conscientes da verdade chocante de que tanto Stephenie Meyer, autora da saga Crepúsculo, e JK Rowling, autora da série Harry Potter, parecem ter escrito seus romances enquanto os espíritos do mal as dirigiam. Tal como Rowling, Meyer dirigiu seus olhares à nossa juventude vulnerável. O Wall Street Journalinformou que “Crepúsculo tem como alvo a alma coletiva da jovem América, e terá certamente o seu caminho”. Meyer afirma que ela foi obrigada a escrever Crepúsculo depois que a primeira história foi comunicada a ela através de um sonho, em junho de 2003. Meyer admitiu: “Eu acordei (naquele 2 de junho) depois de um sonho muito vívido. No meu sonho, duas pessoas estavam tendo uma conversa intensa no meio da floresta. Uma dessas pessoas era apenas uma garota comum. A outra pessoa era fantasticamente linda, brilhante, era um vampiro. Eles estavam discutindo as dificuldades inerentes ao fato de que (a) eles estavam se apaixonando, enquanto (b) o vampiro estava particularmente atraído pelo cheiro do sangue dela, e estava tendo um momento difícil impedindo-se de matá-la imediatamente [...] eu digitei o máximo que eu podia lembrar, chamando os personagens de ‘ele’ e ‘ela’” (fonte: www.stepheniemeyer.com).

Esse sonho foi tão significativo para a saga de Crepúsculo, que Meyer produziu uma transcrição dele no capítulo 13 do seu livro Crepúsculo, intitulado “Confissões”. “Meyer afirma que algum tempo depois de ela ter ‘recebido’ o sonho revelador, ouviu vozes incessantes em sua cabeça que não iriam parar até que ela fosse escrever. ‘Bella e Edward [o vampiro] foram, literalmente, as vozes na minha cabeça. Eles simplesmente não podiam calar a boca. Eu ficava acordada até o quanto conseguia ficar, tentando colocar todas as coisas que estavam em minha mente no papel, e depois engatinhei exausta para a cama [...] Apenas para ter um início de conversa na minha cabeça.’” Assim a oculta e obscura história de Meyer fluiu tão furiosamente que ela disse, às vezes, “eu não conseguia digitar rápido o suficiente”. Ela terminou o conto obscuro, embora fosse seu primeiro livro, em apenas três meses. Meyer também disse: “Estou muito ansiosa para finalmente ter o Crepúsculo nas prateleiras, e um pouco assustada também. No geral, ele foi um verdadeiro trabalho de amor, amor por Edward e Bella e todo o resto dos meus amigos imaginários, e estou muito feliz que outras pessoas chegaram a conhecê-los agora.” Meyer declarou também que “os personagens de Crepúsculo eram tão reais para mim, que eu queria que outras pessoas os conhecessem”.

Infelizmente, se a verdade fosse conhecida e os fãs de Crepúsculo estivessem realmente conscientes da natureza obscura e maligna das forças “reais” que estão por trás dessa saga, eles correriam para a saída mais próxima. Embora a entidade espiritual tenha aparecido como Edward, nos sonhos de Meyer, e tenha se comunicado com ela enquanto ela estava consciente, ele revelou mais sobre sua verdadeira natureza do que Meyer esperava. Meyer confessou a EW.com: “Eu realmente tive um sonho depois que terminei o Crepúsculo, nele Edward veio me visitar, apenas eu estava errada e ele realmente bebia sangue como todos os outros vampiros e não podia viver com o sangue dos animais da maneira que eu tinha escrito. Nós tivemos essa conversa e ele foi aterrorizante.” Um demônio com qualquer outro nome ainda é um demônio. Em lugar de ser o “um demônio vampiro bom” que é capaz de se conter e não beber o sangue de Bella, como os demônios do passado, que exigiam o sangue das crianças através do sacrifício delas, é evidente que as entidades espirituais por trás de Crepúsculo são os mesmos velhos demônios.

