quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

"Todo ser que respira louve a JAVÉ" (Sl 150:6)


Meu objetivo não é generalizar, mas alertar e ajudar a despertar as virgens néscias, inclusive eu! (Hendrickson Rogers)

"Nietzsche onde estás?"


Para você que vive determinando as coisas para Deus


Fonte: Evangelizai.

A Estrela de Belém, a NASA, os anjos, as Testemunhas de Jeová e os magos!


Professora de astronomia usou tecnologia de ponta para investigar os céus de mais de 2000 anos atrás.


A professora de astronomia Irene Worthington Baron utilizou mais de 60 programas de computador da NASA para provar a veracidade da “estrela de Natal”. Recentemente, ela publicou suas conclusões em um livro onde afirma que a estrela descrita na Bíblia foi apenas um marcador de posição e o último de dez espetaculares anúncios celestes do nascimento. A autora foi professora de ciências e da astronomia durante mais de 40 anos e teve acesso aos programas da NASA para usar em suas aulas. Sendo cristã, ele decidiu usar o que há de mais avançado na tecnologia nessa área para descobrir o que realmente aconteceu naqueles dias.



Seu ponto de partida é que, desde que foram criados, os movimentos de todos os corpos celestes, incluindo Lua, Sol, Terra e os demais planetas são imutáveis. Portanto, os astrônomos podem usar equações matemáticas para calcular como os corpos celestes se movem. Os programas da NASA são capazes de realizar milhares de cálculos para refazer eventos ocorridos nos céus mais de 2.000 anos atrás. Ela também estudou como os astrônomos antigos usavam seus simbolismos. Para isso, fez um extenso estudo de vários materiais escritos por historiadores e arqueólogos. Os dados que obteve são baseados em registros históricos, pinturas e esculturas em templos antigos, moedas e selos. Reunindo os dados da astronomia e o simbolismo dos antigos, pôde reconstituir o anúncio do nascimento mais importante da história da humanidade.



Algumas especulações no passado davam conta que a estrela de Natal era um cometa, uma estrela que explodiu (chamada de supernova) ou uma conjunção de planetas, quando eles parecem se fundir no céu. Os muitos livros que Irene leu sobre história antiga e arqueologia mostram que os astrônomos na época faziam todas as observações celestes durante o amanhecer. Portanto, todos os cálculos do computador usavam como base seis horas da manhã no fuso horário de Belém, que serviu como referência para latitude e longitude. As dificuldades para chegar a uma conclusão durante sua pesquisa não foram poucas e estão incluídas no livro Unraveling the Christmas Star Mystery [Desvendando o mistério da estrela de Natal]. A professora Baron diz que o simbolismo usado por antigos sacerdotes, astrônomos, astrólogos, e cosmólogos referia-se ao nascimento de um deus poderoso. Afinal, para eles, cada objeto que existia no céu era um deus e o anúncio do nascimento indicava que aquele seria o deus mais poderoso do universo. A professora afirma que isso pode ser visto em diferentes interpretações simbólicas do céu feitas por civilizações como acádios, asiáticos, assírios, babilônios, chineses, egípcios, mesopotâmias, persas e sumérios. Naquele momento da história, o mundo conhecido desfrutava de uma paz imposta pelos exércitos romanos. As pessoas podiam viajar com segurança. Isso permitiu que os magos, com os seus astrônomos e comitivas pudessem sair de sua terra natal e chegar até Belém, na Judeia. O Sol era visto como um deus poderoso e confiável. A lua era considerada uma deusa, fonte de toda a inteligência, guardiã do conhecimento, do calendário e, quando vista junto com o Sol, significa saúde, felicidade e estabelecia as bases do poder do rei ou governante. Cada um dos movimentos no céu das “estrelas errantes”, hoje chamados de planetas, significava algo para os antigos astrônomos.



