sábado, 3 de agosto de 2013

Vai um iogurte de morango... quero dizer, de "Cochonilha" aí?!!

As áreas brancas do tipo vegetal acima são colônias de Dactylopius coccus de onde é extraído um corante vermelho

"O corante natural carmim de cochonilla é fabricado a partir de um inseto, o Dactylopius coccus. O extrato do corante é obtido a partir do processamento do corpo seco de fêmeas desta espécie. O termo cochonilla é empregado para descrever tanto os insetos desidratados como o corante derivado deles. Cerca de 300 toneladas de cochonilla na forma dessecada é produzida anualmente.
[...] São necessários cerca de 70 mil insetos esmagados e fervidos para produzir apenas 450 gramas deste corante, usado em alimentos como biscoitos, sorvetes, iogurtes, e também em tintas, roupas e cosméticos. Por ser extraído de um animal, o corante carmim de cochonilla é classificado como natural.

Apesar de difícil, é possível encontrar iogurtes sem corantes. Para escolher melhor, não deixe de ler os ingredientes no rótulo. Além disso, procure bater um iogurte natural (branco) com a fruta que deseja. Pode ser morango, mamão. Assim você evita tantos aditivos químicos na alimentação e come de forma mais saudável." [1]
Bactérias do gênero Acinetobacter
Estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Ciências Genômicas daUniversidad Nacional Autónoma de México[2] relataram várias espécies de bactérias vivendo em simbiose (associação de dois organismos vivos onde ambos se beneficiam) com o inseto Dactylopius coccus de onde é extraído o corante natural carmim de cochonilla. Dentre os vários grupos, as bactérias do gênero Acinetobacter devem receber destaque por viver no interior deste inseto usado pela indústria alimentícia. 
"Acinetobacter é um gênero de bactéria Gram-negativa que pertence ao filo Proteobacteria. Não-móveis, as espécies de Acinetobacter são oxidase-negativas, e se apresentam em pares. [...] Acinetobacter também são uma importante fonte de infecções hospitalares, quando atingem principalmente pacientes imunologicamente debilitados." [3]

Pesquisadores que estudam alergias no Hospital Virgen Del Camino em Pamplona, Espanha[4], concordam que o corante vermelho natural Carmim (E120), extraído de fêmeas secas do inseto Dactylopius coccus, pode causar reações de hipersensibilidade. Em seu estudo, o grupo relata o caso de um trabalhador de 35 anos que não atua na extração do referido corante, mas desenvolveu asma e alergia após ingerir um doce de cor vermelha contendo o corante natural carmim. No artigo, os autores afirmam que o corante natural carmim de cochonilla pode induzir alergia alimentar e asma.




No Brasil, a cochonilha é também uma praga de jardim. A primeira evidência de que a planta está infestada é o aparecimento de bolinhas brancas que parecem ser de algodão nos caules, próximos às folhas. Elas sugam a planta, roubando sua seiva, alojando-se principalmente na parte inferior das folhas e dos brotos. Para defender-se da predação por outros insetos, produz ácido carmínico, que extraído de seu corpo e ovos é utilizado para fazer o corante alimentício que leva seu nome. O corante de cor vermelho-escura é utilizado em larga escala pela indústria cosmética (shampoo, batons, etc.) e alimentícia, emprestando sua cor a biscoitos sabor morango, gelados de frutas vermelhas, leites de soja sabor morango, geléias, sobremesas, sendo também utilizado em medicamentos e roupas. Pode causar reações alérgicas em algumas pessoas. Normalmente especificado como “Corante natural carmim de Cochonilha”, C.I. 75470 ou E120 as composições dos produtos.[5]


O que a Bíblia diz a respeito?

Como cristãos, cremos que Deus, nosso Criador, projetou nosso corpo com amor e carinho e o fez para que tenhamos vida e vida em abundância e gozemos de toda plenitude do ser, isto inclui termos qualidade de vida. Como Ele nos conhece melhor que nós mesmos, deixou em Suas Escrituras aquilo que devemos e não devemos ingerir. Em Levíticos 11, o Eterno nos informa os alimentos que podemos consumir e ali os chama de alimentos puros e os alimentos que trazem malefícios ao nosso organismo são chamados de alimentos impuros ou imundos. Leia atenciosamente os versos abaixo:
"Todo inseto que voa, que anda sobre quatro pés será para vós outros abominação. [...] Mas todos os outros insetos que voam, que têm quatro pés serão para vós outros abominação. [...] Eu sou o SENHOR, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis por nenhum enxame de criaturas que se arrastam sobre a terra."(Levíticos 11:21, 23, 44)
Muitos cristãos rejeitam as leis de saúde descritas na Bíblia porque estão no Antigo Testamento e, segundo eles, esta lei de saúde era útil apenas para Israel, contudo, Paulo disse que "toda a Escritura é inspirada por Deus e útil" (2 Timóteo 3:16). 
No início deste post você descobriu o que a ciência diz sobre o corante vermelho E120. Agora você percebe que a Bíblia também diz que devemos rejeitar alimentos que contenham coisas que Deus nos convida a rejeitar. O que mais precisamos para mudar hábitos? Um ótimo conselho dado pela primeira matéria citada é ler os rótulos. Deus te abençoe!


