sexta-feira, 18 de novembro de 2011

As 7 últimas Pragas, o Espírito Santo, a Trindade do Mal e os Selados!


As Sete Pragas e o Espírito Santo Depois disso olhei, e vi que se abriu no céu o santuário, o tabernáculo da aliança [ou “do Testemunho” (Almeida Atualizada), dos Dez Mandamentos; cf. Êx 40:20]. Saíram do santuário os sete anjos com as sete pragas. Eles estavam vestidos de linho puro e resplandecente, e tinham cinturões de ouro ao redor do peito. E um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro cheias da ira de Deus, que vive para todo o sempre. O santuário ficou cheio da fumaça da glória de Deus e do seu poder [lembre-se que o Senhor Jesus e o Senhor Pai estão lá dentro; cf. Ap 3:21], e ninguém podia entrar no santuário enquanto não se completassem as sete pragas dos sete anjos. Então ouvi uma forte voz que vinha do santuário dizendo aos sete anjos: ‘Vão derramar sobre a terra as sete taças da ira de Deus’” (Ap 15:5-16:1, NVI). Os selamentos terminaram! O juízo de Cristo foi concluído e a porta da graça se fechou. A chuva das pragas começa a cair. “O primeiro anjo foi e derramou a sua taça pela terra” (16:2).  Mas, sobre quem? Sobre os que rejeitaram o convite para entrar e descansar na arca, isto é, o convite para entrar em aliança com Jesus e receber o “selo do Deus vivo” (Ap 7:2). Portanto, assim como “nos dias de Noé” (Mt 24:37) houve um momento a partir do qual o destino de toda humanidade viva estava selado e esse momento foi o fechamento da porta da arca, assim também ocorrerá muito em breve quando o julgamento pré-advento terminar – uns estarão selados para a vida eterna e outros para a morte eterna! A pergunta é: qual a arca de Noé do tempo do fim? Perceba primeiramente que, não é completo e pode até não ser correto (dependendo do contexto) dizer que foi a arca que salvou Noé e sua família. Foi JAVÉ quem apontou a Noé o que ele deveria fazer. Foi JAVÉ quem deu todas as orientações e as ordens necessárias para a salvação daqueles que desejavam atendê-Lo. E foi JAVÉ quem desviou o dilúvio da arca, pois, se as águas fizeram estragos no planeta inteiro, quem as impediria de afundar a arca senão Deus?! Então, a arca se tornou um marco, uma linha divisória visível entre os salvos e os condenados, de modo que os que estavam do lado de dentro da arca não foram atingidos pelo Dilúvio, pela graça de JAVÉ e por escolherem obedecê-Lo, enquanto os que menosprezaram as chances e as ordens divinas e escolheram permanecer do lado de fora, souberam de sua condenação quando as primeiras gotas da retribuição de Deus começaram a cair! “Saiu, pois, o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem, sobrevieram úlceras malignas e perniciosas” (Ap 16:2). Após o fechamento da porta da graça no Santuário celestial o qual contém os nomes que permaneceram inscritos no Livro da vida, os salvos ou selados, as primeiras gotas da retribuição de Deus novamente cairão sobre os condenados, “os portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem”.  “E abriram-se feridas malignas e dolorosas naqueles que tinham a marca da besta e adoravam a sua imagem. O segundo anjo derramou a sua taça no mar, e este se transformou em sangue como de um morto, e morreu toda criatura que vivia no mar. O terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes de águas, e eles se transformaram em sangue. Então ouvi o anjo que tem autoridade sobre as águas dizer: "Tu és justo, tu, o Santo, que és e que eras, porque julgaste estas coisas [sim, o julgamento pré-advento terminou! Cf. Dn 7:26]; pois eles derramaram o sangue dos teus santos e dos teus profetas, e tu lhes deste sangue para beber, como eles merecem". E ouvi o [ou do] altar responder: "Sim, Senhor Deus todo-poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos". O quarto anjo derramou a sua taça no sol, e foi dado poder ao sol para queimar os homens com fogo. Estes foram queimados pelo forte calor e amaldiçoaram o nome de Deus, que tem domínio sobre estas pragas; contudo se recusaram a se arrepender e a glorificá-lo [ausência do Espírito Santo ou ainda estão caminhando para a confirmação de seu “pecado eterno”? Cf. Jo 16:8 e Rm 2:4. Possivelmente a segunda possibilidade, pois o profeta João sabia muito bem sobre “pecado para a morte” e “pecado não para a morte”, I Jo 5:16,17. Certamente ele não mencionaria a expressão “arrependimento” se o Senhor Espírito já tivesse Se retirado, pois é impossível chegar ao arrependimento bíblico em Sua ausência! Certamente é possível estar pedido mesmo ainda caminhando para o “pecado eterno”, mesmo ainda sob a atuação do Espírito de Deus, como vimos no caso “Saul”!]. O quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino ficou em trevas. De tanta agonia, os homens mordiam a própria língua, e blasfemavam contra o Deus do céu, por causa das suas dores e das suas feridas; contudo, recusaram-se a arrepender-se das obras que haviam praticado [mais uma evidência da atuação infrutuosa de Deus sobre os adoradores da besta?]. O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates, e secaram-se as suas águas para que fosse preparado o caminho para os reis que vêm do Oriente [possivelmente o Pai e Jesus Cristo, Mt 26:64].