O livro discute a posição do Sol, da Lua e da Terra durante um eclipse solar. Os antigos conheciam os eclipses solares e foram eles que ajudaram a anunciar o nascimento de Cristo em uma progressão de dez eventos incomuns e magníficos. A maioria deles fez aparecer no céu uma luz de balizamento que guiou os reis estrangeiros até Jesus. A série de eventos comprovados nesta obra ocorreram ao longo de muitos meses. Naquela época, os preparativos para uma viagem como essa demoravam um ano de antecedência ou mais. As pessoas escolhidas como representantes de seus países para fazer essa visita ao maior Deus do universo sabia das exigências. Isso inclui a escolha dos presentes ou tributos entregues, afinal o novo Deus poderia afetar o futuro de suas nações e o resultado de guerras. Unraveling the Christmas Star Mystery é um relato minucioso e fascinante do fenômeno estrelar descrito na Bíblia. Os capítulos abordam os registros bíblicos em paralelo a conceitos básicos de astronomia e simbolismo de civilizações antigas. Há uma série de notas sobre os quase 100 livros consultados e referências técnicas sobre o funcionamento dos programas da NASA.



Fonte: Folha Gospel.


Notas: 1) "Quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus" (Jó 38:7). "Uma estrela procederá de Jacó" (Nm 24:17). "Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo. Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera.Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino. E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo" (Mt 2:2,7,9,10). "E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem. E, ausentando-se deles os anjos para o céu" (Lc 2:13-15). A Bíblia nos dá a entender que essa estrela, profetizada por Balaão quase um milênio antes, era uma legião de anjos do bem! Como, então, a astronomia poderia notar a presença dessa estrela angelical? Teriam os anjos deixado propositalmente um rastro matemático decodificável?

2) Lamentavelmente a ignorância e o preconceito levam a instituição religiosa Testemunhas de Jeová afirmar que essa magnífica estrela era Satanás, com base em apenas dois versinhos bíblicos completamente isolados (Is 14:12 e Lc 10:18) e manipulados! Que os mesmos anjos que glorificaram a Deus no nascimento do JEOVÁ encarnado ajudem esses nossos irmãos, aqueles que se alimentam da Palavra e não das tradições religiosas, a diferenciarem o brilho das estrelas! Respeito muito meus irmãos desta denominação religiosa e oro para que, assim como ocorreu com o anticristão Saulo, JEOVÁ brilhe diante de seus olhos derrubando-os da hermenêutica não bíblica e oportunizando-os caírem de joelhos e adorarem a Jesus, o JEOVÁ conosco, assim como os magos do oriente O adoraram. (Hendrickson Rogers)

"Eu, porém, vos digo" e o costume de jurar


“Também ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás rigorosamente para com o Senhor os teus juramentos. Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt 5:33-37).

O que significava jurar para um judeu nas décadas de Cristo? Paulo explica: “Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo. Pois os homens juram pelo que lhes é superior, e o juramento, servindo de garantia, para eles, é o fim de toda contenda. Por isso, Deus, quando quis mostrar mais firmemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, se interpôs com juramento” (Hb 6:13,16 e 17). Com essa explicação paulina ganhamos também o seguinte: Deus jurou no Antigo Testamento (Gn 22:16; mesmo sem pronunciar as expressões “eu juro” ou “juramento”, se alguém afirmasse ou prometesse usando o nome de alguém ou algo superior, isso era juramento do mesmo jeito! Confira o juramento que JAVÈ fez em Nm 14:21-23 e compare com Sl 95:10,11 e Hb 4:3)! Sendo que JAVÉ Deus trino é imutável, devemos encontrar Seus juramentos no Novo Testamento também e entender o que Ele, na Pessoa de Jesus, quis dizer com a ordem “Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis”!