Meyer e o gnosticismo mórmon Pode ser significativo que Stephenie Meyer escolheu uma mulher segurando uma maçã para a capa de Crepúsculo, um antigo símbolo do fruto proibido comido por Eva, quando ela se rebelou contra seu Criador e procurou ter a posição do próprio Deus. Embora não possamos ter certeza de que tipo de fruto estava na árvore do conhecimento, a maçã se tornou uma representação popular do fruto proibido que Satanás usou para enganar Eva. Meyer, que é mórmon, poderá ver a maçã do jeito que muitos líderes mórmons e satanistas do passado viram. Assim como o gnosticismo antigo e a nova espiritualidade, o mormonismo ensina que uma pessoa pode se tornar um deus por meio do conhecimento secreto. Antigos gnósticos veneravam a serpente e celebravam a participação de Eva ao comer o fruto proibido no Éden. Na Igreja Mórmon, uma pessoa consegue atingir a divindade por meio da doação de dinheiro ao templo e de rituais secretos mórmons. Tragicamente, os líderes mórmons, assim como seus predecessores gnósticos, têm torcido o relato de Gênesis e têm feito da queda de Eva, ao comer o fruto proibido, uma etapa heroica para alcançar a divindade. Os líderes mórmons contradisseram o testemunho do próprio Deus como registrado no livro de Gênesis e ensinaram que Satanás teria dito a verdade a Eva, oferecendo a deificação da humanidade. Brigham Young, o profeta mais reverenciado no mormonismo depois de Joseph Smith, repetiu a mentira de Satanás no Éden, quando declarou: “O diabo disse [a Eva] a verdade [sobre a divindade] [...] Eu não culpo a Mãe Eva. Eu não a teria deixado perder a oportunidade de comer o fruto proibido por qualquer coisa no mundo” (Deseret News, 18 de junho de 1873, no púlpito do Tabernáculo Mórmon, em Salt Lake City, em 8 de junho de 1873).

O ex-presidente mórmon Joseph Fielding Smith declarou: “A queda do homem veio como uma bênção disfarçada [...] eu nunca falei da parte que Eva teve nessa queda como um pecado, nem posso acusar Adão por ter pecado [...] nem sempre é um pecado transgredir a lei [...] Dificilmente podemos olhar para qualquer coisa que resulta em benefícios como se fosse pecado” (Joseph Fielding Smith, Doutrinas de Salvação, v. 1, p. 113-115). Sterling Sill, adjunto do Conselho dos Doze Apóstolos Mórmons, disse: “Essa antiga doutrina sectária, construída em torno da ideia de depravação natural do homem e da fraqueza herdada de Adão, é a raiz de inúmeros problemas entre nós. Adão foi um dos maiores homens que já viveu na Terra [...] Adão caiu, mas ele caiu na direção certa. Ele caiu em direção à meta [...] Adão caiu, mas ele caiu ‘para cima’” (Deseret News, Church Section, July 31, 1965, p. 7). Como o antigo gnosticismo, o mormonismo ensina que a desobediência de Adão a Deus e a obediência a Satanás não só abriu-lhe os olhos, mas o potencial dele para compreender “a consciência de Deus” e a verdadeira alegria. Tal ensino, que torna a serpente uma salvadora, é refletido nas Escrituras Mórmons feitas no século 19: “E naquele dia Adão bendisse a Deus dizendo [...] por causa da minha transgressão, meus olhos estão abertos e nesta vida vou ter alegria” (Pearl of Great Price, Book of Moses 5:10-11), e “Adão caiu para que os homens pudessem existir, e os homens existem, para que tenham alegria” (The Book of Mormon, 2 Nephi 2:22-25).

O apóstolo Paulo advertiu os cristãos primitivos a terem cuidado para que Satanás não os seduzisse da mesma forma como seduziu Eva: “Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo” (2 Coríntios 11:3).


Bento XVI pediu que “o domingo, dia do Senhor [não segundo a Bíblia!] e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”


Bento XVI apelou hoje no Vaticano ao respeito pelo domingo como “dia de descanso”, pedindo atenção às necessidades das famílias na sua relação com o mundo do trabalho. O Papa falava perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a audiência pública desta semana, evocando a celebração, nesta terça-feira, do Dia Internacional das Famílias, promovida pela ONU e dedicada neste ano ao “equilíbrio entre duas questões estreitamente ligadas: a família e o trabalho”. “Este último não deveria colocar obstáculos à família, mas, pelo contrário, sustentá-la e uni-la, ajudá-la a abrir-se à vida e a entrar em relação com a sociedade e com a Igreja”, disse. Bento XVI pediu, nesse contexto, que “o domingo, dia do Senhor e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”. [...] 
“A todos saúdo, confiando à Virgem Maria os vossos corações e os vossos passos para que neles se mantenha viva a luz de Deus”, referiu aos peregrinos de língua portuguesa. [...]

