sexta-feira, 1 de maio de 2015

Sensualidade PURA!

O título deste artigo pode parecer um contra-senso, mas isso ocorre apenas porque, quando o assunto é sexo e erotismo, especialmente na mentalidade ocidental, a conotação é de impureza. Uma das definições da palavra “sensual” no Dicionário Michaelis é: “Pertencente ou relativo aos sentidos ou à sensação física, sensitivo.” Já o Houaiss define assim: “Que atrai fisicamente; belo, bonito.” Como foi Deus quem criou os sentidos, sensualidade não deveria ter a conotação que tem. A Bíblia coloca a sensualidade em sua verdadeira moldura. Segundo o Pastor Edson Nunes Jr., líder da comunidade judaico-adventista de São Paulo e mestrando do Centro de Estudos Judaicos da USP, “a visão judaico-bíblica do sexo é baseada claramente em Gênesis 1 e 2, ou seja, o sexo foi criado por Deus e instituído antes do pecado”. Edson destaca uma nuance interessante do texto: Deus diz que homem e mulher formam “uma só carne”, isto é, eles se tornam um, e essa é a principal característica do próprio Deus (Deut. 6:4). “No sexo, o ser humano deve refletir o caráter de Deus, daí a importância do sexo como fator de santidade”, afirma Edson. “É importante notar que Moisés ‘gasta’ boas páginas de Levítico, Números e Deuteronômio para tratar de pecados sexuais. Outro fator importante é a questão do sexo dentro do casamento. A história de Isaque é o exemplo mais claro.”


O foco da pesquisa de Edson é o livro de Cantares, que trata o sexo como momento único de intimidade entre homem e mulher que se amam tanto que não suportam a ausência um do outro (cf. o capítulo 3, por exemplo). “A intimidade sexual é abordada com inúmeras metáforas, sendo uma delas o uso dos óleos (mirra, por exemplo), que não são descritos a partir do aroma, mas do aspecto táctil (5:5; 5:13)”, explica o mestrando. “O erotismo também é muito claro, principalmente pela descrição detalhada dos atributos de beleza de ambos, sem pudores. O jardim que aparece ao longo do livro ora é um jardim real, ora um símbolo da genitália feminina. A vinha, em Cantares, é um lugar de consumação do amor, de um amor pleno, pois é na vinha que ela se entrega ao rei (7:12). A busca do sexo nesse livro é a busca por intimidade, por relacionamento. O sexo é uma espécie de consumação do amor pré-existente; o prazer e a alegria desses momentos de intimidade física ocorrem em virtude do amor entre ambos.”

Para o Pastor Edson, é Cantares 2:16 que estabelece o padrão de relacionamento sexual: um homem e uma mulher. Ele é dela e vice-versa. Não há inserção de terceiros. Sobretudo, o que leva ao sexo, erotismo e prazer entre eles é justamente essa reciprocidade (companherismo, intimidade, interação, parceria, etc.), uma espécie de pacto pleno, um pertencer ao outro único, completo, profundo. “As comparações que são feitas sobre o corpo de ambos também são outro claríssimo indicador da pureza e naturalidade do sexo, que de um lado não precisa carregar uma ‘aura’ pecaminosa e pervertida, mas de outro, deve ser colocado como um passo de santidade. O sexo, em Cantares, é um quadro perfeito, com a mistura exata de todos os ingredientes: a mulher amada; o homem amado; romantismo; muito amor e desejo; carinho; respeito.”

Infelizmente, para tudo o que Deus fez e abençoou, Satanás criou uma contrafação. Deus criou o sexo, o inimigo criou a licensiosidade. Deus orientou o namoro, o diabo inventou o “ficar”. Deus criou o homem para apreciar a beleza feminina, o anjo caído tratou de saturar o mundo com a superexposição [correção minha] do corpo da mulher, tornando-a objeto.

A batalha do homem 

Como Jesus mesmo disse, o pecado germina na mente. E a mentalidade doentia pode ter início quando se adquire o “simples” hábito de ficar observando mulheres bonitas. O próximo passo, segundo estudiosos da sexualidade, é usar a mente para fantasiar. Depois que o sentimento de culpa e a força para resistir à tentação diminuem, fica mais fácil observar fotos de mulheres seminuas em revistas e catálogos de roupas femininas, por exemplo. Daí para a pornografia, é um pulo.