O Papado, o Falso Protestantismo e o Espiritismo Então vi saírem da boca do dragão [de Satanás ou do espiritismo; cf. Ap 12:9, Gn 3:4 e Ap 13:2,4], da boca da besta [do papado; cf. Ap 16:2, 13:3,5 e Dn 7:8, 21,24 e 25] e da boca do falso profeta [protestantismo apostatado e EUA; cf. Ap 19:20 e 13:11-14] três espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios que realizam sinais miraculosos; eles vão aos reis de todo o mundo, a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso. "Eis que venho como ladrão! Feliz aquele que permanece vigilante e conserva consigo as suas vestes, para que não ande nu e não seja vista a sua vergonha". Então os três espíritos os reuniram no lugar que, em hebraico, é chamado Armagedom. O sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e do santuário saiu uma forte voz que vinha do trono, dizendo: "Está feito!" Houve, então, relâmpagos, vozes, trovões e um forte terremoto. Nunca havia ocorrido um terremoto tão forte como esse desde que o homem existe sobre a terra. A grande cidade foi fracionada em três partes, e as cidades das nações se desmoronaram. Deus lembrou-se da grande Babilônia e lhe deu o cálice do vinho do furor da sua ira. Todas as ilhas fugiram, e as montanhas desapareceram. Caíram sobre os homens, vindas do céu, enormes pedras de granizo, de cerca de trinta e cinco quilos cada; eles blasfemaram contra Deus por causa do granizo, pois a praga fora terrível” (Ap 16:2-21, NVI).

Não haverá mortes entre os salvos selados Assim como as águas de Deus, no Dilúvio, não atingiram os selados salvos na arca, assim como os hebreus na terra de Gósen, no Egito, não sofreram uma sequer das dez pragas (Êx 8:22 e 9:4), os selados salvos no fim do tempo do fim não serão atingidos. Não haverá mais baixas nem notas de falecimento entre o povo de Deus após o fechamento da porta da graça, assim como foi no Dilúvio, “nos dias de Noé”! (Hendrickson Rogers)

Momentos anteriores e posteriores ao encerramento do Juízo no Santuário Celestial


O Espírito Santo e os perdidos Mas, se você analisar o que escrevi logo acima perceberá que ainda existe um probleminha para o Juiz: mesmo que Jesus conclua a lista com todos os nomes das pessoas que existiram na Terra, por quem Jesus morreu, sim, todos eles registrados no Livro da Vida, e desça ao nosso planeta para resgatar os que O escolheram como Deus, como Ele destruirá aqueles que tiveram seus nomes riscados no julgamento e continuaram com o Espírito, já que ainda não haviam cometido o “pecado eterno”? Realmente há a necessidade de uma decisão global sincrônica dos moradores da Terra vivos no período entre o fechamento da porta da graça (que é o mesmo que dizer fim do juízo pré-advento! Cf. Dn 12:1, 7:26, Ap 16:5 e 18:8,20 ) e o retorno glorioso e visível de Jesus! A Bíblia chama o clímax desse ínterim de “Armagedom”. Vamos entendê-lo.