Fonte: Ecclesia.

Nota do blog Diário da Profecia: “Não por mera coincidência, o que evidencia o entrelaçamento do braço religioso com o político, noticia a Radio Vaticano que a ‘ONU pede condições de trabalho favoráveis às famílias’, de onde se pode destacar: ‘Evocando o tema do próximo Encontro Mundial das Famílias, A família, o Trabalho e a Festa, Ban destaca a necessidade do equilíbrio trabalho-família, ou seja, de ajudar os trabalhadores a sustentarem financeira e emocionalmente suas famílias, contribuindo, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento sócio-econômico.’ Mais do que isso, pode ainda ser aproveitado, no contexto, o severo quadro de crise econômica vivido pela Europa, trazendo para o debate político e religioso também o vetor econômico, como a mesma Radio Vaticano noticia em ‘Caritas preocupada com a situação na Europa’. Ainda sobre o destaque do representante da ONU sobre A família, o Trabalho e a Festa, lembramos as considerações de Bento 16 sobre o evento programado para ter início em 29 de maio próximo: ‘Por isso, é necessário promover uma reflexão e um compromisso para conciliar as exigências e os tempos do trabalho com os da família, e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade.’ Alguma dúvida sobre se o braço político (ONU) está promovendo ou não o braço religioso (Vaticano)? Maranata!”



Evidências do Gênesis


Durante mais de um século a interpretação oficial do Dilúvio de Génesis entre os “críticos” tem sido a de qualificar a descrição Bíblica como havendo sido criada muito depois de Moisés, por parte dum sacerdote judeu que se baseou em fontes e mitos babilónicos.
Este mito, o Épico de Gilgamesh, foi encontrado em vários tabletes de barro partidas na cidade assíria de Nínive em 1853. Devido a constrangimentos arqueológicos, determinou-se que as tabletes haviam sido inscritas por volta do século 7 antes de Cristo (Moisés viveu durante o século 15 antes de Cristo), tendo sido copiadas de documentos anteriores que já não existem.
Com base numa análise linguística, a história de Gilgamesh terá sido composta não antes de 1800 antes de Cristo. Como referência, Abraão viveu durante os anos 2100 antes de Cristo – muito antes dos documentos – e cerca de 300 anos depois do Dilúvio.
Portanto, nenhum dos escritos babilónicos existiu até muito depois do Dilúvio.
O Épico de Gilgamesh é quase de certeza uma corrupção dum documento anterior; está tão cheia de detalhes incríveis e fantásticos que provavelmente nuca foi considerada factual. Até pode ter sido a descrição oficial babilónica, mas como é possível que alguém acredite que uma arca cúbica possa navegar nos mares e que os deuses se tenham reunido como moscas para receber sacrifícios?
As semelhanças entre o Épico de Gilgamesh o Livro de Génesis são surpreendentes mas as diferenças são sobrepujantes. Génesis está escrito duma forma clara e como uma narrativa histórica – com um claro propósito de ser levado a sério. Os factos estupendos que nos são disponibilizados podem estar longe da nossa experiência moderna, mas a descrição é perceptível.
No entanto, a data designada à não-descoberta fonte de Gilgamesh é anterior à data designada de Génesis – escrita pelo misterioso e mitológico escriba judeu. Devido a isto, os selectivamente cépticos alegam que Génesis é “uma cópia sem fundamento histórico”.
O que a maioria dos arqueólogos não sabe é que existe uma tablete anterior –descoberta na década 90 do século 19 na antiga cidade babilónica de Nippur. A tablete, que fala num Dilúvio global, estava tão incrustada que o seu valor não foi imediatamente reconhecido. No entanto por volta de 1909 o Dr. Hermann Hilprechthavia discernido as figuras e traduzido o texto.
Recebendo a designação de CBM 13532, a mesma data de 2200 Antes de Cristo, ou pouco depois do Dilúvio em si. Mais importante ainda, embora as distinções entre Génesis e Gilgamesh sejam impressionantes, as semelhanças entre Génesis e esta tablete são óbvias. Não há detalhe que seja diferente de Génesis e nada extra é adicionado.
A tradução de Hilprecht lê da forma que se segue, com as porções estragadas reconstruídas por Fritz Hommel e as partes menos fiáveis do texto anotadas:
As fontes do abismo abrirei. Um dilúvio enviarei que afectará duma vez toda a humanidade. Mas busca tu a salvação antes do dilúvio irromper, uma vez que sobre todo o vivente, independente da idade, trarei aniquilação, destruição e ruína.
Toma madeira e resina de pinheiro e constrói uma barco largo! . . . . cúbitos seja a sua altura . . . uma casa flutuante será, contendo aqueles que preservam a sua vida. . . . . com um forte telhado sobre ele . . . . o barco que farás . . . . . leva para o seu interior . . . animais do campo, as áves do céu e os répteis, dois de cada tipo, em vez (do seu número total) . . . e a família de . . . .
(Pinches, G. and F. Hommel. 1910. The Oldest Library in the World and the New Deluge Tablets. Expository Times. 21: 369. Marcas editoriais de Pinches foram omitidas por motivos de claridade)
Este texto é, ao mesmo tempo, a confirmação do que a Bíblia diz e a condenação dos “teólogos liberais” e dos seus “idiotas úteis” dentro das igrejas. Ela destrói de uma forma absurdamente clara a visão “crítica” da Bíblia que os profissionais certificam-se que ela nunca chega a ver a luz do Sol.
Dificilmente se poderia qualificar o professor Hilprecht de defensor da Autoridade das Escrituras embora ele tenha sido uma autoridade em assuntos relativos a idiomas antigos. Originalmente a sua tradução causou um temporal de controvérsia entre os académicos –devido à sua crença de que a Bíblia não contém qualquer tipo de autoridade – mas nenhum desafio foi alguma vez levantado contra a sua tradução. No entanto, ela continua oculta até aos dias de hoje.
Poucos sabem da existência da tablete o do seu forte testemunho em favor da Autoridade do Livro de Génesis e da realidade do Dilúvio.
Fonte: IRC.
Nota do parceiro: DarwinismoTemos aqui, portanto, um testemunho óbvio em favor da historicidade de Génesis, e outro testemunho também óbvio da agenda anti-Cristã que se esforça por esconder as evidências que reforcem a fiabilidade da Palavra de Deus.
O mais estranho é que dentro das igrejas temos pessoas que se alinham com o anti-Cristianismo e defendem que Génesis é uma “redacção posterior” criada por “um rabino” depois do exílio da Babilónia.
Nenhuma evidência minimamente credível foi disponibilizada que suporte esta mitologia, mas a mesma versão é “ensinada nas escolas de “religião” (e dentro das igrejas) como se fosse um facto histórico amplamente confirmado.