O viciado em pornografia quase sempre sofre isolado, mas quem realmente colhe as conseqüências de seu pecado é a família. É o tipo de vício que atrofia o homem, impedindo-o de se tornar o marido e pai que Deus sonha e a esposa e os filhos desejam. O marido viciado tem dificuldade de se relacionar sentimentalmente com a esposa, que, por sua vez, jamais consegirá competir com as mulheres da fantasia, que parecem perfeitas e fazem qualquer coisa que a mente pervertida exija. 

No livro A Batalha de Todo Homem (Mundo Cristão), os co-autores Stephen Arterburn e Fred Stoeker colocam o problema para o qual se propõem oferecer soluções: “Você [homem] está em uma posição difícil, vive em um mundo levado pela maré de imagens sensuais, disponíveis 24 horas por dia, em uma grande variedade de mídias: impressos, televisão, vídeos, internet – até mesmo telefones. Mas Deus lhe oferece a liberdade da escravidão do pecado através da cruz de Cristo, e foi Ele que criou os seus olhos e a sua mente com a capacidade de serem treinados e controlados. Basta permanecer firme e andar, pelo Seu poder, no caminho correto.” Essa é a batalha do título do livro – contra a sensualidade deturpada e a imoralidade – e o “caminho correto” é apontado pelos autores, por meio de seu próprio testemunho de queda e vitória.

Depois de falar de sua vida imoral e promíscua, Fred relata sua conversão, mas afirma que ainda havia “datalhes” para serem entregues a Jesus. E esses detalhes o impediam de crescer na fé. Ele diz: “Nunca conseguia olhar Deus nos olhos. Nunca conseguia adorá-Lo completamente. Pelo fato de sonhar com outras mulheres e preferir me divertir mentalmente com as lembranças das conquistas sexuais do passado, eu sabia que era um hipócrita e continuava a me sentir distante de Deus. ... Minha vida de oração era débil. ... Meu casamento também passava por maus momentos. Por causa do meu pecado, eu não conseguia confiar totalmente em Brenda, sem deixar de temer que ela pudesse me abandonar mais tarde. ... Na igreja, eu era um engravatado oco. ... Finalmente eu estabeleci a conexão entre minha imoralidade sexual e minha distância de Deus. Eu estava pagando multas pesadas em todas as áreas da minha vida. Tendo eliminado os adultérios e a pornografia visível, eu parecia puro exteriormente, para as outras pessoas. Mas para Deus faltava muita coisa. Eu havia encontrado meramente um terreno intermediário, algum lugar entre o paganismo e a obediência às leis de Deus.”

Você conhece algum homem assim? Fred era o tipo, mas pelo poder de Deus conseguiu tornar-se um homem puro e feliz em seu casamento – alcançou a sensualidade pura. Mas como? Afinal, o que o homem que enfrenta esse tipo de luta deve fazer? Os autores sugerem a construção de três “perímetros de defesa”: (1) com os olhos, (2) em sua mente e (3) em seu coração. O objetivo é a pureza sexual, e o livro traz uma boa definição disso: “Você é sexualmente puro quando seu prazer sexual provém de ninguém ou nada além de sua esposa.”

No primeiro perímetro (o dos olhos), a proposta é fazer uma aliança com os olhos, exatamente como fez Jó: “Fiz uma aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela?” Jó 31:1. Para isso, são necessárias duas etapas: (1) fazer um estudo de si próprio. Como e onde você está sendo mais atacado? (2) Definir sua defesa para cada um dos maiores inimigos que você identificou. Quais são as fontes mais óbvias e abundantes de imagens sensuais, além de sua esposa? Para onde você olha com mais freqüência? Onde você é mais fraco?

Sobre imagens sensuais que aparecem em comerciais de TV, por exemplo, a recomendação é mudar de canal imediatamente. “Quando seus filhos o observarem mudar de canal, você servirá de exemplo vivo de santidade em sua casa, e isso lhes servirá de ótimo exemplo.” E sobre filmes? “Temos uma ótima regra em casa. Qualquer vídeo inapropriado para as crianças será provavelmente inapropriado para os adultos. Com essa regra em vigor, os filmes sensuais nunca foram um problema em nosso lar.”