Referências:
  1. CINTRA, L. Quantos morangos tem um iogurte de morango? Super Interessante, 30 jul. 2013. Disponível em: Acesso em: 30 jul. 2013.
  2. RAMÍREZ-PUEBLA, ST. et al. Molecular phylogeny of the genus Dactylopius (Hemiptera: Dactylopiidae) and identification of the symbiotic bacteria. Environ. Entomol., v. 39, n. 4, p. 1178-1183, 2010. Disponível em: Acesso em 30 jul. 2013.
  3. WIKIPEDIA. Acinetobacter. Disponível em: Acesso em: 30 jul. 2013.
  4. ACERO, S et al. Occupational asthma and food allergy due to carmine. Allergy, v. 53, n. 9, p. 897-901, 1998. Disponível em: Acesso em: 30 jul. 2013.
  5. ROGERS, H. O corante carmim de cochonilha e os biscoitos recheados sabor morango.  Blog Arquivo Adventista. Fev. 2012. Disponível em: Acesso em: 30 jul. 2013.
Fonte: Biologia Teísta.

"Alegar a existência do Criador requer apenas o uso da razão"! Deus é uma necessidade, o universo declara.

Durante a semana passada, em Nice (França) tive o privilégio de participar juntamente com 30 estudiosos, maioritariamente cientistas e matemáticos, numa conferência em torno da questão do universo ter sido criado, ou pelo menos afinado, para a vida (em especial para a vida inteligente). Os  participantes – de Yale,Princeton, Harvard, Berkeley, e Columbia, bem como de outras universidades Americanas e Europeias – incluíam pessoas que  acreditavam em Deus, agnósticos e ateus. Ficou mais ou menos claro que o consenso científico afirma que o universo se encontra calibrado de um modo minucioso de modo a permitir a  possibilidade da vida. Parece que vivemos num universo especial, um onde tanto a configuração da matéria ao nível do início cósmico bem como os valores dos vários parâmetros físicos – tais como a velocidade da luz, a força da atracção gravitacional, e a taxa de expansão do universo – encontram-se certos para a vida. E a menos que alguém se assuste com o termo, parece que o universo foi criado especialmente para a biogénese e para a vida  humana.
Em relação à calibração afinada (inglês: “fine tuning”) do universo, poderia-se escrever um livro só citando os argumentos em favor dela feitos pelos cientistas mais distintos do mundo. Eis aqui só uma pequena amostra, recolhida pelo físico Gerald Schroeder, (Ph.D. pela MIT, lugar onde  mais tarde ensinou a Física).
Michael Turner, astrofísico na Universidade de Chicago e Fermilab disse:
O nível de precisão é semelhante a alguém atirar um dardo duma ponta do universo para o outro, e atingir o centro dum alvo com o diâmetro de um
milímetro.
Paul Davies, professor de Física Teorética na Universidade de Adelaide diz:
O que é realmente espantoso não é o facto da vida na Terra encontrar-se equilibrada na aresta duma faca, mas sim o facto do universo inteiro  estar equilibrado do mesmo modo; ele estaria um caos total se alguma das “constantes” fosse ligeiramente diferente.
Roger Penrose, professor de Matemática na Universidade de Oxford, escreve que a probabilidade do universo ter energia usável (baixa entropia) no  momento da sua criação é “uma parte de dez à potência de dez à potência de 123.” Isto é, “um milhão de biliões de biliões de biliões de biliões de  biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de zeros.”
Steven Weinberg, recipiente do Prémio Nobel da Física e um agnóstico anti-religioso, nota que “a existência de vida de qualquer tipo parece requerer  o cancelamento entre diferentes contribuições para a energia do vácuo, com uma precisão de cerca de 120 casas decimais.” Como explica o site, “Isto  significa que se a energia do Big Bang fosse, em unidades arbitrárias, não:
100000000000000000000000000000000000000000000000000
000000000000000000000000000000000000000000000000000
000000000000000000
Mas no seu lugar:
100000000000000000000000000000000000000000000000000
000000000000000000000000000000000000000000000000000
000000000000000001
……….. não haveria vida de qualquer tipo no universo inteiro.”
Cabeça AreiaA menos que alguém seja um ateu com a mente fechada (existem ateus com a mente aberta), numa base puramente científica, não é válido negar que o universo encontra-se calibrado minuciosamente duma forma improvável de modo a gerar a vida, e muito menos negar que o mesmo está feito para a  existência de vida inteligente. Para além disso, é um dogma ateísta (e não algo científico) classificar a noção da criação como “não-científica”. A alegação de que a ciência não pode sugerir que a inteligência vem de outra inteligência ou que o design vem dum designer é simplesmente uma tautologia e um dogma mascarado de ciência. No entanto, muitos cientistas inadvertidamente disponibilizaram evidências em favor disto. Como forma de resposta ao argumento do design cósmico, foi avançada a noção do multiverso – a ideia de que existem muitos, provavelmente em número infinito, de universos. Esta ideia esvazia por completo a ideia da calibração minuciosa do nosso universo e, obviamente, esvazia o argumento do design. Afinal, num número infinito de universos, um universo com os parâmetros certos para a vida é mais provável de surgir por acaso. O problema (para os multiversistas) é que não existe qualquer tipo de evidência que suporte a tese da existência de outros universos – nem poderia  existir uma vez que o contacto com outros universos é impossível). Devido a isso, só se pode chegar a uma conclusão: o facto dos ateus terem  recorrido ao argumento do multiverso é uma admissão tácita de que eles perderam a discussão em torno do design neste universo. As evidências em  favor do design neste universo são tão convincentes que a única forma de evitar a conclusão óbvia (que o universo é obra de Design Inteligente) é  sugerir que o nosso universo é apenas mais um numa linha infinita de universos.
Os ateus mais honestos – cientistas e não-cientistas – têm que aceitar que a própria ciência argumenta de forma sobrepujante em favor dUm Criador Inteligente. (…) Alegar a existência do Criador requer apenas o uso da razão. Alegar que o Criador é Omnibenevolente requer o uso da fé.
Fonte: Darwinismo.

