sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Você pai e você mãe; você constrói o caráter de seu filhinho diariamente com dedicação?

Ensinai desde o berço vossos filhos a exercer a abnegação, o domínio de si mesmos. Ensinai-os a desfrutar as belezas da Natureza e a exercitar sistematicamente as faculdades da mente e do corpo em ocupações úteis. Criai-os de modo a terem constituição sã e boa moral, disposição alegre e índole branda. Impressionai-lhes a tenra mente com a verdade de que não é o desígnio divino que vivamos meramente para satisfazer nossas inclinações atuais, mas para nosso bem final. Ensinai-lhes que ceder à tentação é fraqueza e impiedade; resistir-lhe, nobreza e varonilidade. Essas lições serão como sementes lançadas em boa terra, e produzirão frutos que farão a alegria de vosso coração.

As crianças gostam de ter companhia, e raramente se podem divertir sozinhas. Anseiam simpatia e ternura. O que lhes dá prazer, elas crêem que também o dá à mãe; e é natural que a ela se dirijam com suas pequeninas alegrias e pesares. A mãe não deve ferir-lhes o coraçãozinho tratando com indiferença essas coisas que, embora insignificantes para ela, são de grande importância para as crianças. A simpatia e aprovação que ela lhes dispensa são preciosas. Um olhar de aprovação e uma palavra de ânimo ou louvor, serão como um raio de sol em seu coraçãozinho tornando-as às vezes felizes em todo o dia. Em vez de mandar que os filhos se afastem dela, a fim de não ser molestada pelo barulho que fazem, ou perturbada por suas pequeninas necessidades, imagine a mãe algum divertimento ou trabalho leve, para entreter a mente e suas ativas mãozinhas. A Responsabilidade do Pai O marido e pai é a cabeça da família. A esposa espera dele amor e interesse, bem como auxílio na educação dos filhos, e isso é justo. Os filhos pertencem-lhe, da mesma maneira que a ela, e sua felicidade igualmente o interessa. Os filhos esperam do pai apoio e guia; cumpre-lhe ter justa concepção da vida, e das influências e associações que devem rodear sua família; ele deve ser regido, acima de tudo, pelo amor e temor de Deus, e pelos ensinos de Sua Palavra, a fim de lhe ser possível guiar os pés dos filhos no caminho reto. 

O pai é o legislador da família; e, como Abraão, deve fazer da Lei de Deus o governo de sua casa. Deus disse de Abraão: "Porque Eu tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus "E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor." Efés. 6:4. - 390 - Estudem, o marido e a esposa, a felicidade mútua, nunca faltando as pequeninas cortesias e pequenos atos de bondade que alegram e iluminam a vida. Entre o marido e a esposa deve existir perfeita confiança. Juntos, devem considerar suas responsabilidades. Operar juntos pelo mais alto benefício de seus filhos. Jamais devem, em presença dos filhos, criticar-se mutuamente os planos, ou discutir a maneira de julgar um do outro. Tenha a mulher o cuidado de não tornar mais difícil a obra do marido pelos filhos. Apóie o marido as mãos da esposa, dando-lhe sábios conselhos, e afetuosa animação. Não se deve permitir que se erga entre pais e filhos barreira alguma de frieza e reserva. Relacionem-se os pais com eles, buscando compreender-lhes os gostos e disposições, penetrando em seus sentimentos e discernindo o que lhes vai no coração. Pais, deixai que vossos filhos vejam que os amais, e fareis tudo que estiver ao vosso alcance para torná-los felizes. Se assim fizerdes, as necessárias restrições que lhes impuserdes terão incomparavelmente mais peso em seu espírito. Governai vossos filhos com ternura e compaixão, lembrando que "os seus anjos nos Céus sempre vêem a face de Meu Pai que está nos Céus". Mat. 18:10. Se quereis que os anjos façam por vossos filhos a obra de que Deus os incumbiu, cooperai com eles, fazendo a vossa parte. Criadas sob a sábia e amorosa guia de um lar verdadeiro, as crianças não terão desejo de ausentar-se em busca de prazer e camaradagem. O espírito que prevalece no lar moldará seu caráter; formarão hábitos e princípios que serão uma forte defesa contra a tentação, quando deixarem o abrigo do lar e assumirem sua posição no mundo. Tanto as crianças como os pais têm importantes deveres a cumprir no lar. Deve-se-lhes ensinar que constituem uma parte da organização do lar. São alimentados, vestidos, amados e cuidados; e devem corresponder a esses muitos favores, assumindo a parte que lhes cabe nas responsabilidades do lar, e trazendo toda a felicidade possível à família da qual são membros. As crianças são às vezes tentadas a zangar-se quando lhes são feitas restrições; mas, mais tarde na vida, elas bendirão os pais pelo fiel cuidado e estrita vigilância que as guardou e guiou na idade da inexperiência. CIÊNCIA DO BOM VIVER, 386 - 394.