Com o segundo perímetro (a mente), “você não só bloqueia os objetos de luxúria, como também os avalia e os captura”, explicam os autores. “Um versículo-chave para apoiá-lo nesse estágio está em 2 Coríntios 10:5: ‘Levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo.’” Segundo eles, a meta é privar os olhos de todas as coisas sensuais além da esposa. Para os solteiros, isso significa distanciar os olhos de todas as coisas sensuais. “Isso o ajudará a vencer o desejo pelo sexo antes do casamento com a mulher que namora”, garantem. “Se você privar seus olhos assim como os homens casados, verá sua companheira como uma pessoa, e não como um objeto.”

Exemplo da mulher islâmica 

Uma notícia que surpreendeu muita gente foi o aumento da exportação de lingeriesbrasileiras para os países islâmicos, um crescimento na ordem de 160%. Cobertas da cabeça aos pés pela burca, as mulheres que as usam se preocupam em ser sensuais – para o marido. E o restante dos homens não tem nada a ver com isso. Enquanto elas escondem e preservam o “mistério”, as ocidentais escancaram, de tal forma que o corpo feminino não tem mais segredo a ser revelado. Esqueceram que, conforme escreveu a jornalista Lucia Sauerbronn, “sensualidade nada tem que ver com exposição. Sedução não é vulgaridade. Intimidade é um negócio a dois”, no casamento, é claro.

Evidentemente que a comparação com as muçulmanas não deve ser levada às últimas conseqüências. Mas o princípio da modéstia não pode ser passado por alto, ainda que isso signifique para o cristão remar contra a maré.

No A Batalha de Todo Homem, à página 37, os autores apresentam o desabafo do jovem Thad, que estava se recuperando da dependência de drogas e procurando se tornar membro de uma igreja. Ele diz: “Eu quero ser livre, mas estou ficando cada vez mais frustrado e enfurecido com a igreja. A Bíblia diz que as mulheres devem se vestir de forma modesta, mas elas não agem assim. As mulheres solteiras estão sempre usando as últimas (e mais agarradas) roupas da moda. Eu olho para elas, mas tudo o que vejo são curvas e pernas. Sabe aquela saia que tem um racho mostrando quase toda a coxa? Então, essa coxa cintila a cada passo. Eu fico completamente irado. Por que elas fazem com que tudo seja mais difícil?”

Não é preciso usar burca. Mas o cuidado com a indumentária, isso sim, é necessário.

Alvo possível?

O escritor Julio Severo dá alguns conselhos para se vencer na área sexual: “Homens, quando surge uma fantasia sexual, não podemos acompanhá-la. Se entregarmos a mente só um minuto, teremos mais dificuldades para vencer quando outras fantasias aparecerem. Se seu problema são as revistas, fique longe das bancas de jornais. Se é a internet ou a TV por assinatura, desconecte-se. Se os catálogos de roupas femininas da sua esposa são uma tentação para você, converse com ela e peça-lhe que cancele sua assinatura. O que estou querendo dizer é que é preciso tomar a decisão de parar antes que se perca o controle. Faça como José: fuja da tentação sexual (Gn 39:10-12). Se você sente que já está além de suas forças, há pessoas que podem ajudar. Mulheres, é hora de despertar. Vocês precisam compreender as dificuldades que seus maridos e filhos têm para proteger a mente e mantê-la pura. Vocês precisam entender que cenas e imagens têm um impacto muito forte na mente masculina. ... As meninas precisam entender que elas podem com muita facilidade se tornar o alvo da fantasia dos homens. Quando rebaixam seus padrões e levantam a barra da saia, vocês ajudam a alimentar a imaginação e os impulsos de outros homens.”

A sensualidade pura é um alvo a ser buscado. Para o bem do homem, da mulher, da família, da igreja e da sociedade. Será que isso é possível neste mundo tão corrompido? Sim, mas somente com a força que vem dAquele que planejou a sexualidade humana – o Deus Criador.


Livro: "Sexo não é problema (lascívia, sim)"


O livro Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim), de Joshua Harris (Editora Cultura Cristã, 122 p.) é um bom exemplo de franqueza e clareza no que diz respeito aos efeitos da lascívia nos relacionamentos e na vida espiritual. Harris é pastor evangélico nos Estados Unidos, casado e pai de dois filhos. À medida que apresenta seus estudos e conselhos, ele recheia o livro com experiências de sua própria juventude e vida adulta, deixando claro que não se trata de um escritor de “outro planeta” falando para leitores a respeito de algo pelo que não é atingido e que, portanto, desconhece. Harris, como muita gente (e muitos cristãos) teve problemas com masturbação e pensamentos impuros, mas garante que, com o poder de Deus, é possível ter uma vida de pureza num mundo tremendamente impuro.