sábado, 27 de julho de 2013

Conheça seu micro-ondas, use-o adequadamente e proteja a saúde de sua família!

Mais rápido e eficiente do que um fogão a gás, o forno de micro-ondas aquece e descongela os alimentos rapidamente, e por inteiro, sem deixar partes geladas. Como ele consegue realizar esse "milagre"? A física explica. O que acontece é uma reação molecular: o forno de micro-ondas possui uma válvula chamada magnetron. Quando o aparelho é ligado, a válvula começa a emitir ondas eletromagnéticas de alta frequência, iguais às do rádio, com 2.450 megahertz (MHz). Essa frequência é a ideal para agitar as moléculas de água presentes na comida. Mas as micro-ondas precisam de mais um empurrãozinho para acelerar o processo: um ventilador acoplado na parte de cima espalha as as ondas pelo seu interior, enquanto as paredes metálicas barram a fuga e as devolvem para o centro, envolvendo o alimento. Nesse bate e volta com o campo eletromagnético, as moléculas de água vibram intensamente, inclusive as que estão dentro, produzindo calor interno e cozinhando o produto por inteiro.

Mitos e verdades. Alguns tipos de vidro, plástico e porcelana não ficam quentes, mesmo depois de vários minutos dentro do micro-ondas ligado. Isso acontece porque a disposição das moléculas destes materiais impede a penetração das ondas - elas estão unidas para não vibrarem. Se o recipiente que foi levado ao micro-ondas esquentar demais, isso indica que ele está puxando energia elétrica que deveria ir ao alimento, causando um pequeno aumento no consumo de energia - e na conta de luz. Existe uma teoria de que frutas verdes amadurecem depois de passarem alguns segundos no micro-ondas, mas isto é lenda. Na verdade, as frutas ficam mais moles porque passaram por um processo de cozimento, mas não de amadurecimento.

Perigos para a saúde. Apesar de o forno ter paredes de aço que evitam o vazamento das micro-ondas, elas podem sair pela porta. A tela que fica entre os vidros impede a saída da maioria das ondas (a malha metálica tem furinhos menores do que o comprimento das ondas), mas não evita que algumas invadam sua cozinha. A exposição às micro-ondas podem provocar até cegueira. Como as ondas de alta frequência provocam a vibração das moléculas de H2O, elas podem ressecar o cristalino, que possui muita água, danificando a visão. Outros órgãos que são constituídos de água, como fígado e rins, também podem sofrer danos. Além disso, crianças menores de 12 anos podem perder neurônios em formação se forem expostas à grande quantidade das ondas. O ideal é, ao ligar o forno, situar-se a uma distância de 50 centímetros, no mínimo. Quando o forno desliga-se, o megatron para de emitir as ondas, e o ambiente volta a ficar seguro. Para garantir a segurança do aparelho, o indicado é levá-lo para um técnico a cada dois anos - ele vai medir a taxa de vazamento da radiação e tomar as medidas necessárias. Uma delas é trocar uma borracha de proteção que fica dentro das portas e que se desgasta com o tempo.