“Vi outro anjo forte descendo do céu, envolto em nuvem, com o arco-íris por cima de sua cabeça; o rosto era como o sol, e as pernas, como colunas de fogo; e tinha na mão um livrinho aberto. Pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo, sobre a terra, e bradou em grande voz, como ruge um leão... Então, o anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita para o céu e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o mesmo que criou o céu, a terra, o mar e tudo quanto neles existe: Já não haverá demora, mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas” (Ap 10:1-3, 5-7). O Senhor Jesus Cristo profere esse juramento no Apocalipse! Vou lhe ajudar a reconhecer Jesus na Pessoa desse “anjo” distinto. O profeta Daniel viu e ouviu Miguel numa situação idêntica a que o profeta João viu e ouviu esse “anjo”: “Ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando levantou a mão direita e a esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente, que isso seria depois de um tempo, dois tempos e metade de um tempo. E, quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão” (Dn 12:7).

Para que não reste alguma dúvida em sua mente, querido(a) leitor(a), observe esta sequência de textos e perceba que o “homem vestido de linho” é Miguel: “Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entendê-la, e eis que se me apresentou diante uma como aparência de homem. E ouvi uma voz de homem de entre as margens do Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. No dia vinte e quatro do primeiro mês, estando eu à borda do grande rio Tigre, levantei os olhos e olhei, e eis um homem vestido de linho, cujos ombros estavam cingidos de ouro puro de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, o seu rosto, como um relâmpago, os seus olhos, como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido; e a voz das suas palavras era como o estrondo de muita gente. Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo-a, caí sem sentidos, rosto em terra. Mas eu [Gabriel] te declararei o que está expresso na escritura da verdade; e ninguém há que esteja ao meu lado contra aqueles, a não ser Miguel, vosso príncipe.” (Dn 8:15,16 e 10:4-6,9,21). (Compare com a descrição que João fez do Senhor Jesus em Ap 1:13-17).


A Bíblia informa ainda que o arcanjo Miguel (Jd 9) é o Senhor Jesus Cristo: “Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão” (Jo 5:25). “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (I Ts 4:16, VARC). E que Jesus assumiu o papel de Anjo JAVÉ (ou de JAVÉ) há muito tempo (cf. Zc 12:8, Gn 31:11-13, Êx 23:20,21, Os 12:4,5 e Gn 28:13)! Para um estudo completo das funções de Jesus como Deus, Anjo e Homem, leia o artigo: “Jesus Cristo: JAVÉ, Anjo, Arcanjo, Miguel e Príncipe”.


Assim sendo, o mesmo Jesus que proibiu o juramento em Mateus 5, jurou em Apocalipse 10! Mas, será que é isso mesmo? NÃO! Deus não Se contradiz, Deus não muda! O juramento para o qual o Senhor ordenou “nunca jureis” é este: “Ai de vós, guias cegos, que dizeis: Quem jurar pelo santuário, isso é nada; mas, se alguém jurar pelo ouro do santuário, fica obrigado pelo que jurou! Insensatos e cegos! Pois qual é maior: o ouro ou o santuário que santifica o ouro? E dizeis: Quem jurar pelo altar, isso é nada; quem, porém, jurar pela oferta que está sobre o altar fica obrigado pelo que jurou. Cegos! Pois qual é maior: a oferta ou o altar que santifica a oferta? Portanto, quem jurar pelo altar jura por ele e por tudo o que sobre ele está. Quem jurar pelo santuário jura por ele e por aquele que nele habita; e quem jurar pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que no trono está sentado” (Mt 23:16-22). Era assim que o juramento ensinado e praticado por Deus no AT estava sendo realizado por “Seu povo” no NT! O Mestre divino ensinou conforme o AT que “melhor é que não votes do que votes e não cumpras” (Ec 5:5). Jesus não foi contra o jurar, mas contra o perjurar! Jesus não proibiu a promessa veraz, mas a mentira descarada!

Outra evidência disso ocorreu anos depois quando o Cordeiro de Deus estava para ser morto. “Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus” (Mt 26:63). Conhecedor do AT como Ele era, o Senhor Jesus não ficou calado perante esta intimação de Caifás devido o que Ele mesmo como JAVÉ em Levítico ordenou ao povo: “Quando alguém pecar nisto: tendo ouvido a voz da imprecação, sendo testemunha de um fato, por ter visto ou sabido e, contudo, não o revelar, levará a sua iniqüidade” (Lv 5:1). Jesus não transgrediu o AT, não mais “guardou silêncio” e respondeu ao juramento do sumo sacerdote: “Eu sou” (Mc 14:62), evidenciando Sua divindade e Seu respeito ao juramento!