O livro é dividido em três partes. Na primeira, o autor define lascívia e deixa claro que a natureza sexual do ser humano foi criada por Deus e que o sexo não é problema. O problema é o pecado que deturpa tudo o que toca. “Uma pessoa ser atraente não é errado; mas despir aquela pessoa com seus olhos ou imaginar o que seria tê-la é. Um pensamento sexual que surge em sua mente não é necessariamente lascívia, mas pode se tornar lascívia rapidamente se é acolhido e alimentado constantemente. Uma excitação sexual no casamento não é pecado, mas pode ser corrompida com a lascívia se não for equilibrada com paciência e limitação”, define Harris. 

A segunda parte é mais prática. Ali é dito que a “lascívia é mantida viva e nossas fraquezas são fortalecidas por meio das pequenas provisões que nós lhe oferecemos”. Exemplo: locais tentadores, televisão, jornais e revistas, música, livros, internet, caixa do correio (catálogos de lingerie, propagandas com fotos indecentes, etc.). O autor nos convida a identificar os meios pelos quais a lascívia pode nos alcançar e a erigir “muros” de proteção. Em seguida, Harris mostra como a lascívia alcança moças e rapazes e mostra como ambos os sexos podem se ajudar mutuamente a manter a pureza de pensamentos e atitudes. 

Trecho interessante: “A lascívia obscurece e torce a verdadeira masculinidade e feminilidade de maneira nociva. Transforma o desejo bom de um homem de conquista emcaptura usufruto, bem como todo o desejo bom de uma mulher de ser linda em seduçãomanipulação. Geralmente, parece que homens e mulheres são tentados pela lascívia de duas maneiras singulares: os homens são tentados pelos prazeres que a lascívia oferece, enquanto as mulheres são tentadas pelo poder [de controle e manipulação] que a lascívia promete.”

No capítulo seguinte, o pastor Joshua aborda o “sexo egocêntrico”, ou seja, a masturbação. Ele cita Jeffrey Black, que escreveu: “O objetivo da pornografia e da masturbação é criar um substituto para a intimidade. A masturbação é o sexo consigo mesmo. Se faço sexo comigo mesmo, não tenho de investir em outra pessoa. As pessoas que são viciadas em pornografia não são tão viciadas nesse tipo horrível de material quanto são viciadas no egocentrismo. Elas se comprometem em servir a si mesmas, fazendo tudo que podem para achar um modo conveniente para não morrer para si mesmas, que é a natureza do companheirismo em um relacionamento.” Então, Harris, falando de seu próprio casamento, diz que ele e a esposa decidiram que o prazer sexual deve ser algo em que dependam um do outro. “Queremos que o desejo sexual seja algo que nos una como um casal.”

Depois de falar sobre o perigo freqüentemente ignorado da lascívia na mídia (que acaba por alimentar o desejo sexual impróprio), Harris apresenta as “estratégias para mudança a longo prazo” na terceira e última parte do livro. Segundo ele, primeiramente é necessária uma vida de íntima comunhão com Deus para que a pureza que vem do Céu revista nossa vida. Além disso, é preciso fazer um pacto como o feito por Jó: “Fiz aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela?” (31:1). Harris cita ainda vários textos bíblicos vitais na luta pela pureza, como o Salmo 119:9-11: “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a Tua palavra. De todo o coração Te busquei; não me deixes fugir aos Teus mandamentos. Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti.” 

Harris finaliza citando Gálatas 6:7-9, fazendo eco às palavras de Paulo que diz que aquilo que semearmos, certamente colheremos. Se semeamos para o Espírito, colheremos pureza e felicidade. Mas se nos alimentamos de impureza, teremos pensamentos e atos correspondentes.

Conforme escreveu Thomas Watson: “Um homem piedoso não irá até onde ele pode, para que não vá mais adiante do que ele deve.”

Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim) é um livro no mínimo necessário.


Fonte: Criacionismo.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Dias difíceis para os evolucionistas - mais duas "evidências" NÃO evoluem...