Como foi descoberto. O magnetron foi desenvolvido por um físico norte-americano para detectar as aeronaves inimigas na Segunda Guerra Mundial. Só uma década mais tarde, durante o aperfeiçoamento de radares, é que um engenheiro descobriu o potencial culinário desse gerador. Percy LeBaron Spencer percebeu que uma barra de chocolate derreteu no seu bolso enquanto ele trabalhava com um radar ativo – mas, antes de patentear o eletrodoméstico, ele ainda repetiu o experimento com milho de pipoca e um ovo para uma plateia de amigos. O primeiro modelo de micro-ondas chegou ao mercado no fim da década de 1940 e foi um sucesso, mesmo tendo 1,8 metro de altura, mais de 300 quilos e custando cerca de US$ 5.000.

Fonte: JOSÉ CLEBER DA CUNHA PINTO, professor do Departamento de Engenharia de Sistemas eletrônicos da Escola Politécnica da USP, e Renata Leão, gerente da Engenharia de Serviços da Whirpool Latin America. Link do artigo original. Acesso em: 15 jul. 2013.

Fonte 2: Biologia Teísta.

Deus e a primeira Lei da Termodinâmica

Uma coisa interessante da internet é que ela facilita o reaparecimento de argumentos que foram já totalmente refutados no passado. Esta objecção que os ateus fazem contra Deus é um daqueles argumentos que esfumou-se com o passar do tempo, mas que recentemente voltou a aparecer nas discussões online. Outra observação interessante é que os argumentos que os ateus usam têm a propensão de se tornarem numa “tendência”. O que quero dizer com isto é que quando estes argumentos emergem, muitos ateus começam imediatamente a usá-los.
O que é a Primeira Lei da Termodinâmica (PLT)?
Dito de forma simples, a PLT declara que a matéria e a energia não podem ser criadas nem destruídas.
Qual é a objecção que os ateus fazem em torno da Primeira Lei da Termodinâmica?
Os ateus irão tipicamente afirmar que, uma vez que a matéria e a energia não podem ser criadas nem destruídas, então Deus nunca poderia ter criado o universo porque isso  seria uma violação da PLT.
O problema com esta objecção.
O primeiro problema é o facto das leis da natureza serem descritivas e não prescritivas. O que isto significa é que as leis da natureza não determinam a forma como o universo opera, mas sim descrevem a forma como o universo opera. As leis da natureza são, portanto, uma descrição da forma como o universo opera quando não há algum tipo de intervenção junto destas leis descritivas. Portanto, e em igualdade de circunstâncias, quando Deus não está em processo de criação, então a PLT aplica-se,
[Para se observar de modo gráfico este ponto, imagine-se uma maçã amadurecida que cai duma macieira. Segundo a Lei da Gravidade, se nada de anormal ocorrer, esta fruta cairá por terra. Mas se durante a sua queda alguém a agarrar e suster a sua queda, isso não invalida a Lei da Gravidade ; isso só demonstra que a lei da Gravidade opera de modo normal sempre que não ocorre nada fora do comum.]
O segundo problema é que se nós seguíssemos esta objecção até a sua conclusão lógica, isso implicaria que o universo nunca poderia ter um início de existência (com ou sem Deus). A única opção seria acreditar que o universo é eterno, mas este artigo explica o porquê do universo não ser eterno. 
O terceiro problema é a criação dum argumento-espantalho em relação ao conceito Cristão de Deus. Deus existe fora do espaço, do tempo e da matéria física. Deus é, por definição, o que nós seres humanos identificamos como um Ser Sobrenatural. Génesis 1 e 2 claramente descrevem a criação do universo como sendo um acto directo da parte de Deus (que é Omnipotente, ou “Todo Poderoso”). Isto significa que a criação do universo foi algo sobrenatural. Mal a criação se completou, todas as coisas estavam ao mesmo nível e as leis da natureza aplicavam-se, visto que elas são uma descrição da forma como o universo natural funciona.
Uma vez que o evento da criação descrito em Génesis foi um acto sobrenatural, não há qualquer ponto de discórdia ou contradição entre a Bíblia e a PLT. Portanto, os Cristãos são consistentes dentro da sua visão do mundo ao aceitarem a criação do universo como um acto sobrenatural, e não um acto sujeito às descritivas leis da natureza.
No entanto, quando o ateu levanta uma questão-espantalho e tenta arbitrariamente atribuir propriedades limitadas a Deus (que é Descrito na Bíblia como Todo Poderoso e Omnisciente) então os ateus não estão a ser lógicos. A própria noção do Deus Todo-Poderoso encontrar-Se sujeito aos limites do mundo natural não é algo consistente com a visão Bíblica do mundo.
Fonte: Darwinismo.