Aula sobre os raciocínios matemáticos no uso do dinheiro!

Que tal fazer din din? Pois é! Para tornar a aula bacana e interessante, além de fazer com que os meninos tocassem na Matemática, meus alunos construíram cédulas e moedas para, com isso em mãos, resolvermos juntos situações envolvendo venda, troco e lista de compras! Está registrado. A Escola Estadual Profª Eunice de Lemos Campos presenciou este projeto nessas duas últimas semanas. Acesse o site da Escola aqui e avalie as fotos das aulas logo abaixo. 






terça-feira, 15 de maio de 2012

"Mamães animais" criadas por Deus!


15 mães duronas do reino animal

[Domingo passado] foi Dia das Mamis, e espero que você tenha passado um dia feliz ao lado dessa guerreira que teve a coragem de te por no mundo. Mesmo as mamães que já não estão entre nós mereceram boas lembranças.
as mamães passam a pensar só em seus bebês, e precisam ser duronas, seja para seus filhotes aprendem a se virar, seja para ajudá-los quando eles precisam. Elas fazem de tudo por seus pupilos: ficam ferozes, os protegem com todas as suas forças, dão suas vidas pela sobrevivência de sua prole.
Isso é ser mãe. E como todas as criaturas do mundo tem uma mãe, uma origem, vamos homenageá-las hoje com histórias dessas diversas “mamães” do nosso reino animal:
1 – ORANGOTANGOS E RÃ FLECHA
Os elefantes africanos ficam grávidos por 22 meses antes de terem seus filhotes. Esse é o maior período de gestação do reino animal.
Embora carregar bebês por tanto tempo seja uma tarefa bastante difícil, tem um outro bicho que se supera no quesito “mamãe que aguenta muito tempo”: os orangotangos chegam aos 50 anos de vida, e cuidam de seus filhotes até eles antigirem nove anos de idade. Tirando os seres humanos, esse é o período de cuidado mais longo dos primatas até que os pupilos possam ter vida própria.
Os nove anos são precisos para o bebê orangotango aprender a sobreviver na floresta: como encontrar comida, como identificar plantas comestíveis (e diferenciá-las das venenosas), como construir um ninho seguro, como se abrigar da chuva, etc.
Ponto para os orangotangos, mas tem outra mamãe que merece uma menção honrosa: depois de colocar até cinco ovos, a rã flecha os observa até eclodirem, carrega seus girinos, um por um, nas costas, do chão da floresta tropical até árvores com altura de 30 metros, encontra piscinas individuais de água nas folhas da copa da árvore para cada um de seus bebês e cria viveiros seguros e individualizados, alimentando cada um dos seus filhos com seus próprios óvulos não fertilizados ao longo de seis a oito semanas para que eles cresçam em sapos jovens sem ter de comer uns aos outros. Essa população de sapos não deve ter problema com alta densidade demográfica, afinal quem iria querer ser mãe assim? Que trabalheira!
2 – ORCAS E GOLFINHOS

Bebês recém-nascidos dão muito trabalho, não? Os humanos são conhecidos por deixarem as mamães loucas porque acordam a noite toda. Mal sabiam elas que estavam no paraíso. Pior seria se fossem uma orca ou uma mamãe golfinho.
Se formos levar em conta, os nossos bebês dormem bastante: entre 17 e 18 horas por dia no começo da vida, e 15 horas por volta do terceiro mês. O lado negativo é que eles quase nunca dormem mais que três ou quatro horas por vez – daí a necessidade de acordar à noite. Mas as mamães podem ter seu descanso – três ou quatro horas por vez.