Paulo assimilou bem essa ideia do correto juramento: “Conjuro-vos, pelo Senhor, que esta epístola seja lida a todos os irmãos” (I Ts 5:27). “Conjuro-te, perante Deus, e Cristo Jesus, e os anjos eleitos, que guardes estes conselhos, sem prevenção, nada fazendo com parcialidade” (I Tm 5:21). “Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino” (II Tm 4:1). Ao mesmo tempo, o ex-fariseu e apóstolo estudioso do Antigo Testamento abominava o costume judeu de perjurar: “impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina” (I Tm 1:10). Aliás, esse costume era tão arraigado a cultura do povo que Pedro o usou como garantia de que sua mentira fosse aceita, para que seus acusadores o deixassem em paz! “E ele negou outra vez, com juramento: Não conheço tal homem. Então, começou ele a praguejar e a jurar: Não conheço esse homem! E imediatamente cantou o galo” (Mt 26:72,74). E o próprio Paulo foi vítima desse ato criminoso de jurar contrariamente aos ensinos do AT. “Estes, indo ter com os principais sacerdotes e os anciãos, disseram: Juramos, sob pena de anátema, não comer coisa alguma, enquanto não matarmos Paulo” (At 23:14). Esse vício era praticado por não judeus também, talvez pelo mal exemplo dos judeus! Herodes Antipas, descendente de Esaú, não voltou atrás em sua promessa feita a sua encantadora sobrinha por ter jurado! “Entristeceu-se o rei, mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, determinou que lha dessem” (Mt 14:9). Pelo menos o juramento para Antipas foi realizado de acordo com o AT, embora para algo contrário ao AT! Terrível, não?!

Por isso o “Emanuel” asseverou “Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis”. Por isso que Tiago reiterou o ensinamento do Antigo Testamento ratificado (não retificado!) por Cristo em sua carta e apontou para o destino dos que juram falsamente, dos que prometem, mas não cumprem, dos que usam a mentira como estratégia para usurpar o que é do próximo ou como escudo para evitar consequências imediatas! “Acima de tudo, porém, meus irmãos, não jureis nem pelo céu, nem pela terra, nem por qualquer outro voto; antes, seja o vosso sim sim, e o vosso não não, para não cairdes em juízo” (Tg 5:12), isto é, “em condenação” (NVI). Tiago parafraseou as palavras de JAVÉ em carne: “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt 5:37), sem mudar o significado delas. O mesmo fez Cristo com Suas próprias palavras ditas no Antigo Testamento e comentadas no Novo Testamento, isto porque, em verdade, a Palavra de Deus não possui dois períodos, dois testamentos. Ela é uma só, do jeitinho que Ele nos ensinou! (Hendrickson Rogers)

Estude os outros artigos desta série: 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

"Eu, porém, vos digo" e o Divórcio


“Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério” (Mt 5:31,32). Alguns fariseus, os contemporâneos a Cristo e os hodiernos, perguntam: “Por que mandou, então, Moisés dar carta de divórcio e repudiar?” (Mt 19:7). Em Deuteronômio 24:1 encontramos o texto para o qual esses religiosos estão apontando. “Se um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos, por ter ele achado coisa indecente nela, e se ele lhe lavrar um termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir de casa”. Note os “se” contidos nos três primeiros versinhos deste capítulo. É baseado nos “se” que os fariseus afirmam que “Moisés mandou dar carta de divórcio”! Quanta deturpação, não acha? Não obstante, o Mestre divino pacientemente conversa com aqueles homens, respondendo sua pergunta propositalmente mal formulada: “Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio. Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério]” (Mt 19:8,9).