sábado, 7 de dezembro de 2013

"Nas palavras de Satanás" (#vídeo)

Gênesis e os "mil anos" de Deus

Se eu tivesse um dólar por cada vez que eu ouvi alguém usar a frase que serve de título ao post como forma de adicionar os milhões de anos à criação Bíblica (seis dias normais), eu seria finalmente capaz de comprar aquele novo modelo do minivan que a minha esposa quer que eu compre. Parece que onde quer que há uma discussão em torno dos dias da Criação, alguém menciona a forma como esses dias poderiam ser longos períodos de tempo. Afinal, a Biblia diz que “um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.” Será que esta frase realmente serve de evidência em favor da Teoria Dia-Era, como muitos sugerem?
Primeiro, a Bíblia não diz que “um dia para o Senhor são mil anos, e mil anos um dia.” O apóstolo Pedro escreveu:
Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. (2 Pedro 3:8)
Pedro usou uma figura de linguagem conhecida como simile [analogia, comparação, etc] para comparar um dia com mil anos. Não é o dia que é precisamente igual aos mil anos e vice-versa, mas sim que, no contexto de 2 Pedro 3:8, essas palavras partilham duma semelhança.
Qual é o contexto de 2 Pedro 3?
Nesta passagem, Pedro lembra aos Cristãos que “escarnecedores” surgirão nos últimos dias afirmando, “Onde está a promessa da sua vinda?” (2 Pedro 3:3,4). Pedro declarou:
Mas os céus e a terra que agora existem, pela mesma alavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens
ímpios. (v.7)
Independentemente do que os escarnecedores alegam àcerca da Segunda Vinda, Pedro avisou a igreja para que esta saiba que “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é Longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.” (v.9)
Inserido no meio destes pensamentos está o facto do passar do tempo não afectar as promessas de Deus, especificamente o Seu regresso. Se há 1000 ou há 2000 anos atrás o Senhor Jesus prometeu um dia regressar, então essa promessa é tão válida e firme como se ela tivesse sido feita ontem. Verdadeiramente, “com o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia.”
Com os homens, o passar do tempo geralmente afecta a sua disposição para manter as suas promessas, mas não com Deus. Com Ele, o tempo não condiciona o que Ele disse que Ele iria fazer: “mil anos são como um dia” (v.8).
Outro ponto a levar em conta é o facto de Pedro ter usado o termo “dia” (grego: hemera) e a frase “mil anos” (chilia ete). Isto por si só é evidência de que Deus pode comunicar ao homem a diferença entre 1 dia e 1000 anos. (Para que as analogias façam algum sentido, primeiramente temos que entender a diferença literal entre o que se está a comparar. Se não houvesse diferença, então o uso desta figura de expressão não faria sentido.)
Para além isso, dentro do capítulo 1 de Génesis Deus usou os termos “dia” (hebraico: yamim) e “anos” (shanim). Muitos correctamente questionaram:
Se o dia de Génesis significa mil anos (ou outro longo período de tempo), então quantos anos são mencionados em Génesis 1 ?
Tal definição da palavra “dias” torna a interpretação razoável de Génesis impossível. Os factos são:
  • (1) Deus sabe a diferença entre um dia e mil anos;
  • (2) Pedro e Moisés entendiam essa diferença;
  • (3) A sua audiência original entendia a diferença;
  • (4) Qualquer leitor sem uma ideia pré-concebida pode fazer o mesmo.
Finalmente, mesmo que 2 Pedro 3:8 pudesse ser associado a longos períodos de tempo (algo Biblicamente e logicamente impossível), acrescentar 6,000 anos à idade da Terra não seria o suficiente para apaziguar aqueles que são simpatéticos com a teoria da evolução.
Uma pessoa pode acrescentar 600,000 anos ou 600,000,000 anos mas mesmo assim não se encontrar remotamente perto da alegada idade do universo. Segundo os cálculos evolutivos, esses números ainda se encontram bem longe dos 13 mil milhões de anos que supostamente se passaram depois do mitológico big bang, e 4 mil milhões de anos afastados do momento da formação da Terra (segundo a não-científica datação evolutiva).
Claramente, mesmo o abuso de 2 Pedro 3:8 não ajuda aqueles que querem associar os dias de Génesis com um longo período de tempo.
Fonte: Darwinismo.