Coitadas das orcas e dos golfinhos. Os recém-nascidos dessas espécies simplesmente não dormem no primeiro mês. Isso mesmo que você leu. Portanto, as mamães também não dormem: elas passam por obstáculos, nadam e vêm à tona 24 horas por dia por um mês inteiro.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, EUA, concluíram que esse período de vigília “excepcional” não tem nenhum efeito ruim sobre o desenvolvimento dos bebês cetáceos (não podemos dizer o mesmo sobre as mães, que devem ter ficado traumatizadas). Gradualmente, os bebês atingem níveis adultos normais de sono. O que significa que, finalmente, depois de um mês que mais parece uma eternidade, a pilha dos jovenzinhos começa a morrer.
3 – ARANHAS, ÁCAROS, PEIXE-PIOLHO E CUCOS

Considera-se uma mãe corajosa? Não como a aranha. Para muitas espécies de aranhas, ter um filho é o mesmo que morrer.
Isso porque elas são comidas depois que acasalam – para ser justa, geralmente é a mãe que mata o macho e o come, ou dá de comer para os filhos. Mas o inverso também ocorre. Em espécies da aranha Stegodyphus, o amor maternal vai longe: as fêmeas anexam seus ovos a suas teias e os vigiam até que os bebês eclodam. Uma vez que eles nascem, a mãe continua a comer, mas vomita a maior parte de suas refeições como uma sopa nutritiva para sua prole. Quando os bebês completam um mês de idade, a aranha mãe permite que sua prole a mate e injete enzimas digestivas em seu corpo para comê-la.
Acabou por aí? Claro que não. Depois de devorá-la, os filhos se viram um pro outro e se canibalizam: comem quantos de seus irmãos eles conseguirem (algo me diz que depois que eles crescem e cada um tem a sua própria casa ninguém se visita).
Existem famílias ainda mais felizes. As mamães Amaurobius ferox também se sacrificam para alimentar seus filhotes canibais: cerca de 60 a 130 filhotes se alimentam primeiros dos irmãozinhos (ovos que ainda não foram chocados) e depois devoram a mamãe (ao contrário do orangotango, aranhas amadurecem muito rápido e não precisam aprender nada com sua geradora).
E daí vem a beleza da mamãe aranha: ela poderia fugir da teia e evitar a morte certa, mas ao invés disso, se entrega para seus pupilos, pois sabe que estará dando a eles os nutrientes que os bichinhos precisam para crescer (e quem é que quer que eles cresçam?). Pelo menos os irmãos sobreviventes crescidos se suportam por um tempo mais longo: 3 a 4 semanas antes de deixarem o ninho.
E só para constar aqui, as aranhas não as únicas que se sacrificam por seus bebezinhos: ácaros parasitas também são devorados pela prole, em um ciclo de vida de apenas quatro dias (violência gera violência, né?). Os ácaros crescem várias filhas em seu corpo, juntamente com um filho. Este único macho é provavelmente o maior garanhão da história, e um criminoso antes sequer de nascer, já que engravida suas próprias irmãs quando todos ainda estão dentro da mamãe. Mas nada de dizer que somos o sexo frágil: você acha que as fêmeas iam aguentar tudo isso caladas? Não, não. Quando elas emergem, é “bye bye” para o macho, que morre poucas horas depois.
Outra mamãe que é torturada pelos filhos é o peixe-piolho. Nunca mais reclame que sua gravidez foi dolorosa, pois você não é uma pequena fêmea do peixe-piolho que, quando está pronta para dar à luz a centenas de bebês piolhos, apenas se senta e deixa que eles comam e roam suas entranhas para poder sair de seu corpo para o mundo.