Note que, uma vez mais, o “Eu, porém, vos digo” não é dirigido ao Antigo Testamento, mas a interpretação errada que estavam fazendo dele! Jesus enfatiza que Moisés apenas tolerou ou “permitiu” e chama a atenção de Seus inquiridores para o AT novamente ao mencionar que “não foi assim desde o princípio”! A fé no e a submissão de Cristo ao AT é algo exemplar. “Como foi no princípio, deveria continuar sendo hoje”. Ou seja, o próprio AT foi o manual de princípio de Jesus Cristo! E neste manual o princípio para o matrimônio é a vitaliciedade da união efetuada por Deus (cf. Gn 2:24 e Mt 19:6).

No entanto, há um princípio para o divórcio no AT repetido pelo JAVÉ encarnado no NT. Se for “achado coisa indecente nela” (Dt 24:1) ou nele, ou seja, “em caso de relações sexuais ilícitas” (Mt 5:32), Deus tolera ou permite o divórcio. A abrangência desse princípio é do tamanho do alcance do sétimo mandamento da Lei eterna: “[Adultério] no hebraico ni'uf, no grego moijéia. Ambas as línguas descrevem a relação sexual de uma pessoa casada com outra que não é seu cônjuge. Segundo a lei levítica, tal pecado devia ser castigado com a morte, veja Levítico 20:10. Agora, no sétimo Mandamento, é como se o Senhor desejasse incluir a impureza sexual de qualquer tipo: traição, fornicação no sentido de relação pré-marital, incesto, homossexualismo, pedofilia, zoofilia (e o que mais satanás e   o pecador sem Deus puderem inventar, como a violência e o abuso sexuais), tanto em atos    quanto em pensamentos! [cf. Dt 22:26]” (Perguntas&Respostas, v. 3, p. 11).


Portanto, a Palavra de Deus permanece inalterada nesse tema também. A Palavra de Deus é uma só e é atemporal; independente dos elementos apóstatas presentes nas culturas humanas espalhadas pela face da Terra, independente do tempo! Mesmo antes da existência do matrimônio, o raciocínio divino, que é o princípio eterno por trás de todos os mandamentos, já preexistia, legislava e permeava todo o universo, desde o começo deste! O comportamento pecaminoso do homem muda. O comportamento perfeito de Deus é imutável! É o que vejo ao comparar o Antigo e o Novo Testamentos. (Hendrickson Rogers)

Todo este estudo está disponível num pequeno livro em PDF AQUI (clique).
E ainda aqui no Blog na seguinte sequência de capítulos:

Capítulo 3: "Eu, porém, vos digo" e o Divórcio (que é este artigo!).
Capítulo 7: "Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem". 

Se desejar um artigo com tema semelhante ao que você acabou de estudar, "Definição Bíblica do Divórcio" é uma opção!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Planetas habitados em nosso Sistema Solar?

O primeiro planeta azul habitável e orbitante de uma estrela semelhante ao sol é descoberto pelos astrônomos da NASA. 
Kepler, missão da Nasa incumbida de encontrar vida em novos mundos, faz sua primeira descoberta fantástica. O planeta Kleper-22b é considerado uma super-Terra, por ser um grande planeta rochoso, com uma temperatura semelhante a um dia de primavera  terrestre, o que permite o desenvolvimento de vida.
  Uma equipe de pesquisadores do Instituto Carnegie, fez a descoberta que será publicada no jornal mais importante do mundo da Astrofísica. Um planeta com tamanho equivalente ao da Terra cuja órbita é alinhada à sua estrela anfitriã e o faz parecer um ponto minúsculo e escuro que só pode ser mensurado por um telescópio altamente especializado, como Kepler.
Esta descoberta é a primeira detecção de planetas habitáveis em órbita de uma estrela tipo o Sol, que no caso, encontra-se cerca de 600 anos luz de distância da Terra.
A estrela anfitriã tem sua massa e raio um pouco menor que o nosso Sol, logo ela é 25% menos luminosa. Kleper-22b orbita cerca de 290 dias sua estrela chamada G5, em comparação aos 365 terrestres em uma distância que chega a 15% mais próximo de sua estrela do que a Terra em relação ao Sol resultando em uma temperatura agradável ao planeta.
Chamado de “azul” por ser considerado propício a abrigar água em estado líquido em sua superfície, líquido este precioso que propicia o aparecimento de vida. Os cientistas acreditam que o planeta pode não ser apenas habitável, mas sim habitado.
Planetas gigantes de gás têm sido detectados anteriormente em zonas habitáveis, em torno de estrelas tipo solar, mas gigantes gasosos não são preparados para suportar a vida.
Este novo exoplaneta é o menor planeta descoberto em uma zona habitável a um curto raio de sua estrela. É cerca de 2,4 vezes maior do que a Terra e foi categorizado como super-Terra.
  Enquanto os cientistas não conhecem sua massa, que deve ser inferior ao equilavente a 36 vezes a massa terrestre, baseada na ausência de uma oscilação mensurável Doppler (velocidade radial) na estrela-mãe.
Catálogo de exoplanetas e exoluas habitáveis é a primeira tentativa de organizá-los. São categorizados pelo seu tamanho, pela proximidade de suas estrelas e pelo tipo de planeta. Foto: Divulgação

