terça-feira, 13 de novembro de 2012

Desrespeito à opção religiosa no Amazonas - imposição e bullying vindos da Escola e do Governo!

Professor obrigou alunos a tratar candomblé como “cultura”, mas 13 alunos evangélicos resistiram à imposição.
por Julio Severo
Um grupo de 13 alunos evangélicos do ensino médio da escola estadual Senador João Bosco Ramos de Lima em Manaus (AM) iniciou, na semana passada, protesto depois de serem obrigados a fazer um trabalho defendendo as contribuições do candomblé para a sociedade brasileira. O professor havia exigido que toda a classe escrevesse sobre o candomblé, mas ao se sentirem agredidos pela imposição, os estudantes evangélicos optaram por uma alternativa.
“Exijo de vocês um trabalho sobre candomblé como ‘cultura’!”

Com a orientação de seus pais, eles fizeram um trabalho muito inteligente sobre as missões evangélicas na África, mas a escola se recusou a aceitar. Por causa da intolerância das autoridades escolares, os alunos acamparam na frente da escola, protestando contra a atitude de forçá-los a aceitar uma cultura religiosa que viola seus valores e liberdade religiosa. Os alunos aproveitaram e também protestaram contra a atitude dos professores de obrigá-los a usar livros que mencionam favoravelmente o homossexualismo. Uma das alunas desabafou: “O que tem de errado no projeto são as outras religiões, principalmente o candomblé e o espiritismo, e o homossexualismo, que está nas obras literárias. Nós fizemos um projeto baseado na Bíblia”. Ao tomar conhecimento do caso, a mídia esquerdista colocou as autoridades escolares na posição de heróis e os alunos, que são adolescentes, na posição de criaturas que precisam passar por um processo de “desinfecção” de preconceitos. Aproveitando a hostilidade da mídia esquerdista contra a liberdade religiosa dos alunos, representantes do Fórum Especial de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros do Amazonas (FELGBTA), da secção do Amazonas da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público do Amazonas foram à escola para defender publicamente a obrigação dos alunos evangélicos obedeceram à ordem do professor.
Para a lésbica Rosaly Pinheiro, do FELGBTA, o problema dos alunos evangélicos é na realidade racismo e intolerância à “diversidade” — termo que abrange praticantes do homossexualismo. “Nós temos dados de que 39% dos professores e alunos das escolas são homofóbicos”, disse a lésbica. Essa foi uma mentira descarada. De acordo com pesquisa de um instituto ligado ao PT, 99% da população brasileira demonstram aversão ao homossexualismoPara a representante do Ministério Público, Carmem Arruda, a situação também deve ser encarada como uma oportunidade para criar políticas de diversidade, de modo que os alunos vejam com naturalidade o candomblé, a homossexualidade e outras práticas consideradas ofensivas por crianças cristãs nas escolas. Com a pressão dos grupos gays, do Ministério Público e da mídia esquerdista, a Secretaria de Educação do Estado, na pessoa de Edson Melo, disse na segunda-feira, 12 de novembro, que os alunos evangélicos não “podem passar uma borracha da história brasileira, e a [cultura] afro-brasileira está inclusa nela”. Ele reforçou que eles terão de apresentar um trabalho defendendo o candomblé como cultura, sob pena de tirarem zero. Melo afirmou que desde 2003 existe a lei 10.635, que trata da obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nas escolas. “Essa lei existe e é aplicada em todas as escolas brasileiras”, afirmou ele.