Os Selamentos “Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, dizendo: Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus” (Ap 7:1-3). “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24:37). “Por causa das águas do dilúvio, entrou Noé na arca, ele com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos. E aconteceu que, depois de sete dias, vieram sobre a terra as águas do dilúvio” (Gn 7:7 e 10). Noé, o “pregador da justiça” (II Pe 2:5),  tipificando o Salvador Jesus, após terminar a construção da arca para salvar os que aceitaram o convite, “entrou Noé na arca”, “na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos” (I Pe 3:20); “e JAVÉ fechou a porta após ele” (Gn 7:16). Da mesma forma o Salvador subiu ao Céu para “preparar-vos lugar” (Jo 14:2) por meio de Sua intercessão à destra de Deus Pai (Hb 8:1,2 e 9:24) e, desde 1844, por meio do julgamento pré-advento onde Ele tira para sempre “os pecados de muitos” (Hb 9:28) purificando assim Seu ambiente de trabalho, o Santuário celestial (Hb 9:23) que contém registrados todos os atos, palavras e pensamentos dos pecadores (Ap 22:12, Mt 12:36,37 e I Co 4:5), e portanto, necessita uma purificação (Dn 8:14)! “E quando eu for e vos preparar lugar, voltarei” (Jo 14:3). Antes disso, porém, JAVÉ fechará novamente a porta da graça ao encerrar o julgamento, onde todos os casos terão sido pesados na balança do Juiz (Dn 5:27) e onde o veredito a respeito do destino eterno de cada pecador terá sido dado! O selamento dos salvos vivos (os 144.000) pelos anjos (Ap 7:3) e pelo Senhor Espírito (Ef 1:13 e 4:30) e dos rebeldes vivos pela “besta” (Ap 13:16-18) e pelo “dragão” (Ap 13: 4) será o último evento na Terra antes do fim do juízo anterior à vinda do Rei ou do fechamento da porta da graça ou ainda do começo das 7 pragas do Apocalipse!

Entre o fim do Julgamento e a vinda do Rei Não ocorrerá nada de diferente na vida aqui em nosso planeta no instante do término do grande julgamento. À semelhança do que aconteceu com os selados salvos na arca de Noé e com os selados perdidos fora dela durante aqueles longos 7 dias (Gn 7:10), o mundo prosseguirá em sua rotina – os santos continuarão a santificar-se e os imundos a sujar-se (cf. Ap 22:11). “Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro” (Mt 13:30). Entretanto, lá na atual capital do universo de Deus, o destino de todos já está patente aos assistentes judiciários do Senhor Jesus, do mesmo jeito que Noé e sua família escapariam do Dilúvio prestes a cair, quando entraram na arca, e os outros seres humanos, os rebeldes e ingratos, seriam afligidos inevitável e impiedosamente pelas águas de Deus, quando deliberadamente se recusaram a descansar na arca! (Hendrickson Rogers)

Continua...

Lista de todos os capítulos desta odisseia soterio-escatológica:
     D) O Juízo Final.

Se desejar, baixe o livro o Juízo, o qual é a reunião de todas estas pesquisas! É só clicar AQUI.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Arquitetura, cores e países!


Kansas City Public Library

Lutheran church in Reykjavík, capital da Islândia

Uma casa de ponta-cabeça, na Polônia

Uma casa distorcida, também na Polônia

Shopping Center Bull Ring, em Birmingham, Inglaterra

Projeto “Eden”, um jardim botânico na Cornuália, Inglaterra

Biblioteca em Nice, França

Complexo residencial do Edificio Mirado, em Madri, Espanha

Nautilus, uma casa muito pouco usual, situada nos subúrbios da Cidade do México.

Complexo residencial Habitat-67. Montreal, Canadá. A maior casa de madeira do mundo, ficava em Arkhangelsk, Rússia. Foi demolida em 2009.

Uma casa de Pedra em Portugal

Museu de Arte de Denver, EUA

Museu de Arte em Graz, Áustria.

Palácio Hauterive, na França.

Casas cúbicas em Roterdã, Holanda.

Casa Batlló, desenhada por Antonio Gaudi em Barcelona, Espanha

Teatro nacional da China, em Pequim.

Esta ponte fantástica fica em Seul, Coréia do Sul.



 Fonte: recebido por email. Edição por Hendrickson Rogers.

Professores versus Pais


Esta pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável:

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta
melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão'
em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Passe adiante! Precisamos começar JÁ! 
Uma criança que aprende o respeito

e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos,
inclusive em respeitar o planeta onde vive...