As massas das outras super-Terras foram medidas e constataram estar na faixa de 5 a 10 vezes a da Terra. Alguns parecem ser rochosos, enquanto outros têm grande proporção de gelo e água. De qualquer forma, a nova descoberta parece possuir características habitáveis.

Esta descoberta suporta a crença crescente de que vivemos em um universo repleto de vida” afirma Boss. “Kepler está próximo de determinar a abundância de planetas habitáveis em nossa galáxia”, em declaração ao britânico Daily Mail. Enquanto isso, os cientistas iniciaram uma classificação de planetas habitáveis, até agora foram descobertos 47 planetas e luas com potencial de abrigar vida.
O Laboratório de Habitabilidade Planetárias (PHL), da Universidade de Puerto Rico em Arecibo, classificam os tipos de planetas. A maioria dos 700 planetas detectados estão em zonas proibidas e aguardam confirmação de missões da Nasa, como Kleper. São semelhantes a Júpiter e Netuno, mas orbitam perigosamente suas estrelas. Os cientistas consideram a ideia dos 47 planetas com possibilidade de vida, promissora.
Abel Méndez , diretor investigativo do PHL e atuante principal do projeto comentou: “Um resultado importante dos rankings é a possibilidade de comparar os exoplanetas afim de classifica-los como melhor e pior para abrigar vida”.
Os catálogos avaliam os planetas novos de acordo com o Índice de Similaridade Terrestres (ESI), a Distância de Zonas Habitáveis (HZD), a Habitabilidade Global Primária (GPH) e as comparações com o nosso planeta no passado e no presente.
De acordo com Méndez “nos próximos anos milhares de exoplanetas serão descobertos por meio de observatórios terrestres e missões espaciais. Esperamos que o nosso catálogo auxilie, organize e compare o potencial de vida dessas descobertas”.
As classificações dividem os exoplanetas em 18 categorias de massa e temperatura, criando uma tabela semelhante à periódica da Química. Recursos adicionais do catálogo incluirão visualizações científicas e mapas estelares de exoplanetas.
Um projeto de discussão da NASA, Terrestrial Planet Finder, irá ajudar a identificar mundos potencialmente habitáveis. Foto: Reprodução/NASA

Apenas dois exoplanetas correspondem até agora com os critérios de habitabilidade no catálogo, Gliese 581d e HD 85512b, ambos são semelhantes à Terra. No entanto, há 15 exoplanetas e 30 exoluas considerados potencialmente habitáveis.

A proposta Terrestrial Planet Finder fará observações futuras com novos instrumentos, o que será necessário para a confirmação de aptidão de vida para estes candidatos.
Espero que esse banco de dados ajude a aumentar o interesse na construção de um telescópio espacial para observar grandes exoplanetas e procurar possibilidade de vida” diz Jim Kasting, especialista em habitabilidade planetária da Penn State. 