Os 13 alunos, se sentindo desamparados, prometeram encaminhar à Presidência da República um ato de repúdio, revelando que sofreram bullying de grupos gays, da direção da escola e das autoridades, e que estão tirando a liberdade religiosa deles só por serem evangélicos. Pobres adolescentes! Não sei se adiantaria entrarem em contato com Dilma Rousseff, que aproveitaria para recomendar maiores políticas de “diversidade cultural” nas escolas, o que basicamente significa que todos devem acolher com carinho o candomblé e o homossexualismo. Não há nenhuma autoridade evangélica em Manaus para ajudar esses adolescentes contra o bullying e intolerância que estão sofrendo? Esse caso é simplesmente absurdo. O professor impõe um trabalho sobre candomblé, e a mídia esquerdista trata como intolerantes os adolescentes evangélicos. Meses atrás, uma professora evangélica foi quase linchada pela mídia esquerdista e pela Secretaria de Educação de São Paulo, porque a educadora fazia uma reflexão voluntária sobre a Bíblia em suas aulas, sem forçar nada em ninguém. Mas nesse caso, a mídia disse que a intolerante ela era. Seguindo a insanidade da mídia, será que se a professora forçasse todos os alunos a fazerem trabalhos sobre a Bíblia e sobre Cristo, as autoridades e jornalistas acusariam os alunos de intolerantes se protestassem contra a imposição? A professora evangélica não impôs nada, e foi ameaçada, punida, difamada e quase fuzilada como intolerante. Mas quando um professor de Manaus OBRIGA alunos evangélicos a defender o candomblé em trabalho escolar, o intolerante não é o exigente, mas os adolescentes, que são covardemente sobrecarregados de ameaças.
Pobres adolescentes! Se fossem filhos de adeptos do candomblé e recusassem fazer trabalhos sobre a esmagadora herança cristã do Brasil, a imprensa esquerdista inteira sairia em defesa da liberdade religiosa delas. Mas como esses adolescentes são evangélicos, a ditadura esquerdista é implacável: submissão ou bullying. Precisamos denunciar o bullying que esses adolescentes estão sofrendo do professor, grupos gays e Ministério Público. Se não aprendermos a defender nossos direitos desses brutamontes politicamente corretos, a opressão vai piorar sobre os nossos filhos. Precisamos defender a liberdade de expressão e religião desses adolescentes evangélicos, pois se não o fizermos, a Globo, a Record, o governo do PT, os grupos gays e os grupos de candomblé não o farão. Apelo, pois, para que todo o povo de Manaus socorra esse grupo de 13 alunos, que agiu certo. Se ninguém ajudá-los, a mídia, a Secretaria de Educação, grupos gays e o Ministério Público obrigarão os alunos a escrever sobre as contribuições do candomblé para a sociedade brasileira. Nesse caso, eu falaria a verdade. O candomblé — que de acordo com os ensinos da Bíblia se enquadra na categoria de bruxaria — realmente fez grande contribuições. O problema é que nenhuma delas foi positiva e boa. Será que os alunos terão liberdade de falar a verdade? Décadas atrás, quando o professor ensinou sobre evolução, mesmo como um menino, abri a Bíblia na sala de aula e disse ao professor que a teoria de Darwin estava errada. Só existe uma verdade sobre a criação do mundo: DeusNa prova, não havia alternativa. As respostas tinham de vir de acordo com a teoria de Darwin, e responder de acordo com essas mentiras violaria minha consciência. Tirei zero, assim como eu tiraria zero se tivesse de responder a insanas perguntas na Alemanha nazista ou União Soviética, que impunham absurdos sobre as crianças nas escolas.
Feliz é o aluno que não se submete às insanidades do Estado na escola.
Parabéns aos 13 alunos da escola estadual Senador João Bosco Ramos de Lima em Manaus!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O Livro da Vida do Cordeiro e o livro da igreja


Autoridades eclesiásticas não alteram o Livro da Vida


Deus escreve um nome no Livro da Vida (e o apaga) uma única vez!


O Livro da Vida e a Salvação bíblica


Criacionismo científico nas Escolas, porque educação é um direito de todos!


por Henry Morris, Ph.D.