Fonte: recebido por email.

Nota: "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe 
(que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.
E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina
e na admoestação do Senhor"  (Ef 6:1-4). Hendrickson Rogers

Desafio aos professores: Aliar tecnologia e educação


Seja por meio de celular, computador ou TV via satélite, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos e professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil: exige treinamento dos mestres. A avaliação é de Guilherme Canela Godoi, coordenador de comunicação e informação no Brasil da Unesco, braço da ONU dedicado à ciência e à educação. “Ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.” O desafio é mundial. Mas pode ser ainda mais severo no Brasil, devido a eventuais lacunas na formação e atualização de professores e a limitações de acesso à internet – problema que afeta docentes e estudantes. Na entrevista a seguir, Godoi comenta os desafios que professores, pais e nações terão pela frente para tirar proveito da combinação tecnologia e educação.

Qual a extensão do uso das novas tecnologias nas escolas brasileiras?

Infelizmente, não existem dados confiáveis que permitam afirmar se as tecnologias são muito ou pouco utilizadas nas escolas brasileiras. Censos educacionais realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que a maioria das escolas públicas já tem à sua disposição uma série de tecnologias. No entanto, a presença dessas ferramentas não significa necessariamente uso adequado delas. O que de fato se nota é que ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.

Quais devem ser as políticas públicas para incentivar as tecnologias em sala de aula?

Elas precisam ter um componente fundamental de formação e atualização de professores, de forma que a tecnologia seja de fato incorporada no currículo escolar, e não vista apenas como um acessório ou aparato marginal. É preciso pensar como incorporá-la no dia a dia da educação de maneira definitiva. Depois, é preciso levar em conta a construção de conteúdos inovadores, que usem todo o potencial dessas tecnologias. Não basta usar os recursos tecnológicos para projetar em uma tela a equação “2 + 2 = 4″. Você pode escrever isso no quadro negro, com giz. A questão é como ensinar a matemática de uma maneira que só é possível por meio das novas tecnologias, porque elas fornecem possibilidades de construção do conhecimento que o quadro negro e o giz não permitem. Por fim, é preciso preocupar-se com a avaliação dos resultados para saber se essas políticas de fato fazem a diferença.

As novas tecnologias já fazem parte da formação dos professores?

Ainda é preciso avançar muito. Os dados disponíveis mostram que, infelizmente, ainda é muito incipiente a formação de professores com a perspectiva de criação de competências no uso das tecnologias na escola. Com relação à formação continuada, ou seja, à atualização daqueles profissionais que já estão em serviço, aparentemente nós temos avanços um pouco mais concretos. Há uma série de programas disponíveis que oferecem recursos a eles.

Para os alunos, qual o impacto de conviver com professores ambientados com as novas tecnologias?

As avaliações mais sólidas a esse respeito estão acontecendo no âmbito da União Europeia. Elas mostram que a introdução das tecnologias nas escolas aliada a professores capacitados têm feito a diferença em alguma áreas, aumentando, por exemplo, o potencial comunicativo dos alunos.

As relações dentro da sala de aula mudam com a chegada da tecnologia?

O que tem acontecido – e acho que isso é positivo, se bem aproveitado – é que a relação de poder professor-aluno ganha uma nova dinâmica com a incorporação das novas tecnologias. Isso acontece porque os alunos têm uma familiaridade muito grande com essas novidades e podem se inserir no ambiente da sala de aula de uma maneira muito diferente. Assim, a relação com o professor fica menos autoritária e mais colaborativa na construção do conhecimento.

É comum imaginar que em países com um alto nível educacional a integração das novas tecnologias aconteça mais rapidamente. Já em países em desenvolvimento, como o Brasil, onde muitas vezes o professor tem uma formação deficitária, a incorporação seja mais lenta. Esse pensamento é correto?

Grandes questões sobre o assunto não se colocam apenas para países em desenvolvimento. É o caso, por exemplo, de discussões sobre como melhor usar a tecnologia e como treinar professores. O mundo todo discute esses temas, porque essas novas ferramentas convergentes são um fenômeno recente. Porém, também é correto pensar que nações onde as pessoas são mais conectadas e têm mais acesso a dispositivos devem adotar a tecnologia em sala de aula de modo mais amplo e produtivo. Outro fenômeno detectado no mundo todo é o chamado “gap geracional”, ou seja, os professores não nasceram digitalizados, enquanto seus alunos, sim.