Evolução? Não! Invenção mesmo!!
Fósseis que não eram fósseis e ossos de patas que não eram patas…
A vida não está nada fácil para os evolucionistas, afinal, duas evidências apresentadas ad nauseam na imprensa, em artigos científicos e livros didáticos simplesmente caíram por terra com novas e mais acuradas pesquisas científicas.
O primeiro caso trata-se dos chamados “fósseis mais antigos do mundo” – os microfósseis de supostos 3,4 bilhões de anos de Apex Chert. De acordo com os pesquisadores, pilhas de minerais acabaram manchadas durante a circulação de fluidos, dando a impressão de haver fósseis dentro das rochas – mas não havia nada. Os novos dados foram publicados na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
O segundo caso é o da “pata” das baleias. Quem já não ouviu o mito evolucionista segundo o qual a vida terrestre teria surgido a partir de vertebrados que deixaram o ambiente aquático para viver em terra firme? Segundo os evolucionistas, alguns desses animais teriam voltado a viver na água, centenas de milhões de anos depois de terem saído de lá. Os ancestrais das baleias seriam um exemplo desses migrantes. E a grande “prova” apresentada pelos defensores dessa hipótese são alguns ossos encontrados no corpo das baleias e que parecem ser o que teria sobrado de patas primitivas de algum ancestral delas. Dizia-se que esses ossos não tinham função alguma, e por isso eram tratados como “órgãos vestigiais” capazes de “comprovar” o suposto passado terrestre dos ancestrais da baleia.
Pois bem, essa foi outra “prova” detonada pelos fatos e pela pesquisa séria. Novos estudos indicam que esses ossos pélvicos não têm nada a ver com patas primitivas. E definitivamente não se trata de “órgãos vestigiais”. Eles têm uma função importante: apoiar os músculos que controlam o pênis da baleia. Resumindo: aqueles ossos têm funções reprodutoras e não locomotoras. A pesquisa foi publicada por J. P. Dines, com o título “Sexual selection targets cetacean pelvic bones” (Evolution, 3/11/2014).
Imagine o trabalhão (e o gasto) que os editores de livros didáticos que apoiaram por anos essas historinhas terão para reescrever tudo…
Nada como um dia depois do outro e uma pesquisa depois da outra.
Fonte: Criacionismo.

E aí "Evolução", onde estão as patas da baleia?? (#Tirinha)


Cronobiologia comprova o ciclo ciraceptano - ciclo de descanso do corpo humano a cada 7 dias!

Já é conhecido que o corpo humano mantém seu próprio relógio biológico. Ele possui um “ritmo circadiano” interno de 24 horas que impulsiona o aumento e a diminuição de muitas moléculas. Esse relógio também afeta a forma como reagimos à medicina. Por exemplo, a cisplatina, medicamento contra o câncer, é mais eficaz e menos tóxica se for administrada à noite. Adriamicina, por outro lado, é potencializada se for administrada de manhã. Ademais, também é verdade que o ser humano precisa descansar. Diante disso, cientistas cronobiólogos comprovaram o chamado “ritmo do sétimo dia”, ou “ciclo circaceptano”. Esse ciclo é um descanso que se repete a cada sete dias, sendo considerado um ritmo inteligente devido ao descanso ser uma necessidade biológica. Esse assunto é abordado pela Cronobiologia, uma novidade dentro da Biologia, em que os especialistas se aventuram em percorrer os caminhos dos ritmos biológicos, seus movimentos oscilatórios, sua ligação com o ambiente externo, como essas informações são recebidas e transmitidas através de um mundo pulsante para uma melhor abordagem da verdadeira natureza humana. A cronobiologia tem documentado o quanto os seres humanos são altamente rítmicos. A maioria dos muitos tique-taques de relógios é difícil de detectar; eles operam logo abaixo da consciência humana. Inatos e escondidos na estrutura celular, os mistérios do tempo biológico têm esperado que o poder de resolução dos computadores modernos os revele.

Jeremy Campbell diz em seu livro: “O ritmo circaceptano é uma das grandes surpresas que surgiram pela Cronobiologia moderna. Há [alguns anos], poucos cientistas teriam esperado que ciclos biológicos de sete dias viessem a ser tão difundidos e estabelecidos [...]. Eles são de origem muito antiga, aparecendo em primitivos organismos unicelulares, e são pensados para estar presentes mesmo em bactérias, a forma mais simples de vida agora existente” (p.75).[1]

Uma das descobertas surpreendentes de Franz Halberg é a de um ritmo inato de cerca de sete dias que ocorre em uma alga primitiva de supostos cinco milhões de anos na linha evolutiva de tempo.[2] Devido a suas células microscópicas se assemelharem a uma taça de champanhe graciosa, a alga (planta) é popularmente conhecida como “copo de vinho da sereia” (Acetabularia mediterranea). Quando essa alga “primitiva” está sujeita a horários artificiais alternados de luz e pequenos momentos escuros ao longo de muitos dias, essa única célula intacta é de alguma forma capaz de traduzir toda a influência da luz e do escuro em medidas de uma semana de sete dias.