Fonte: Jornal Ciência.


Nota: Sugiro-lhe uma outra leitura científica a respeito desse tema: "Super-Terras habitadas fora do Sistema Solar?" e uma leitura bíblica: "Outros planetas habitados". 

Pastor ou anjo caído?


Bactérias "vidradas"!


O artista britânico Luke Jerram iniciou sua carreira prfissional em 1997 e já criou inúmeros projetos artísticos. Em seu trabalho com vidro chamado Glass Microbiology ele apresenta esculturas de seres microscópicos feitos em vidro.
Para criar suas esculturas, Jerram consulta virologistas da Universidade de Bristol e usa uma combinação de fotografias e modelos, com a colaboração de mestres vidreiros experientes. O artista explica que por razões científicas ou estéticas, livros, revistas e vídeos sempre trazem os vírus coloridos quando, na realidade, eles não possuem cor alguma, pois são menores que o comprimento de onda de luz. Ele acredita que extraindo-se a cor e transformando os vírus em belas  esculturas de vidro parecidas com jóias, é possível criar uma tensão complexa entre a beleza das peças e as enfermidades que elas representam.
Fonte: Bocaberta. Edição e correção ortográfica por Hendrickson Rogers.

Os anjos maus para a Rede Globo nada mais são que... doenças mentais!


No livro A Filosofia como Medicina da Alma, o professor Paulo Ghiraldelli Jr. argumenta que a Globo apresenta uma visão simplória da maldade em suas novelas e “não consegue admitir a existência do mal”. Lançado pela editora Manole, o livro é o último de uma trilogia sobre filosofia voltada para o cotidiano. Como a Filosofia Pode Explicar o Amor e Filosofia, Amores & Companhia são os outros dois títulos da série. Com dezenas de livros publicados, Ghiraldelli divulga estudos de filosofia e pedagogia em seu blog e disponibiliza textos e e-books gratuitamente. O acadêmico também é o editor responsável pela coleção “Filosofia em Pílulas”.


Leia o trecho que reflete sobre a posição da emissora. O texto foi extraído do exemplar:

“A Rede Globo de TV não consegue admitir a existência do mal. Não se pode dizer se é ou não uma maneira de autodissimulação. O que se constata é que, em suas novelas, que são bem representativas da visão de mundo daquele aparato midiático, é claro que há a apresentação de personagens maldosos, mas, ao fim e ao cabo, quase sempre, eles são apresentados como psicopatas. ‘Falta-lhes um parafuso’, por isso cometem crimes bárbaros. O prazer que sentem com o mal de outros pode até ter lá, no meio da história, uma gênese mais ou menos cabível em termos literários. Mas, ao final, o destino do malfeitor é se apresentar maluco. A cadeia ou a morte do personagem maldoso não valem se este não se mostrar, em algum aspecto, como um exemplar de alguma patologia.

“Essa visão simplória tanto da loucura quanto do mal serve para produzir algum efeito tranquilizador ao final. Que não se preocupem os telespectadores, o mal - o demônio em pessoa - não está aí a solta, dando sopa. O que vemos como sua obra é, na verdade, não algo do mundo normal, do próprio mundo, mas o que foge da normalidade e, escapando da razão, livra-se esporadicamente de toda e qualquer forma de organização social no seu cotidiano. Trata-se da desrazão tomada como algo bem pontual. A inteligência e o mal se unem para que exista a trama da telenovela, pois sem essa união, um escritor de novelas sabe que história alguma é possível. No entanto, ao final, é necessário castrar a ideia desestabilizadora, subversiva porque filosófica: como o mal ziguezagueia por aí? Não! Não pode. O mal não é mau, é louco.”

Fonte: Folha.com.

Nota de MB: Não bastasse essa visão distorcida do mal, veja os “valores” comportamentais que as novelas da Globo ajudam a transmitir. Depois, a mesma emissora hipocritamente divulga campanhas de prevenção ao HIV e se espanta com o aumento do número de adolescentes grávidas.[Michelson Borges]


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