O senhor vê algum tipo de resistência nas escolas brasileiras à incorporação da tecnologia?

Não acredito que haja uma resistência no sentido de o professor acreditar que a tecnologia é maléfica, mas, sim, no sentido de que ele não sabe como utilizar as novidades. Não se trata de saber ou não usar um computador. Isso é o menor dos problemas. A questão em jogo é como usar equipamentos e recursos tecnológicos em benefício da educação, para fins pedagógicos. Esse é o pulo do gato.

Quais os passos para superar a formação deficitária dos professores?

A Unesco sintetizou em livros seu material de apoio, chamado Padrões de Competências em Tecnologia da Informação e da Comunicação para Professores. Ali, dividimos o aprendizado em três grandes pilares. O primeiro é a alfabetização tecnológica, ou seja, ensinamos a usar as máquinas. O segundo é o aprofundamento do conhecimento. O terceiro pilar é chamado de criação do conhecimento. Ele se refere a uma situação em que as tecnologias estão tão incorporadas por professores e alunos que eles passam a produzir conhecimento a partir delas. É o caso das redes sociais. É importante lembrar que esse processo não é trivial, ele precisa estar inserido na lógica da formação do professor. Não se deve achar que a simples distribuição de equipamentos resolve o problema.

Fonte: Veja.abril.com.br

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Ciência comprova Gn 3:15 - "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente"!


O Dr Justin Barret, pesquisador-chefe do “Centre for Anthropology and Mind” (Oxford), afirma que, devido à sua pressuposição de que tudo no mundo foi criado com um propósito, as crianças tem uma predisposição para acreditar Num Ser Supremo [Deus]. O Dr Barret afirma ainda que, mesmo que não tenham sido ensinadas nesse sentido(por familiares ou na escola), as crianças tem fé em Deus. Segundo o Dr Barret, mesmo aquelas crianças que tivessem sido criadas sozinhas no deserto haveriam de acreditar em Deus.
A preponderância das evidências científicas recolhidas durante os últimos ~10 anos tem mostrado que há muito mais coisas que parecem estar pré-programadas no desenvolvimento natural da mente infantil do que nós pensávamos anteriormente.
Isto inclui uma predisposição para ver o mundo natural como um lugar com propósito e como o resultado de um acto criativo, e que um Ser Inteligente está por trás do propósito presente no mundo natural.
Assim afirmou o Dr Barret.
Se puséssemos um grupo de crianças numa ilha deserta e eles crescessem sozinhas, eu penso que eles haveriam de acreditar em Deus.
Numa apresentação no Faraday Institute” (Cambridge), o Dr Barrett citou experiências psicológicas feitas em crianças que, segundo o mesmo, mostram como elasinstintivamente acreditam que tudo foi criado com um propósito específico. De acordo com um estudo, crianças de 6 e 7 anos a quem foram perguntadas o porquê da existência da primeira ave, responderam “para fazer música agradável“, e“porque torna o mundo mais agradável".
Uma outra experiência feita em bebés de 12 meses sugeriu que elas ficaram surpreendidas durante um filme que mostrava uma bola rolante a criar blocos organizados a partir de monte desorganizado. O Dr Barrett afirmou que há evidências que mostram a perfeita realização por parte de crianças (a partir dos 4 anos) que, embora haja coisas feitas por mãos humanas, o mundo natural é diferenteEle acrescentou ainda que as crianças são muito mais predispostas a acreditar no criacionismo do que na evolução – a despeito do que lhes tenha sido dito pelos pais ou pelos professores. Segundo o Dr Barret, antropólogos descobriram que em algumas culturas, as crianças acreditam em Deus mesmo que ensinamento religioso não lhes tenha sido seja disponibilizado. Por outras palavras, mesmo que as crianças não recebam ensinamento religioso nesse sentido, a predisposição natural das crianças é acreditar que o mundo natural tem Uma Causa Inteligente.
A forma natural como o cérebro infantil se desenvolve faz as crianças mais susceptíveis de acreditarem na Criação Divina ou no design inteligente.
Em contraste, a evolução não só não é natural para a mente humana, mas como também é difícil de acreditar.
Conclusão:
Fé em Deus = Natural.
Fé em Darwin = Não-natural e “difícil de acreditar” (para além de ridícula e anti-científica).
Fica difícil para os militantes ateus afirmarem que “todas as crianças nascem ateístas” quando, aparentemente, elas nascem com uma predisposição natural para atribuir a origem do mundo biológico a Uma Causa Superior ao homem.
Fonte: Darwinismo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O pecado eterno e a procedência do Juiz durante o juízo pré-advento