A existência de tais ritmos circaceptanos endógenos precisos (incluindo a precisa excreção de sete dias de 17-cetosteróides [metabólitos urinários] em homens saudáveis) sugere que todos os ritmos circaceptanos são realmente endógenos − descritos como um “built-in” (geneticamente determinado) sobre o período exato de sete dias.[3] Parece, no entanto, que esses ritmos endogenamente derivados são capazes, ao mesmo tempo, de responder às influências externas (reflexos circadianos do dia e da noite ou indução das marés lunares). [2-5]

À primeira vista, pode parecer que os ritmos semanais (como a semana de sete dias) foram impostos e herdados por uma cultura humana de milhares de anos atrás.[6] No entanto, essa teoria não se sustenta quando se percebe que o ciclo circaceptano ocorre em outros seres vivos, além de humanos. Portanto, a Biologia, não a cultura, é, provavelmente, a fonte do ciclo semanal de sete dias.[7] Aliás, a França (1793-1805) mudou a semana de sete dias para uma semana de dez dias, e a União Soviética (1929-1940) a mudou para uma semana de cinco dias, ambos os países acreditando que os sete dias fossem mera influência religiosa. A experiência da mudança terminou em fracasso completo em ambos os países, e a semana voltou ao seu modelo original.[8]

Para Campbell, esse ritmo inato tem a ver com a lógica interna do corpo, não com a lógica externa do mundo.[1] Mas não para por aí: experimentos envolvendo ratos, moscas, plantas, artrópodes, abelhas, besouros e outras formas de vida revelaram ritmos circaceptanos semelhantes ao do “copo de vinho da sereia”.[2, 4, 5, 9] Segundo Campbell, “a estrutura temporal interna, em algumas de suas manifestações, parece determinar a estrutura do tempo exterior, em lugar do contrário. Ritmos de cerca de sete dias surgiram em milhões de criaturas vivas anos antes de a semana do calendário ser inventada, e pode ser a razão pela qual ela foi inventada” (p. 83).[1]

Além disso, um ciclo de sete dias foi encontrado em flutuações da pressão sanguínea, no conteúdo ácido no sangue, em hemácias, no batimento cardíaco, na temperatura oral, na temperatura da mama feminina, na química e no volume da urina, na taxa entre dois importantes neurotransmissores – noradrenalina e adrenalina –, e no aumento e diminuição de várias substâncias químicas do corpo, como o hormônio de enfrentamento do estresse, o cortisol.[3, 7, 10] Para Perry e Dawson, “os ritmos semanais parecem mais fácil de ser detectados quando o corpo está sob estresse, como quando ele está se defendendo contra um vírus, bactéria ou outro intruso prejudicial. Por exemplo, os sintomas do resfriado (que são realmente sinais de que o corpo está se defendendo contra um vírus) passam em cerca de uma semana” (p. 22).[6]

Outra curiosidade diz respeito à associação entre o descanso no sétimo dia da semana e a longevidade humana. Pesquisas afirmam que indivíduos que descansam no sétimo dia da semana possuem uma expectativa de vida maior que outros que não o fazem.[11, 12, 13] Os números apontam para um acréscimo de vida de 4 a 10 anos a mais, devido ao descanso nesse dia representar uma forma cultural de gestão do estresse e diminuição da pressão sobre o organismo humano.

Atualmente, muitos hospitais estão evitando cirurgias eletivas no sétimo dia da semana, isso porque o transplante de órgãos, por exemplo, também é afetado devido ao repouso do sistema imunológico nesse dia.[3] Campbell explica: “Quando um paciente humano recebe um transplante de rim, há um ritmo de cerca de sete dias, um aumento previsível e queda na probabilidade de que o sistema imunológico do corpo rejeitará o novo rim. Um pico principal de rejeição ocorre sete dias após a operação, e quando um soro é dado para suprimir a reação imune, uma série de picos ocorre, com o aumento do risco de rejeição, em uma semana, duas semanas, três semanas e quatro semanas” (p. 76).[1]

Quanto mais fundo se investiga o funcionamento interno da vida, uma ainda mais complexa, intrincada e maravilhosa exibição de projeto começa a aparecer. O Designer não apenas deixou Suas impressões digitais em tudo o que projetou, como também deixou Seu “cartão de visitas” contido nas células vivas, dizendo aos seres humanos o momento em que Ele projetou a vida: em uma semana de sete dias. Foi quando Ele encerrou o relógio da vida e o definiu, assinalando em cada uma de suas formas um ritmo de sete dias. É o ritmo do projeto ideal; uma sincronia para viver e funcionar como planejado.