"Não podemos blasfemar contra a Coluna Geológica"!


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Máscaras (#vídeo)

Salmo 74:13


Você é daqueles que apenas se chocam com a crueldade da indústria da carne?!

Choca-me a vida que o animal foi forçado a levar, em galpões, currais e baias fedorentas, tendo que permanecer o tempo todo, comer, descansar e dormir, em contato com centenas ou milhares de outros indivíduos que não fariam parte do grupo ao qual esse animal teria se afeiçoado, caso estivesse vivendo livre.

Choca-me o processo de captura desses animais (frangos, perus, porcos, ovelhas, cabras, vacas, cães, cavalos e peixes) na hora de colocá-los nos caminhões e barcos para serem transportados.

Choca-me o fato de tirarem a água e a comida das aves, porcos, bois e vacas dois dias antes de serem mortos (para diminuir a imundície na hora do transporte e depois na esteira da morte), quando passaram seus miseráveis dias de vida sendo forçados a comer em demasia e a beber muita água para dar conta do lixo que dão a eles. Na hora da captura e na hora da lâmina cortante, o animal, igualzinho aos humanos em estado de terror, se desfaz em vômitos e diarreias.

Se o animal tiver comido normalmente, a montanha de urina, fezes e vômito fará com que os lucros diminuam, porque requererá água para ser limpa e mão-de-obra para o serviço. Então, privar o animal de água e comida é prática em todos os sistemas de produção mecânica de carnes vivas em carnes mortas para consumo humano (vejam o documentário Terráqueos).

Choca-me o transporte abarrotado desses seres sencientes em estado de pânico, a descida na rampa do caminhão até a esteira da morte, a espera na esteira enquanto os companheiros já foram trespassados pelas lâminas, a amputação de pernas, a abertura da pele e do corpo para retirada das vísceras, o sangue escorrendo na câmara, a carcaça pendurada seguindo agora morta para o talho, as pessoas talhando talhando e talhando pedaços de carne (vejam o documentário CarneOsso) como se fossem massa de pão ou cenouras, os pacotes seguindo para os distribuidores, baixando nas gôndolas, e milhões de zumbis agarrando-os e colocando-os em seus carrinhos de compra.

Choca-me todo o processo de desmonte do corpo vivo de seres sencientes, até que esse corpo reste apenas como um naco de matéria morta qualquer.

Choca-me o processo de tornar ausente o referente (leiam da Carol J. Adams, A Política Sexual da Carne), até que o pedaço de carne no prato não contenha mais nenhuma informação de que o sujeito desse corpo dilacerado em bifes foi um animal inteligente, sensível e consciente, como nós, os que agora comemos seus restos mortais sem piedade.

E choca-me ver que toda gente segue comendo isso com a maior complacência, e se achando moralmente superior ao animal que abocanha. É simplesmente visceral. Não é moral.

Fonte: Galactolatria.

Sucos vivos!

INGREDIENTES


Suco 1:
- 1 copo de laranja espremida
- ¼ de repolho

Suco 2:
- 1 coco verde
- 1 talo de aipo ou salsão
- Cenoura

Suco 3:
- Maçã
- Melão
- Brócolis

MODO DE PREPARO


Suco 1:
Coloque o repolho na centrífuga. Misture com o suco de laranja. Ou então, utilizando o liquidificador, bata o repolho com o suco de laranja e coe. Coloque uma pedra de gelo para refrescar.

Suco 2:
Coloque o salsão e a cenoura na centrífuga ou liquidificador. Misture com a água de coco.
Sirva gelado!

Suco 3:
Coloque no liquidificador ou centrífuga o melão, a maçã sem semente e o brócolis. Misture e está pronto para ser servido!
Fonte: Vida & Saúde.

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