O Criacionismo pode ser estudado e ensinado em qualquer das 3 formas básicas:
(1) Criacionismo científico (que não depende da Revelação Bíblica, mas utiliza apenas dados científicos que solidificam o modelo criacionista).
(2) Criacionismo Bíblico  (que não depende dos dados científicos, mas utiliza apenas a Bíblia para defender o modelo criacionista).
(3) Criacionismo científico Bíblico (dependência total na Revelação Bíblica ao mesmo tempo que usa dados científicos como forma de apoiar e desenvolver o modelo criacionista).
Obviamente que estes sistemas não são contraditórios mas sim complementares, cada um apropriado para certas aplicações. Por exemplo, os criacionistas não devem propor o ensino do criacionismo Bíblico nas escolas públicas, tanto devido a restrições legais contra o ensino de doutrinas Cristãs nas escolas públicas, mas também (e mais importante) porque os professores que não acreditam na Bíblia não devem ser coagidos a ensinar a Bíblia.
No entanto, é desejável e legal ensinar o criacionismo científico nas escolas públicas como alternativa ao evolucionismo.
Nas escolas dominicais, por outro lado, dedicadas a ensinar as Escrituras e “todo o Conselho de Deus,” o criacionismo Bíblico deve ser fortemente promovido e ressalvado como o fundamento para todas as outras doutrinas Bíblicas. Numa escola ou faculdade Cristã, onde o mundo de Deus é estudado à luz da Palavra de Deus, é apropriado e muito importante e demonstrar que o criacionismo Bíblico e o criacionismo científico são perfeitamente compatíveis, dois lados da mesma moeda, se é que se pode dizer assim. A revelação da criação presente das Escrituras é facilmente suportada pelos factos da natureza. A combinação de ambas pode mais propriamente ser chamado de criacionismo Bíblico científico.
Claro que todos os 3 sistemas estão em marcada e explícita oposição ao modelo evolucionista.
O modelo evolucionista e o modelo criacionista, na sua forma mais simples, podem ser delimitados da seguinte forma:1
Modelo EvolucionistaModelo Criacionista
  1. Origem naturalista contínua
  2. Aumento geral da complexidade através do tempo
  3. História inicial dominada pelo uniformitarianismo
  1. Origem sobrenatural finalizada
  2. Diminuição geral da complexidade
  3. História inicial dominada pelo catastrofismo
O modelo evolucionista, tal como delineado em cima, está caracterizado com em traços gerais. O mesmo pode ser expandido e modificado de várias formas até que esteja de acordo com os vários tipos de evolucionismo (evolução ateísta, evolução teísta, Lamarckianismo, neo-Darwinismo, punctuated equilibrium, etc.).
O mesmo é se pode dizer do modelo criacionista, que tem o registo Bíblico como fonte adicional de informação que de outro modo nunca poderia ser adquirida por meios estritamente científicos. Os três principais do modelo criacionista listados em cima são frequentemente modificados da seguinte forma:
Modelo Criacionista Bíblico
  1. A criação foi finalizada através dum processo sobrenatural no espaço de seis dias.
  2. A criação encontra-se sob o jugo do pecado e decadência devido à maldição resultante da entrada do pecado.
  3. A história da Terra está dominada pelo grande Dilúvio que ocorreu nos dias de Noé.
No entanto, os criacionistas não suportam a ideia do ensino da criação em seis dias, da Queda do Homem e do Dilúvio de Noé nas escolas públicas, mas concordam com 1) o ensino da criação complexa finalizada, 2) o princípio universal do declínio (em contraste com a crença evolucionista dum aumento organizacional), e 3) as evidências espalhadas por todo o mundo que suportam a ideia dum dilúvio universal.
Todos estes pontos são dados científicos observáveis implícitos que certamente deveriam ser incluídos na educação pública.
Tanto o modelo criacionista científico como o modelo criacionista Bíblico podem ser consideravelmente expandidos de modo a incorporar muitos eventos da criação e da história da Terra, tanto em termos de observação científica como em termos de doutrinas Bíblicas. De facto, estes podem ser desenvolvidos como uma série de princípios formais do criacionismo científico e criacionismo Bíblico – respectivamente – como listado mais em baixo.
Princípios do Criacionismo Científico