A linda matemática da bioengenharia das abelhas = DEUS, o Criador, existe!

Equipe de pesquisadores se propôs a desvendar o mistério da complexidade e perfeição geométrica dos favos das abelhas. 

Paris - Desde que o mundo é mundo, os favos das abelhas fascinam pela complexidade e perfeição de sua geometria e inspiraram uma equipe de pesquisadores a desvendar o mistério de suas formas hexagonais.

Até Charles Darwin, autor da teoria da evolução, se rendia à [complexidade irredutível da] casa das abelhas, considerando-as "absolutamente perfeitas, economizando mão-de-obra e cera".

A equipe de pesquisadores de Bhushan Karihaloo, da Universidade de Cardiff, constatou que, antes de se transformarem em hexágonos, os favos têm, inicialmente, a forma circular. Eles ganham a forma hexagonal e levemente arredondada ao longo da construção das fileiras, prateleiras onde são depositados pólen e mel.

Em artigo publicado na revista da Royal Society britânica, os especialistas explicam que o mecanismo desta transformação se dá no escoamento da cera derretida, que uniria os favos vizinhos. Inúmeras hipóteses foram elaboradas ao longo dos séculos na tentativa de explicar a geometria impressionante das colmeias. Já se acreditou, inclusive, na insólita[?] capacidade que estes insetos teriam para fazer complexos cálculos matemáticos a fim de medir as larguras e os ângulos.

Mas segundo o estudo, a explicação está nas propriedades físicas da cera utilizada para construir os favos circulares. Numa temperatura de aproximadamente 45º, a cera começa a derreter como um líquido elástico, viscoso. Ela se estica como um caramelo, e os ângulos se formam na junção das células, dando origem aos hexágonos.

De acordo com os pesquisadores, o calor na origem desta transformação é fornecido pelas abelhas operárias que trabalham sem parar, lado a lado, na construção das fileiras. Mesmo que o enigma desta impressionante estrutura tenha sido solucionado graças a uma combinação física e matemática, os cientistas afirmam que o papel central da pesquisa ficou a cargo dos insetos.
"Nós ficamos maravilhados com o papel das abelhas no processo: aquecendo, endurecendo e afinando a cera exatamente onde é necessário", afirmam.

Fonte: Link [ênfase acrescentada]

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O MUNDO DAS ABELHAS

Os pesquisadores acima até tentam descartar a "insólita" capacidade das abelhas realizarem cálculos complexos, mas se rendem à complexidade necessária e união de diferentes variáveis para que se produza um favo hexagonal, realizando exatamente o que é necessário. Como citado no texto acima, Darwin faz uma confissão quase criacionista da função extremamente calculada e inteligente das abelhas no ecossistema. Em seu livro, ele acrescenta:
"Poderia provar, por numerosos exemplos, quanto as abelhas são econômicas do tempo; lembrarei unicamente as incisões que costumam fazer na base de certas flores para colher o néctar, quando com um pouco mais de dificuldade poderiam entrar pelo vértice da corola."
O corpo de uma abelha tem muito em comum com os de outros insetos. A maior parte dele é coberto por um exoesqueleto formado por pequenas placas removíveis de quitina. O corpo de uma abelha também é coberto por muitos pêlos macios e ramificados, que coletam o pólen e ajudam a regular sua temperatura. O corpo também possui três partes: a cabeça, o tórax e o abdômen.


A cabeça acomoda o cérebro, um conjunto com cerca de 950 mil neurônios. Eles são especiais e se comunicam com neurônios vizinhos específicos. Essa divisão de tarefas faz parte da razão pela qual o cérebro da abelha, que tem uma fração do tamanho de sua cabeça, consegue realizar tarefas complexas que geralmente poderiam exigir um cérebro maior. Um sistema de nervos permite que o cérebro se comunique com o resto do corpo.

Em sua cabeça, uma abelha possui duas antenas sensoriais. Ela também tem cinco olhos: três simples ou ocelos e dois compostos. Os olhos compostos são formados por pequenas estruturas chamadas omatídeos. Em cada olho composto, cerca de 150 omatídeos são especializados em padrões visuais. Isso permite que as abelhas detectem a luz polarizada, coisa que os seres humanos não conseguem fazer.

Como a maioria dos insetos, as abelhas possuem aparelhos bucais complexos que são usados para comer e beber. O tamanho e o formato dessas partes podem variar de uma espécie para a outra, mas em geral a maioria tem:
  • 2 mandíbulas ou maxilares;
  • 1 glossa, ou língua;
  • 1 labro e duas maxilas.


O labro e as maxilas são como lábios. Elas apoiam um probóscide ou tubo para coletar o néctar. 