Se você pensa que o “bom comportamento” do mundo animal acabou por aqui, enganou-se. Dar um bebê para a adoção nem sempre é uma atitude bem vista entre os humanos, mas para os cucos é regra: a mamãe cuco, disfarçadamente, põe os seus ovos no ninho de outro pássaro.
Mas é tudo para o bem de sua prole. Ao fazer isso, o outro pássaro (geralmente uma espécie menor) pensa que o filhote é dele e assume o encargo de criar o pinto. O filhote de cuco geralmente choca antes e cresce mais rápido que os outros filhotes menores, forçando-os para fora do ninho, onde eles morrem. Em seguida, o cuco recebe toda a atenção de seus pais adotivos, o que lhe dá chances muito maiores de sobrevivência.
Canibalismo, incesto, mentiras e assassinatos: boa conduta é piada entre esses bichinhos, não?
4 – URSO POLAR E BALEIA CINZENTA

Uma das coisas mais odiadas sobre a gravidez humana é o ganho de peso. Os bebês são lindos presentes, entretanto, que acabam compensando todos os quilos a mais, inevitáveis, conquistados durantes os nove meses.
Inevitáveis, sim. Entre maior fluxo de sangue, seios maiores, o peso do bebê, o aumento do útero e vários outros fatores, em média, você deve pesar 12,5 quilos a mais no final da gravidez. Mas isso não é verdade para todas as pessoas – cada organismo é diferente, e o peso que você deve ganhar para continuar saudável deve ser discutido com seu médico.
Se 12 quilos para você parece o absurdo de todos os absurdos, agradeça por não ser uma ursa polar. Assim como outros animais que precisam engordar para poder ter um filho, a mamãe ursa tem que ganhar 200 quilos (através de gordura de foca) para ser capaz de engravidar.
Isso porque ela vai passar depois por um jejum de oito meses e ainda assim prover para seus filhotes (os fofíssimos mini ursos polares) um leite rico em gordura. Viu só? Fêmea é fêmea. A ursa está até disposta a engordar 200 quilos por um bebê, mas depois faz um regime de oito meses. Brincadeiras à parte, essas mamães servem de inspiração por passarem fome por tanto tempo por seus bebês.

E não são as únicas. As mamães baleias do Pacífico migram milhares de quilômetros das águas frias, ricas em plâncton do Ártico, para lagoas tropicais ao largo da costa do México relativamente pobres em nutrientes, onde elas dão à luz.
Essa mudança de casa tira a baleia cinza de uma fonte de alimento abundante, mas a leva para um ambiente livre das perigosas orcas, que não saem das águas mais frias e que caçariam seus recém-nascidos. Também permite que as baleias alimentem seus filhotes com um leite rico em gordura até que eles construam uma camada de isolamento para poder ir para o gelo do Ártico. Assim como os ursos, as mamães baleias passam fome por meses e ainda tem que produzir leite de alta caloria para seus bebês. Durante esse tempo, elas podem perder até 8 toneladas de peso. Isso que é amor!
5 – COBRAS-CEGAS E CECÍLIAS, SAPOS E GALINHAS