  1. O universo físico composto pelo do espaço, tempo, matéria e energia nem sempre existiram mas foram criados de forma sobrenatural por Um Criador Transcendente que, Sozinho, existiu desde a eternidade.
  2. Os fenómenos da vida biológica não se desenvolveram a partir de processos naturais a agir sobre sistemas inanimados mas sim como efeito da criação específica e sobrenatural do Criador.
  3. Cada um dos tipos básicos de plantas e animais foi criado totalmente funcional desde o princípio, e nenhum deles evoluiu dum tipo básico de organismo para outro tipo básico de organismo. As variações que ocorrem nos tipos básicos desde a sua criação são limitadas a variações “horizontais”, dentro do mesmo tipo, ou variações “negativas” (perda de informação genética, mutações deleteriosas, ou extinções).
  4. Os primeiros humanos não evoluíram de um animal ancestral, mas foramespecialmente criados totalmente funcionais desde o princípio. Para além disso, a natureza “espiritual” do Homem (imagem própria, consciência moral, raciocínio abstracto, linguagem, natureza religiosa, etc) é uma entidade criada de forma sobrenatural, distinta da mera vida biológica.
  5. A pré-história da Terra, tal como especialmente preservada na rochas crustais e depósitos fósseis, são primeiramente um registo das intensidades catastróficas dos processos naturais, operando largamente dentro das leis uniformes e não dentro das taxas de processamento uniformitárias. Não há qualquer motivo à priori para não se considerarem as muitas evidências científicas em favor da criação recente da Terra e do universo, em acréscimo às evidências científicas que demonstram como a maioria dos sedimentos fossilíferos foram formados num ainda mais recente evento cataclismo hidráulico global.
  6. Os processos actuais operam primariamente dentro de leis naturais fixas e taxas processuais relativamente uniformes. Uma vez que estas foram elas mesmas originalmente criadas, e são diariamente mantidas, pelo Criador, existe sempre a possibilidade duma intervenção milagrosa nestas leis e processos por parte do Criador. As evidências em favor de tais intervenções devem ser analisadas de modo crítico uma vez que tem que haver um motivo claro por trás de tais acções levadas a cabo pelo Criador.
  7. De algum modo, o universo e a vida têm estado debilitadas desde que a criação foi finalizada, de modo a que imperfeições na estrutura, doenças, envelhecimento, extinções e outros fenómenos são o resultado de modificações “negativas” nas propriedades e nos processos decorrendo na ordem originalmente perfeita da criação.
  8. Uma vez que, originalmente e tendo em vista um propósito, o universo e os seus componentes primários foram criados perfeitos por parte dum Criador Competente e Volitivo, e uma vez que o Criador continua activo na criação (hoje marcada pela maldição do pecado), continua a existir um propósito e um significado no universo. Considerações teleológicas, portanto, são parte integrante dos estudos científicos onde quer que sejam consistentes com os dados observados. Dado isto, é razoável assumir que a criação actual espera a consumação do propósito do Criador.
  9. Embora as pessoas sejam limitadas e os dados científicos em relação às nossas origens sejam circunstanciais e incompletos, a mente humana (quando aberta à possibilidade da criação) é capaz de explorar a manifestação do Tal Criador de forma racional e científica, e tomar decisões inteligentes no que toca a plano do Criador.
Princípios do Criacionismo Bíblico
  1. O Criador do universo é TriUno – Pai, Filho e Espírito Santo. Só existe Um único Deus Eterno e Transcendente – Fonte de toda a existência e propósito – e Ele existe em Três Pessoas, todas Elas participantes activos do processo de criação.
  2. A Bíblia, que é constituída por 39 livros canónicos do Antigo Testamento e 27 livros canónicos do Novo Testamento, é a revelação Divinamente inspirada do Criador para o homem. A sua inspiração verbal, única e plenária, garante que todos estes escritos, tal como originalmente e milagrosamente dados, sejam infalíveis e totalmente autoritários nos assuntos que eles lidam, livres de qualquer tipo de erro (científico, histórico, moral e teológico).