(Everton F. Alves é mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Maringá)

Referências:

1. Campbell J. Winston Churchill’s Afternoon, Nap. New York: Simon and Schuster, 1986.
2. Halberg F. Quo Vadis Basic and clinical Chronobiology: promise for health maintenance. Am J Anat. 1983; 168(4):543-594.
3. Levi FHalberg F. Circaseptan (about-7-day) bioperiodicity - spontaneous and reactive -and the search for pacemakers. Ric Clin Lab. 1982 Apr-Jun;12(2):323-70. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7111982
4. Meyer-Rochow VBBrown PJ. Possible natural circaseptan rhythm in the beach beetle Chaerodes trachyscelides white. Acta Neurobiol Exp (Wars). 1998; 58(4):287-90. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9949556
5. Mikulecky MBounias M. Worker honeybee hemolymph lipid composition and synodic lunar cycle periodicities. Braz J Med Biol Res. 1997; 30(2):275-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9239316
6. Perry S, Dawson J. The Secrets Our Body Clocks Reveal. New York: Rawson Associates, 1988.
7. Haus E .Chronobiology in the endocrine system. Adv Drug Deliv Rev. 2007; 59(9-10):985-1014.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17804113
8. Zerubavel E. The Seven Day Circle. Chicago: Univ. of Chicago Press, 1985.
9. Schweiger HGBerger SKretschmer HMörler HHalberg ESothern RBHalberg F. Evidence for a circaseptan and a circasemiseptan growth response to light/dark cycle shifts in nucleated and enucleated Acetabularia cells, respectively. Proc Natl Acad Sci U S A. 1986; 83(22):8619-23. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/3464973
10. Lee MSLee JSLee JYCornélissen GOtsuka KHalberg F. About 7-day (circaseptan) and circadian changes in cold pressor test (CPT). Biomed Pharmacother. 2003; 57(Suppl 1):39s-44s.
11. Buettner D. The secrets of long life. (Cover story). Nat Geogr 2005; 208:2-27.
12. Buettner D. The Blue Zones: Lessons for Living Longer from the People Who’ve Lived the Longest. Washington, D.C.: National Geographic Society, 2009.
13. Lee JW, Morton kr Walters J, Bellinger DL, Butler TL, Wilson C, Walsh E, Ellison CG, McKenzie MM, Fraser GE. Cohort Profile: The biopsychosocial religion and health study (BRHS). Int J Epidemiol. 2009; 38(6): 1470–1478.

Fonte: Criacionismo.

Rosane Collor confirmou: Fernando Collor e magia negra sempre andaram juntos!

Em uma entrevista reveladora, Rosane Collor contou a Reinaldo Gottino, apresentador do "Balanço Geral", da Record, detalhes sobre a vida ao lado do presidente Fernando Collor de Mello.

Na matéria, exibida nesta quinta-feira [23/4/2015], ela garante que, depois de 22 anos com Collor, saiu do casamento sem nada, passou por várias humilhações e enfrentou um aborto após se submeter a um tratamento de fertilização assistida com Roger Abdelmassih. 

Além disso, ela revela rituais de magia negra que fizeram parte da vida do casal, inclusive contra Silvio Santos. Leia trechos do bate papo abaixo: 


Rituais de magia negra
"Logo depois que me casei, ele (Fernando Collor de Mello) resolveu me levar para um pai de santo. Quando casei com ele, ele disse que era proteção. Ele dizia: 'não se preocupe, não é nada para prejudicar'. Com o tempo, pelo menos uma vez por mês, ele fazia uns trabalhos. Até a época do governo de Alagoas, era muito pouco. Aí, depois, ele começou a acreditar em uma mãe de santo e começou a fazer trabalhos. Eu não gostava, me sentia mal. No começo, era matança de galinhas, coisas pequenas. Depois, começamos a ir a Arapiraca, e os trabalhos eram com animais pesados".