Muitos animais aceitam certa medida de “tortura” em nome de sua prole.
Os anfíbios da ordem Gymnophiona, cobras-cegas e cecílias, são bichos bem nojentos que alimentam seus pupilos com a própria pele.
É exatamente isso. Sua pele é rica em gordura, a qual os filhotes certamente precisam (e não poderiam encontrar em outro lugar? Tem uma rede de fast food em cada esquina!). As mamães, então, nem pensam duas vezes: deixam seus bebezinhos com seus dentinhos pequeninos pularem em cima dela num frenesi e a descascarem completamente.
E nada de pensar: “ufa, acabou”. Dali três dias, a mamãe já cresceu toda sua pele de novo para fornecer mais uma refeição saborosa aos seus queridinhos. Ainda bem que somos mais adeptos do MC Donald’s.
O sapo do Suriname também compartilha sua pele com a prole. Para garantir que seus óvulos fertilizados sobrevivam, a fêmea os fornece pedaços de sua pele.
Quando ela deposita seus ovos na barriga do macho, ele os fertiliza e coloca as bolsas de ovos dos futuros bebês na pele nas costas da mamãe. Sendo assim, eles pulam a fase larval e já emergem dos bolsos de suas mães completamente formados.

Até mesmo a galinha tira algo do seu corpo se necessário: criar uma quantidade infinita de carbonato de cálcio para seus ovos é uma tarefa difícil, portanto, se as galinhas não adquirem cálcio o suficiente em sua dieta, elas literalmente dissolvem seus próprios ossos para criarem as habitações de seus bebês.
6 – BONOBOS

Você provavelmente não vai querer sua mãe por perto quando estiver de olho em uma menina. Já para o bonobo, um dos parentes mais próximos dos seres humanos, isso é vantagem.
Suas comunidades são predominantemente femininas, e os machos permanecem perto das mães. Na verdade, o bonobo aumenta suas chances de ter intimidade com uma fêmea fértil se sair junto com a sua mãe.
Os filhos andam com suas mães entre 81 e 92% do tempo. Quando as mães não estavam perto, o macho dominante foi responsável por cerca de 41% dos acasalamentos com mulheres férteis. Mas se outras mães de baixo nível social estivessem perto, a proporção caía para 25%. Em outras palavras, as mães não deixavam o macho dominante monopolizar as fêmeas mais férteis, permitindo que seus próprios filhos acasalassem.
Elas inclusive interferiam afugentando a concorrência para seu filho, ou separando brigas em que ele entrasse. Em outros casos, montavam guarda enquanto seus filhos acasalavam. Também geravam status para seus filhos, que tinham mais chances de conseguir uma fêmea.
Para as mães, não é só uma questão de ajudar o filho (embora as mamães do mundo todo e de todas as espécies adorem fazer isso). Ter um interesse em sua vida amorosa também lhe ajuda a garantir que seus genes serão passados adiante. 

sábado, 5 de maio de 2012

É correto afirmar que “os remanescentes” da mulher de Apocalipse 12 são uma Igreja? E o “testemunho de Jesus” quem o possui?


As citações bíblicas vêm da Almeida Revista e Atualizada 2ª edição. Quando não, a versão é informada logo após o texto.

“Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17).

Apocalipse 12 é um daqueles capítulos bíblicos que, uma vez compreendidos à luz das Escrituras e somente delas (quero dizer, sem devaneios denominacionais, mas é claro, de acordo também com registros históricos incontaminados por historiadores tendenciosos), nos ajuda a entender vários outros capítulos, e até mesmo livros inteiros, inclusive o próprio livro da “Revelação de Jesus Cristo” (Ap 1:1).

Após descrever uma linda “mulher vestida do sol” e sua epopeia repleta de perseguições e ataques malogrados vindos do “dragão”, João – o profeta escolhido para receber a “revelação” ou “testemunho de Jesus” (comp. Ap 1:1 e 1:9) – conclui o capítulo com a cena do adversário indo “pelejar com os restantes” da descendência daquela que concebera “um filho varão” que fora “arrebatado para Deus até ao Seu trono” (cf. Ap 12:5).