  3. Tudo o que existe no universo foi feito e criado por Deus em seis dias literais durante a semana da criação descrita em Génesis 1:1-2:3, e confirmado por Êxodo 20:8-11. O registo da criação é factual, histórico e perspícuo  [ed: "claro, inteligível, fácil de compreender"]: devido a isto, todas as teorias em torno das nossas origens ou desenvolvimento que envolvem a teoria da evolução são falsas. Tudo o que agora existe é sustentado e ordenado pelo cuidado providencial de Deus. No entanto, uma parte da sua criação espiritual, Satanás e os seus anjos, revoltarem-se contra Deus depois da criação numa tentativa de contrariar os propósitos de Deus para a sua criação.
  4. Os primeiros seres humanos, Adão e Eva, foram especialmente criados por Deus etodos os outros seres humanos são seus descendentes. Em Adão, toda a humanidade foi ordenada a exercer “domínio” sobre todos os outros organismos criados, bem como sobre a Terra em si (uma comissão implícita para o exercício da verdadeira ciência, tecnologia, comércio, arte e educação), mas a tentação de Satanás e a entrada de pecado trouxe a maldição de Deus sobre tal domínio, culminando na morte e na separação de Deus como consequência natural e ajustada.
  5. O registo Bíblico da história primordial descrita em Génesis 1-11 é totalmente histórico e perspícuo, incluindo a criação e a queda do homem, a maldição colocada sobre a criação e a sua sujeição à servidão da deterioração, o anunciado Redentor, o cataclismo global nos dias de Noé, a renovação pós-diluviana da comissão Divina de subjugar a Terra (agora expandido com a instituição do governo humano) e a origem das nações e das línguas na Torre de babel.
  6. A alienação do homem do Criador devido ao pecado só pode ser remediada pelo Próprio Criador, que Se tornou Homem na Pessoa do Senhor Jesus Cristo através da milagrosa concepção no nascimento virginal. Em Cristo encontravam-se indissoluvelmente unidas a humanidade perfeita e sem pecado e a Divindade plena, de modo a que a Sua morte vicária é o único e suficiente preço para a redenção do homem. Que a redenção foi totalmente eficaz é-nos garantido pela ressurreição corpórea dos mortos e ascensão ao Céu: a ressurreição de Cristo é, portanto, o ponto fulcral da História, garantindo a consumação do propósito de Deus para a criação.
  7. A restauração final da perfeição da criação é ainda um evento futuro, mas os indivíduos podem imediatamente restaurar a comunhão com o Criador tendo como base o Seu trabalho redentor feito em favor dos indivíduos, recebendo o perdão e a vida eterna somente através da confiança pessoal no Senhor Jesus Cristo, aceitando-O não só como o Criador Indiferente mas também como Redentor reconciliador e Rei. Aqueles que, no entanto, O rejeitarem, ou se recusarem a acreditar Nele, continuam num estado de rebelião e têm que ser por fim consignados ao fogo eterno preparado para o diabo e os seus anjos.
  8. A eventual realização do eterno propósito de Deus para a criação, com a remoção da Sua maldição e a restauração de todas as coisas para a perfeição Divina, ocorrerá no regresso Pessoal e Corporal do Senhor Jesus Cristo para julgar e remover o pecado e estabelecer o Seu reino eterno.
  9. Cada crente deverá participar no “ministério da reconciliação” buscando, ao mesmo tempo, trazer indivíduos de volta a Deus em Cristo (a “Grande Comissão”) e “subjugar a Terra” para a glória de Deus (a Comissão Edénica e a Comissão pós-Dilúvio). As três instituições estabelecidas pelo Criador para a implementação do Seu propósito no mundo (casa, governo e igreja) deverão ser honradas e apoiadas como tal.
Embora os princípios do criacionismo científico possam ser explanados de forma relativamente independente dos princípios do criacionismo Bíblico, os dois sistemas são totalmente compatíveis. Todos os genuínos factos da ciência apoiam o criacionismo Bíblico e todas as declarações presentes na Bíblia são consistentes com o criacionismo científico.
Qualquer um dos sistemas pode ser ensinado independente um do outro, ou ambos podem ser ensinados de forma harmoniosa, dependendo das exigências situacionais.
REFERENCIAS
1 See Scientific Creationism, ed. Henry M. Morris (San Diego: C.L.P. Publishers, 1974), p. 12.
2 These tenets have recently been adopted by the staff of the Institute for Creation Research and incorporated permanently in its By-Laws.