Natureza carnal versus pecado acariciado, Fé viva versus ausência das obras O pecador que está no processo de salvação não deve se desanimar ao perceber a insistência de sua natureza pecaminosa, pois ela sobreviverá até o fim do julgamento e o retorno libertador do Senhor (I Co 15:50-58). É claro que o filho de Deus não confunde essa sobrevivência teimosa da carne com mornidão espiritual (Ap 3:16) ou secularização (Rm 13:12-14 e I Jo 2:15-17)! A permanência da natureza caída em alguém que é “nova criatura” (II Co 5:17)  não impede a produção do fruto do Senhor Espírito no caráter (Gl 5:16, 22-25). Não quero dizer com isto que as boas obras de uma pessoa são sua garantia de salvação; a Bíblia afirma que Lúcifer foi perfeito (suas obras eram perfeitas) até escolher ser imperfeito (Ez 28:15). O acerto de hoje não é tudo, portanto. Só o amor de Deus é garantia de salvação, mais especificamente a presença do Espírito Santo na alma (Ef 1:13 e 14). Contudo, crer nisto, somente, não vale de nada! A fé não existe sem as boas obras. O bom caráter não existe sem o reto estilo de vida. “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tg 2:14, 24 e 26). “Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; cumprindo-os, o homem viverá por eles. Eu sou JAVÉ” (Lv 18:5). Fé na Bíblia é sinônimo de obediência a Deus; não tem nada que ver com o assentimento intelectual improdutivo, como se percebe nas práticas religiosas hodiernas, seja aqui no ocidente ou lá no outro lado do mundo! Esse costume se manifesta, por exemplo, em ir à igreja (inclusive às quartas-feiras) e só. Em datar para o futuro mudanças que já deveriam ter ocorrido, pois Deus não é fraco! Em colocar na mente que aqueles que advertem e apelam para reformas no estilo de vida estão querendo obrigar os outros a pensar e agir como eles mesmos. Em falar mais sobre o amor (pseudo-amor) ao próximo ignorando-se outros mandamentos de Deus! Enfim, o tempo não é um aliado dos religiosos acomodados com anos e anos de igreja, mas que produziram pouca ou nenhuma mudança duradoura e visível! 

Lembremo-nos do fracasso do povo judeu: “Portanto eu lhes digo que o Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dê os frutos do Reino” (Mt 21:43, NVI). Os salvos são inimigos da serpente e nunca simpatizantes dela e das suas obras (Gn 3:15 e I Jo 2:15-17) e o comportamento deles evidencia isto! Portanto, ter medo do julgamento deve ser um alerta para uma mudança imediata e radical no descompromisso ou hipocrisia para com Deus e uma enorme oportunidade para a investigação das Escrituras (Ap 18:4 e II Tm 2:15). O Espírito não abandonará nenhuma alma que luta contra o pecado (Sl 51:11 e 17). Se o meu nome foi (ou for) riscado do Livro da Vida em algum momento entre 22 de outubro de 1844 até a volta de Jesus, biblicamente este não será o motivo para a retirada do Senhor Espírito de minha alma. Porém, a recíproca é verdadeira – o Espírito irá retirar-se de alguém por causa de sua teimosia. Logo, esse alguém será riscado do Livro para sempre (confira a história do riscado rei Saul em I Sm 16:14-23 e 31:1-6 e compare-a com a do salvo Sansão descrita anteriormente!), pois completou ou cometeu o “pecado eterno” (Mc 3:29). Nunca ocorre a situação em que Jesus pede para o divino Espírito sair de alguém por Ele riscar o nome desse indivíduo. Obviamente, por uma questão de organização e planejamento divinos (At 17:31) o apagar o nome (Ap 3:5) pode acontecer antes da saída do Espírito Santo da vida do pecador impenitente, e isto de 22 de outubro de 1844 pra cá; e isto só reforça a honestidade de Deus, pois Suas criaturas assistirão (em alguma(s) das 4 etapas do Juízo de Deus) o momento aterrador e irreversível quando a alma rejeita decididamente o penhor de sua salvação (Ef 1:14 e 15). O Juiz apenas antevê essa decisão, não a toma pelo réu! Já que mencionei a organização da Trindade também no assunto julgamento dos pecadores, permita-me fazer-lhe pensar sobre e enxergar na Bíblia dois raciocínios decorrentes desse planejamento divino no juízo:

   1)   Deus não divulga a ocorrência da saída do Espírito Santo da alma ou o momento do pecado contra o Espírito Santo, senão no ato do juízo, o qual começou a 167 anos atrás! Vou explicar: Saul completou este pecado logo após desobedecer à ordem divina em I Sm 15. Sim, uso o verbo completar para descrever a conduta ímpia do rei Saul com relação a voz de JAVÉ por meio do profeta Samuel. O pecado contra o Senhor Espírito não é um ato, mas um conjunto deles (por favor, leia “O que é o Pecado Contra o Espírito Santo” e “O Perigo de Retornar ao Pecado”). Como ilustração, comparo o processo desse pecado com o processo de enchimento da ira divina: “lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira” (Ap 16:19). “Na mão do Senhor está um cálice cheio de vinho espumante e misturado; ele o derrama, e todos os ímpios da terra o bebem até a última gota” (Sl 75:8, NVI); “também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira” (Ap 14:10). Inclusive Jesus bebeu deste terrível cálice que representa a ação divina contra o pecado e o mal (Jo 18:11)! Quando a última gota que faltava para completar a taça da ira divina pinga dentro dela, então o “cálice cheio” é derramado sobre o pecador responsável por insistir em enchê-lo com seus pecados desafiadores! O Senhor Jesus bebeu deste cálice, recebeu “a cólera de Deus” no lugar do pecador salvo, que está no processo de transformação do caráter. Bem assim é com o processo pecaminoso de rejeição ao Espírito de Deus. Jesus, como Homem, sofreu a saída do Seu Companheiro de Divindade (Mt 27:46) no lugar do pecador redimido! Porém, o pecador teimoso expulsa Deus de sua vida paulatina ou rapidamente até completar esse diabólico processo (veja que, além de o Diabo está envolvido diretamente no pecado contra o Deus Espírito, ele também não possui nada da Divindade dentro de si, cf. Jo 14:30). Com Saul, aparentemente, o cálice se encheu rapidamente. Já o de Sansão não chegou a última gota! Somos diferentes, temos oportunidades diferentes e, se fazemos escolhas distintas, por certo que nossas taças serão diferentemente preenchidas ou uma será completamente preenchida e a outra não! Não é o Senhor Espírito quem decide, mas cada um de nós! “E o Espírito de JAVÉ se retirou de Saul” (I Sm 16:14, Almeida Corrigida e Revisada Fiel).  Note, no entanto, que Deus não espalhou essa notícia, nem entregou o perdido Saul a Satanás; Ele nem mesmo o abandonou (cf. I Sm 16:15-23)! Antes, por meio de Davi, o protegia de “um espírito maligno” que o atormentava (para entender a expressão bíblica “um espírito maligno enviado de Deus”, por favor, leia “A Crise de Raiva do Rei Saul e a Profecia de Micaías”). Ou seja, mesmo o pecador perdido, sem chances de salvação ainda assim recebe de JAVÉ, os Três, assistência e certa proteção contra Satanás! Deus é misericordioso incondicionalmente. Ele não só ama os que O amam (Mt 5:23-28).