Os dois pares de asas e os três pares de pernas de uma abelha são conectados ao tórax. As asas são partes extremamente finas do esqueleto das abelhas. Em muitas espécies, as asas da frente são maiores do que as traseiras. Duas fileiras de ganchos chamados hamuli conectam as asas da frente e as de trás para que elas se movam juntas quando a abelha estiver voando.


As pernas das abelhas têm as mesmas partes básicas das de outros insetos. Começando com a parte mais próxima do corpo da abelha, elas são coxa, trocânter, fêmur, tíbia e tarso. Essas partes funcionam basicamente como o quadril, a coxa, a canela e o pé das abelhas, e pequenas juntas separam cada segmento. As pernas das abelhas também podem ter várias estruturas especiais, como:
  • pelos parecidos com escovas, pentes e cestas para coletar o pólen;
  • uma pata e uma garra para segurar e manipular objetos;
  • um pequeno esporão para remover o pólen da antena;
  • uma corbícula para armazenar o pólen.


O abdômen não tem quase nenhuma apêndice, mas armazena praticamente todos os órgãos internos da abelha. Passagens chamadas espiráculos permitem que a abelha respire e uma rede de tubos e traqueias leva o oxigênio para dentro do corpo da abelha. Uma aorta no tórax bombeia o sangue, ou a hemolinfa, diretamente para os órgãos em vez de passar por um grupo de vasos sanguíneos. O oxigênio passa pela hemolinfa sem o uso de glóbulos vermelhos; então, o fluido é transparente em vez de ser vermelho. O abdômen também armazena um sistema digestivo que parece com um tubo e inclui um papo, ou um estômago de mel, onde a abelha guarda o néctar.

O abdômen de uma abelha tem um apêndice notável, o ferrão, que é um ovipositor, ou um depositador de ovo modificado. O ferrão possui uma bolsa de veneno com lancetas afiadas, que injetam o veneno que a abelha produz usando sua glândula de veneno. Muitos cientistas acreditam [ou seja, não existem evidências] que as abelhas herdaram o veneno de suas ancestrais parecidas com vespas, que usavam seus ovipositores para depositar ovos nos corpos de outros insetos. Por fim, as substâncias que revestiam o ovipositor se tornaram venenosas, o que facilitou o domínio das presas pelas vespas pré-históricas.

As abelhas não depositam ovos na carne, mas mantiveram a habilidade de picar para se defender. Algumas abelhas, no entanto, não possuem ferrões. Os ovipositores são os órgãos reprodutivos das fêmeas; assim, os zangões geralmente não podem picar. Também existem várias espécies de abelhas sem ferrão.

Várias espécies de abelhas domésticas têm ferrões farpados, que grudam nos corpos de mamíferos e puxam parte de seu abdômen quando voa para longe. Como resultado, a abelha morre. As abelhas com ferrões farpados muitas vezes podem picar outros insetos sem se machucar. As abelhas rainhas domésticas e as abelhas de muitas outras espécies, inclusive as grandes e muitas das solitárias, têm ferrões lisos e podem picar mamíferos várias vezes.

Além do veneno, as abelhas produzem uma série de substâncias úteis em suas glândulas localizadas por todo o corpo. Os tipos de glândulas variam consideravelmente, dependendo da espécie da abelha e da maneira como ela vive.

O veneno da abelha contém várias substâncias que destroem as células. Isso inclui peptídeos e enzimas que invadem e destroem a camada de gordura que reveste cada célula. O veneno também destrói os mastócitos da pele, que fazem parte do sistema imunológico do corpo. Isso libera histamina, que estimula a dilatação dos vasos sanguíneos e permite que as células imunológicos cheguem ao local da picada mais rapidamente e neutralizem o veneno.

Em pessoas com alergia à picada de abelha, no entanto, esse processo libera muita histamina. A resposta de dilatação dos vasos sanguíneos é extrema, e eles não conseguem mais realizar suas funções de regular a pressão sanguínea. Como resultado, a pressão sanguínea baixa rapidamente e as células param de receber oxigênio. Esse tipo de choque anafilático também causa inchaço e espasmos e pode levar à morte. O tratamento típico é uma injeção de epinefrina, que contrai os vasos sanguíneos, ajudando a restabelecer a pressão sanguínea e a distribuição de oxigênio.


Fonte 2: Biologia Teísta.

A linda matemática da bioengenharia adverte: se beber do darWINEísmo não dirija pesquisas científicas, para evitar atropelamentos das evidências que glorificam o Deus Criador!