Fonte: Darwinismo.

Cronologia da historicidade da doutrina bíblica da Trindade - 7ª parte

Século 4 
Ulfila foi um missionário cristão, possivelmente descendente de um soldado romano tomado cativo pelo exército godo invasor da Ásia Menor no terceiro século. Ele falava fluentemente o grego e o latim e conhecia bem tanto a cultura greco-romana quanto a cultura gótica, na qual crescera. Ele foi enviado como missionário cristão os godos, tendo sido consagrado pelo bispo de Nicomédia Eusébio, por volta de 340 d.C. (Eusébio estudara com Ário sob a instrução de Luciano de Antioquia, e foi uma das três pessoas que se posicionaram a favor de Ário no Concílio de Nicéia, em 325. Por isso, muitos assumem que Eusébio era simpatizante dos arianos, e que deve ter consagrado Ulfila como um missionário ariano, o que tornaria arianos os conversos de Ulfila.) Embora seja fato que Eusébio defendesse a absolvição de Ário, não está claro se ele concordava com a interpretação que este tinha do Cristo como ser criado. Também não se sabe se Eusébio concordou com a fórmula nicena do homoousios (da mesma natureza). O mais provável é que o cristianismo ensinado por Ulfila aos godos fosse ambíguo acerca do Pai e do Filho, e não uma exposição da doutrina ariana real! Após 7 anos de serviço missionário direto, Ulfila foi expulso do território gótico em virtude de conexões suspeitas com os inimigos romanos. No entanto, sua influência sobre os godos não cessou – ele gastou vários anos seguintes colocando a linguagem gótica sob a forma escrita e traduzindo a maior parte das Escrituras ao idioma gótico! Durante esse tempo Ulfila ainda se opunha à fórmula nicena e favorecia o termo ambíguo homoion (similar), em vez de homoousios. Sua tendência apareceu na tradução que efetuou da Bíblia gótica, dando-lhe uma sutil inclinação antitrinitariana!  
Século 5
Quaisquer que fossem as crenças dos godos a respeito da Divindade, quando essas tribos cristãs começaram a invadir o Império Romano cristão durante o quinto século, seus inimigos “ortodoxos” os rotularam como arianos. Tivessem ou não diferenças teológicas entre si, os dois lados utilizavam terminologia diferente para descrever a Divindade. Havia razões políticas de ambos os lados para ver a outra parte como herética, o que passava a justificar a animosidade mútua. Por não haver motivação real para o mútuo entendimento, ao longo dos poucos séculos seguintes, cristãos góticos e romanos buscaram alternadamente destruir-se uns aos outros ou coexistir lado a lado. Cada parte buscou manter sua própria identidade através dos rótulos “ariano” e “trinitariano”, até que a corrente principal da igreja, com sua descrição trinitariana da Divindade, absorveu as tribos góticas, possivelmente através da influência de alguns de seus parentes germânicos do oeste, os quais aceitaram o cristianismo em estágio posterior, já seguramente firmado sobre o sistema de crença trinitariano.


Pesquisa baseada no livro "A Trindade" de Woodrow Whidden, Jerry Moon e John W. Reeve. Ela está em construção. Aguardem sua conclusão! (Hendrickson Rogers)

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Você se atrasou no ENEM?