   2)  Alguns nomes riscados ao cometerem o “pecado eterno” e outros antes “Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc 3:29). “Então, disse JAVÉ a Moisés: Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim” (Êx 32:33). Nestes dois importantes textos, Jesus é Aquele que está falando (Jo 8:58)! E Ele afirma sem dar margem para dúvidas que a alma perde eternamente a chance de salvação ao completar o pecado contra o Senhor Espírito e tem seu nome automaticamente riscado do Seu Livro, “o Livro da Vida do Cordeiro” (Ap 13:8). Com isto podemos afirmar que Saul, por exemplo, teve seu nome apagado do Livro da Vida em I Sm 16:14, pois naquele momento “o Espírito de JAVÉ se retirou de Saul”. A Bíblia não menciona em nenhum lugar (pelo menos até hoje não encontrei) a possibilidade de o Espírito de Deus se retirar de alguém antes do “pecado eterno”. Por outro lado, uma vez que o julgamento divino teve data para começar (Jó 24:1 e At 17:31) e terá data para terminar (At 1:7 e Ap 22:11), há uma implicação lógica singular aqui: alguns pecadores impenitentes terão seus nomes riscados antes mesmo de cometerem o pecado contra o Espírito Santo! Isto não é difícil de entender pelo seguinte: ao Jesus começar a julgar em 22/10/1844 A.D., Ele começou por um nome, possivelmente Adão, “porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (I Pe 4:17) e Adão foi o primeiro membro da “casa de Deus” no sentido de ter professado possuir “aliança” com Deus, cf. Os 6:7. De Adão Jesus passou a Eva depois a Caim (ele ofereceu sacrifícios, lembra-se?), Abel, Sete, etc. Não é difícil para os assistentes judiciários do Santuário celestial reconhecerem a justiça e a misericórdia divinas no trato com todos esses professos filhos de Deus. Alguns deles até já sabem o veredito de Jesus antes mesmo de ser pronunciado sobre esses pecadores mortos, pelo fato de terem acompanhado muito da vida deles (I Pe 1:12)! 

Alguns assistentes com sua poderosa memória angelical se lembram de quando o Senhor Espírito se retirou de alguns falsos filhos de Deus, como Saul, fazendo com que JAVÉ riscasse imediatamente seus nomes de Seu Livro! Contudo, outros assistentes divinos precisaram observar atentamente o julgamento efetuado por Cristo, em Seu tribunal, até o momento da sentença, para confirmarem (Sl 19:9) a honestidade do Juiz e Seu amor incondicional por cada alma. (Nota: o ato de Deus “retirar”, “riscar” ou “apagar” um nome de Seu Livro não implica que o pecador condenado em questão não será julgado novamente no juízo pré-advento! At 17:31 e Sl 75:2 Nova Bíblia Viva). Avançando na lista de nomes, naturalmente Jesus chegará naqueles cujos donos estarão vivos ainda! E agora? Se o Juiz esperasse até a saída do Espírito Santo desses pecadores vivos ou até a morte deles, nunca haveria o retorno de Jesus a Terra, você percebe? Sempre haverá bebês nascendo e a Bíblia não menciona nenhuma pandemia de esterilização no tempo do fim! 

Consequentemente, o Supremo Juiz decidirá o caso dos vivos assim: tanto os que serão salvos quanto os teimosos, possivelmente, Ele revelará aos assistentes do tribunal o futuro e os frutos antes incubados, mas agora manifestos pela onisciência divina (Jó 34:23 e Jo 6:64). Os salvos serão selados (Ez 9:4, Ef 4:30, Ap 7:3 e 22:11) e os ímpios não serão selados pelo Espírito, embora Ele ainda deva trabalhar neles e por eles até que confirmem a predição do Juiz, cometendo (ou completando) o “pecado eterno”! Isto não é predeterminação ou predestinação divina, mas organização e honestidade em Seu julgamento já que Sua onisciência não altera o futuro, embora o conheça perfeitamente e o revele para aqueles a quem Ele desejar (Am 3:7), e,  além de tudo isso, Ele deu tempo suficiente para todos os seres humanos escolherem seu destino, deu tempo para Satanás e seus anjos revelarem completamente seus caracteres e possui um “dia e hora” marcados para retornar a Terra e resgatar Seus servos fiéis! (Mt 24:36) Certamente os funcionários do Santuário assim louvam desde o início do Julgamento: “A sua justiça é firme como as montanhas, e as suas decisões são sábias e profundas como o grande mar. JAVÉ protege a vida tanto dos homens quanto dos animais” (Sl 36:6, Nova Bíblia Viva). Mas, em breve, quando tudo o que os olhos do Todo-poderoso Juiz anteciparam se cumprir exatamente como Ele revelara, creio que Seus assistentes seu unirão aos salvos e cantarão: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus todo-poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações. Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiça se tornaram manifestos” (Ap 15:3,4). Hendrickson Rogers
    

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