"Até a chegada à presidência, deu tudo certo (com os rituais). Inclusive, saiu a foto da mãe de santo subindo a rampa do Planalto ao lado do Fernando (na posse). Depois, ele começou a deixar a mãe de santo de lado porque estava pedindo coisas que não estavam acontecendo".

Magia contra Silvio Santos
"A gente foi a Belo Horizonte, falar com o Marcos Coimbra, da Vox Populi, e ele disse que só tinha uma pessoa que iria atrapalhar a chegada de Fernando à presidência: o Silvio Santos. Foi pedido um trabalho para Silvio Santos não ser candidato à presidência da República. No caso da mãe Cecília, ela fazia trabalho para todos. O objetivo era Fernando chegar à presidência da República". (Em novembro de 1989, com a campanha eleitoral para a Presidência do Brasil já em andamento, Silvio tentou ser candidato pelo pequeno Partido Municipalista Brasileiro, mas, a alguns dias da eleição, o registro de candidatura foi impugnado pelo Tribunal Superior Eleitoral, por irregularidades). 


Tratamento com Abdelmassih
"Fiz um tratamento e consegui engravidar com o doutor Roger Abdelmassih. Estava grávida de três meses e fiquei com medo de viajar, mas o Fernando insistiu. Fui para Maceió, foi só um dia de trabalho. No pouso de volta a Brasília, teve uma pane, comecei a sangrar. Liguei para o doutor Roger esperando para vir a São Paulo. Depois de 15 dias, naturalmente, eu abortei"

"Frequentava a casa do doutor Roger e ele frequentava a casa de vários amigos meus. Quantas mulheres como eu sonhavam em ser mãe e ele fazia isso"

Humilhações
"A descida da rampa (após o Impeachment) foi difícil, o pior momento. Mas acho que o amei mais quando ele não tinha nada do que quando ele tinha tudo".

Fonte: O Dia.

domingo, 26 de abril de 2015

Da dependência das drogas à dependência de Deus! (#HistóriasPraMudarSuaHistória)

Salomão teve uma adolescência escravizada... Ele deixou seus "amigos" influenciarem suas decisões e começou a fumar e a usar drogas. Ele experimentou todas as drogas que ele conseguiu obter e muitas vezes ficou fraco porque não se alimentava! Alimentar o vício era sua única preocupação.

Salomão e seus companheiros estavam sempre juntos fumando e consumindo drogas. Eles acabaram formando uma quadrilha e, muitas vezes, ele brigou com outros adolescentes! Certo dia, sob o efeito das drogas, ele pegou um facão e partiu para atacar seu próprio pai. Mas uma voz gritou para ele: "Pare!" Imediatamente ele deixou cair o facão como se estivesse pegando fogo!

"Ajude-me, por favor!", Ele gritou. Sua família o levou para um hospital psiquiátrico para tratá-lo. Mas o hospital o manteve por apenas alguns dias.

A avó de Salomão orava por ele dia após dia e encorajou-o a ir à igreja com ela e deixar Deus curá-lo. Salomão até foi e chegou a sentir o amor de Deus chamando-o. Mas, mesmo assim, ele continuou sua escravidão por mais 10 anos...

Até que sua avó e seu pai morreram. As duas pessoas que mais tentaram ajudá-lo se foram! Então, finalmente Salomão não conseguia mais fugir de Deus. Ele desistiu de sua teimosia e entregou sua vida a Deus. Quantos anos se passaram até que ele desse ouvidos à voz de Deus!

Salomão não sabia para qual igreja ir. Ele visitou várias até se sentir bem numa igreja bíblica. Lá, ele assistiu ao pastor batizando alguém, e instantaneamente ele sabia o que deveria fazer. Ele foi até o ministro e pediu para ser batizado. O pastor revisou algumas doutrinas bíblicas com ele e só então Salomão nasceu novamente através das águas batismais!

O arrependimento de Salomão era real! Ele servia a sua comunidade cristã e a Deus com alegria e fidelidade! Vários membros de sua família têm entregado seus corações a Jesus Cristo por causa do testemunho dele!

Recentemente ele realizou sua própria série evangelística e levou sete pessoas para Jesus!

Salomão compartilha sua fé no ônibus, com estranhos na rua e por onde ele passa. "Durante anos eu fui escravo do vício; hoje sou comprometido com Deus para ensinar a Bíblia para as pessoas", diz ele. Como ele está ansioso para empregar bem o tempo que lhe resta, totalmente para Deus!

Fonte: Sabath School Net.Tradução e alterações a partir do original por Hendrickson Rogers.

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