Adolescentes francesas com total acesso ao aborto patrocinado pelo governo!


As mulheres francesas terão agora maior acesso a abortos e métodos contraceptivos. A Assembleia Nacional francesa aprovou [na] sexta-feira (26) o reembolso integral das despesas com o aborto voluntário pelo sistema público de saúde. Também foi aprovada a distribuição gratuita de anticoncepcionais para jovens de 15 a 18 anos. Até agora, o sistema de saúde francês pagava o aborto integral apenas para menores e pobres, enquanto as outras mulheres podiam ser reembolsadas com até 80% do custo do procedimento, que pode custar mais de US$ 580 (mais de R$ 1.500). Já a contracepção era parcialmente reembolsada. Com a mudança para o reembolso total, a França espera reduzir o número de gravidezes indesejadas e abortos feitos de modo inseguro. Em 2010, cerca de 225 mil abortos foram realizados no país. O aborto foi descriminalizado na França em 1975.

Fonte: Hypescience.

Nota: É o atestado de que a civilidade foi para o lixo. Em lugar de promover o sexo responsável e o planejamento familiar, é melhor presentear com anticoncepcionais adolescentes irresponsáveis, hedonistas e mal orientados, dando-lhes o claro recado de que podem viver como bem entendem e de que o governo não está nem aí para as consequências do sexo inseguro. Mas, se o anticoncepcional falhar, não tem problema: o governo está novamente aí para ajudar. E a solução é simples: matar os bebês que resultarem do desregramento e da licenciosidade. Quem vai querer crianças estragando o prazer dos jovens, não é mesmo? Fora com elas! Infelizmente, este é o mundo em que vivemos (graças a Deus, por pouco tempo). Michelson Borges.

Como [NÃO] aproveitar o fim do mundo

O dilúvio e a volta de Jesus são eventos estreitamente ligados. Jesus comparou os dias que antecedem Seu retorno aos dias anteriores ao dilúvio (Mt 24:36-39), quando as pessoas estarão mais preocupadas com seus afazeres seculares, como casamento, bebidas, comidas, diversões, do que com o preparo espiritual para se encontrar com Deus. Outra característica dos dias finais é a zombaria que muitos fazem de assuntos sérios. 

Curiosamente, duas produções (um seriado e um evento de rock) estão zombando exatamente do fim do mundo e do dilúvio: trata-se de “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (da Globo) e da “Arca da Salvação” (do Rock in Rio). Segundo o Jornal da Tarde, a série da TV Globo tem como mote o fim do mundo supostamente anunciado pelos maias e a ideia de que as pessoas devem “aproveitar a vida o máximo possível, até o Juízo Final no dia 21 de dezembro de 2012”. Os atores em destaque são Alinne Moraes (que se considera seu próprio deus) e Danton Mello, e a produção [estreou dia 1°]. O seriado foi planejado para terminar à meia-noite do dia 20 de dezembro, véspera do “fim do mundo”. “Esse assunto é muito recorrente na história da humanidade. É muito falado na internet. As pessoas realmente acreditam que pode acontecer”, explica José Alvarenga Jr., diretor do programa. Segundo o Jornal da Tarde, o texto é de Alexandre Machado e Fernanda Young, “o seriado mostra Kátia tentando realizar sua lista de pendências e seu mais novo amor, Ernani, entrando na onda de aproveitar os pequenos prazeres da vida”. 

[E] mais: “‘Como Aproveitar o Fim do Mundo’ terá um ‘braço’ nas redes sociais, estimulando o público a tentar coisas inusitadas.” Portanto, além de brincar com o tema do fim, a Globo vai estimular as pessoas a pensar da mesma forma, como se isso não passasse de brincadeira. 

Tanto a Globo quanto a organização do Rock in Rio estão, a sua maneira, cumprindo a predição de 2 Pedro 3:3 e 4: “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.”

Fonte: Criacionismo.  

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