Maria, a “bem aventurada” (Lc 1:45), é uma miniatura dessa maravilhosa mulher de Apocalipse 12. Os judeus também não conseguem preencher ou igualar por completo todo o currículo dela! E, obviamente, nenhuma das religiões atuais, por mais antigas que sejam suas raízes, alcançam toda a beleza espiritual do caráter e dos feitos dessa escolhida de Deus!

No entanto, não é difícil descobrir a identidade dessa personagem tão marcante, se identificarmos o “restante dos filhos dela” (Ap 12:17, Tradução Brasileira e Bíblia de Jerusalém); afinal, em se tratando de profecias e de caráter, Deus nos deu um princípio infalível: “pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7:20).

Duas são as características salientadas desses frutos (“filhos”) da mulher: “os que guardam os mandamentos de Deus e mantêm o testemunho de Jesus” (TB e BJ); porém, conhecendo o sincronismo e a ligação dos ensinamentos da Bíblia, o texto grego parece sugerir apenas uma característica – a manutenção da obediência a Jesus! (Esse texto é uma evidência, que vale a pena escavar, da divindade de Cristo, pois os mandamentos de Deus e o testemunho de Jesus se equivalem em autoridade e função tanto quanto se complementam, ou seja, são a mesma coisa ou duas coisas iguais! Caso contrário, se tropeça no politeísmo ao se crer que Deus é o Pai e Jesus um Deus Jr., e ambos possuem autoridades de magnitudes distintas).

Guardar os mandamentos de Deus é uma clara referência a uma obediência individual e completa – guardar todos os mandamentos conhecidos de Deus! “Se ouvires atento a voz de JAVÉ, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou JAVÉ, que te sara” (Êx 15:26). Isto é, estamos diante de uma impossibilidade dos seres caídos, dos humanos pecadores, por exemplo! Entretanto, Deus mesmo cobriu esse abismo para nós sem precisar anular qualquer um dos Seus mandamentos, os quais podem ser inteligente e moralmente organizados em dez – a Lei dos Dez Mandamentos (cf. Êx 20:3-17), ou pragmaticamente resumidos em dois – amar a Deus sobre tudo e ao próximo como a si mesmo (cf. Mt 22:36-40). Ele fez isso Se enviando em carne na Pessoa do Messias! Jesus não veio anular os mandamentos para facilitar as coisas para a humanidade (cf. Mt 5:17-20); tampouco obedecer pelos homens (cf. Lc 6:46)! O Homem-Deus veio para salvar do pecado (transgressão dos mandamentos, cf. I Jo 3:4) o homem-caído e ratificar a opção da vida eterna, unicamente por meio de Si próprio, para todos os habitantes da Terra. De modo que, a obediência ou a guarda de todos os mandamentos de Deus é um estilo de vida possível aos homens por meio da vida, morte e ressurreição do Messias divino-humano, vivido pelos que estão ligados a Jesus assim como os caules de uma planta vivem e frutificam enquanto ligados à planta (cf. Jo 15:1-5)!

Mas como os mandamentos de Deus chegaram aos pecadores? A Bíblia revela que Deus mesmo Se encarregou disto, comunicando-Se com a humanidade diretamente (cf. Gn 3:9 e Hb 1:2,3), por meio dos anjos bons (At 7:53, Gl 3:19 e Hb 2:2), profetas (Hb 1:1), outros homens santos mesmo não sendo profetas (II Co 5:20) e até por meio de Sua criação não racional, o restante da natureza terráquea (Sl 19:1 e Rm 1:20)!

Quando eu cito a Bíblia como fonte das revelações de Deus, o faço racionalmente, analisando seu impacto na vida das pessoas e da História, e também como um ato de fé. Não descarto outros escritos sobre Deus, outras pretensas revelações da Divindade, a menos que estes conflitem com as Escrituras! Afinal, quer na Religião, quer na Ciência, quer na vida cotidiana, todos os terráqueos racionais necessitamos basear nossos valores em algo que confiamos como infalível. Eu faço assim com a Palavra de Deus e somente com ela, já que nela está escrito que só essa Palavra “permanece eternamente” (Is 40:8), não precisa de acréscimos (cf. Pv 30:5,6), não carece de intérpretes humanos (cf. Jo 16:13) e a História nunca apresentou outro poder tão influenciador para o caráter saudável e feliz do que as Escrituras! (Hendrickson Rogers)

- Pesquisa em construção. Aguardem!

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