Um estudo publicado recentemente revelou o modo como as plantas utilizam uma forma eficiente de matemática para calcular com precisão a quantidade de comida a consumir durante a noite. (1)
Durante o dia as plantas produzem carboidratos através da fotossíntese e armazenam uma parcela delas como moléculas de amido. Depois disto, as células metabolizam esses amidos como uma fonte de comida durante a noite como forma de nutrir o crescimento e o desenvolvimento celular. Um dos pesquisadores disse, “Se as reservas de amido são usadas de uma forma demasiado rápida, as plantas passam fome e param de crescer durante a noite. Por outro lado, se elas usam o amido de uma forma demasiado lenta, algum dele será perdido.“(1)
No entanto, a planta tem que usar as suas reservas alimentares de uma forma extraordinariamente precisa e dinâmica, controlando a taxa do seu metabolismo ao mesmo tempo que controla a quantidade de amido usada durante a noite. Os pesquisadores começam agora a descobrir o modo como as plantas gerem este processo, e eles estão surpreendidos com o facto da planta de mostarda que eles estudaram operar segundo princípios de equações matemáticas. O pesquisador Allison Smith disse, “A capacidade de executar cálculos aritméticos é vital para o crescimento das plantas e para a sua produtividade.“(1)
No ambiente natural, as plantas têm que particionar as suas reservas de amido durante a noite de modo a que estas sejam consumidas segundo uma taxa consistente que se estende pela noite. Isto é feito acrescentando de um modo dinâmico informação variável crítica para dentro do sistema de controle celular – informação tal como a duração do dia (que varia durante o ano), a quantidade de amido disponível, a temperatura e até a disponibilidade da água. 
Planta MostardaOs pesquisadores mantiveram de modo constante a maioria dos factores flutuantes que se encontram na natureza. Mesmo assim, eles apuraram que mesmo sob condições altamente controladas, as plantas de mostardas modelo que eles estudavam (Arabidopsis thaliana) exibia um nível de bioengenharia notável, para além de executar operações matemáticas.
Os pesquisadores propuseram que o processo era controlado por dois conjuntos de moléculas distintos: um media o tempo (análogo a um relógio interno) enquanto o outro media e monitorizava as reservas de amido. Estes dois conjuntos de moléculas operam em sintonia e de um modo dinâmico e matemático como forma de controlar a taxa de uso das reservas de amido durante a noite (período em que a planta está em crescimento mas não está a executar a fotossíntese). Richard Buggs, um conhecido proponente da teoria científica do Design Inteligente (bem como cientista botânico na “Queen Mary”, Universidade de Londres) afirmou à BBC:
“Isto não é evidência para a inteligência das plantas. Isto apenas sugere que as plantas possuem um mecanismo [interno] arquitectado de modo a que possa regular de modo automático a velocidade a que elas queimam carboidratos durante a noite. As plantas não realizam operações matemáticas de um modo voluntário e deliberado como nós fazemos realizamos.” (2, 3)
De facto, estes resultados claramente dão o seu apoio ao incrível design de bioengenharia e à biocomplexidade dos sistemas vivos que permitem respostas dinâmicas coordenadas do organismo (e da sua fisiologia) ao meio ambiente onde ele vive. Claramente, Quem deve receber o crédito por ter criado este mecanismo espantoso é Deus, a Inteligência Infinita por trás da complexidade das formas de vida.
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Os evolucionistas ateus, que alegam estar totalmente de acordo com o método científico, têm que ser capazes de responder a estas perguntas: podem as forças não-inteligentes da natureza gerar sistemas que operem segundo princípios matemáticos? Pode a não-inteligência gerar a inteligência? Existe algum outro sistema que opera segundo matemáticos que não seja o resultado de design inteligente? Qual?
Qualquer pessoa não ébria com o darWINE poderá rapidamente analisar estes dados científicos e concluir que as plantas devem a sua origem a um processo de criação – e não a um processo não-inteligente como a evolução neo-darwiniana. A ciência, quando analisada longe dos limites não-científicos do naturalismo, está em pleno acordo com a Palavra de Deus. E nem poderia ser de outro modo porque o Autor da Bíblia é o Criador das leis naturais e dos mecanismos biológicos estudados pelos cientistas (criacionistas ou evolucionistas).
“E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo:Grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso!justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos.” Revelação 15:3
Referências
1. Scialdone, A. et al. Arabidopsis plants perform arithmetic division to prevent starvation at night. Posted on elife.elifesciences.org June 25, 2013, accessed July 1, 2013.
2. Briggs, H. 2013. Plants ‘do maths’ to control overnight food supplies. BBC News Science & Environment. Posted on bbc.co.uk June 23, 2013, accessed July 1, 2013.
3. Briggs, H. 2013. Plants ‘do maths’ to control overnight food supplies. BBC News Science. Posted on customnewscast.com June 24, 2013, accessed on July 1, 2013.
Fonte: Darwinismo.

Sobre árvores mumificadas e evolucionistas voluntariamente ignorantes!

Foi anunciada há algum tempo a descoberta de madeira mumificada e de outro material botânico no “Quttinirpaaq National Park” no Árctico Canadiano. A área é estéril e gelada, a menos de 8º a sul do Polo Norte geográfico. As temperaturas locais podem cair até aos -50ºC.
ArticoAgindo segundo notificação dum ranger local, o cientista Joel Barker (Ohio State University) encontrou troncos de árvores partidos e ramos “extraordinariamente preservados“, e “até pétalas”, que haviam emergido dum glacial local. Ele e a sua equipa afirmaram que os pinheiros, os abetos e árvores bétulas haviam sido originalmente enterradas num deslizamento de terra. Apesar da condição incrivelmente recente da madeira, Barker, um crente nos imaginários “milhões de anos”, anunciou recentemente que as árvores encontradas tinham entre 2 a 12 milhões de anos.
De modo surpreendente, e apesar das idades conferidas, a madeira ainda é completamente madeira e ainda pode ser queimada ; ela ainda não petrificou (isto é, ainda não se tornou em pedra). Até as estruturas mais delicadas tais como as folhas foram preservadas de um modo perfeito. Agora que se encontra exposta aos elementos naturais, a madeira começou a apodrecer.
Robert Blanchette, biólogo botânico na Universidade de Minnesota, encontrava-se claramente impressionado com a suposta idade do material.
Encontrar madeira com milhões de anos em tão bom estado de preservação – aparentando ter sido apanhada nas florestas actuais.
E tal como afirma Barker, “As árvores mortas têm a aparência de madeira seca que se encontra lá fora.“
Como foi que Barker chegou a tal data para o achado? Ele começou com a pressuposição de que a Terra tem milhares de milhões de anos, e prosseguiu usando a seguinte linha de pensamento:
- Uma vez que o pólen que desapareceu há cerca de 12 milhões de anos (segundo a linha temporal evolutiva) não está presente, as árvores não têm mais do que 12 nilhões de anos. E uma vez que os núcleos oceânicos indicam que as florestas desapareceram do Ártico há 2 milhões de anos atrás (mais uma vez, segundo os métodos de datação evolucionistas), Barker acredita que a madeira tem essa idade.
Conclusão bastante simples, certo? Mas, como sempre, as “conclusões simples” do evolucionismo ignoram dados relevantes.
Arvore MumificadaComo é que alguém pode realmente acreditar que a madeira e as folhas puderam sobreviver em tal estado de frescura e preservação, estando elas localizadas num sítio perto da superficie, por 1 milhão de anos, muito menos por 12 milhões de anos, mesmo que rodeadas de gelo? Material orgânico inalterado elegantemente preservado tal como o encontrado no Árctico Canadiano, sugere um limite máximo da ordem das centenas ou milhares de anos para a sua idade – mas nunca na ordem dos imaginários “milhões de anos”.
Barker disse ainda:
Quando começamos a retirar folhas do solo, apercebemo-nos da surrealidade da situação quando nos mentalizamos que elas tinham milhões de anos e nós podíamos tê-las nas mãos.
Sim, “surreal” é uma boa palavra para descrever a fé dos evolucionistas. Por “surreal” entenda-se “irreal” e “fantasiosa”. Os milhões de anos encontram-se na sua cabeça e não nas suas mãos.
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Portanto, os cientistas encontram materiais orgânicos “extraordinariamente preservados“, mas em vez de colocarem em causa a sua fé nos milhões de anos, eles acomodam este achado dentro do seu sistema de crenças evolutivo. Isto demonstra de forma cabal como as evidências por si só não têm o poder de mudar a fé do evolucionistas. Para eles, a evolução é um paradigma onde todos os dados têm que ser forçosamente acomodados (por mais anti-evolutivos que eles sejam).
Isto é muito importante de se levar em consideração, para quem tem o hábito de debater com evolucionistas: quando vocês oferecem evidências científicas (contra a teoria da evolução) a um evolucionista, vocês estão a debater com alguém que tomou a decisão consciente de rejeitar à priori tudo o que possa estar de acordo com o Criacionismo e, consequentemente,  contra a teoria da evolução. Não é que as evidências não sejam suficientes; o que se passa é que o evolucionista não quer deixar de acreditar na teoria da evolução.
Os evolucionistas são, assim, tal como diz a Bíblia, voluntariamente ignorantes:
Eles voluntariamente ignoram isto: que, pela palavra de Deus, já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste.
2 Pedro 3:5
Fonte: Darwinismo.
Nota: Creio que é possível existir uma mudança de cosmovisão, e e. No entanto, me parece que isso tem que ver com o caráter de cada um. Uma pessoa desonesta, por exemplo, pode enxergar seus erros, mas não reconhecê-los, ou ainda reconhecê-los mas não se arrepender e buscar a mudança! Ora a Deus para que todos os leitores escolham a honestidade  e peçam ajuda a Jesus Cristo quanto aquilo que são incapazes de fazer sozinhos! (Hendrickson Rogers)

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