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domingo, 19 de agosto de 2012

Medalhista de prata honra a Deus em Londres!

Quando o adventista do sétimo dia, corredor de longa distância, Abel Kirui cruzou a linha de chegada, caiu de joelhos e inclinou a cabeça, oferecendo uma oração em celebração. O mundo todo testemunhou seu gesto de gratidão quando o queniano de 30 anos ganhou a medalha de prata, na maratona, dos Jogos Olímpicos de Londres, Inglaterra.

Kirui é também assíduo ganhador da Maratona do Campeonato Mundial; ganhador do evento, em 2011, pelo maior tempo já alcançado, dois minutos e 28 segundo. Seu recorde pessoal de duas horas e cinco minutos de maratona o coloca em sexto lugar entre a elite de corredores de longa distância. Nessa modalidade, onde os atletas competem, com frequência, para benefício próprio ou pelo reconhecimento nacional, Kirui diz que encontra motivação para a glória de Deus. “Cada corrida é uma oportunidade. O que digo a Deus é: ‘Onde quer que o Senhor me ponha, vou falar de Ti.’ Assim, toda vez que concluo a corrida, digo: ‘Agradeço a Ti, Deus’”, ele afirma. Criado no Quênia, na zona rural, que ele carinhosamente chama de lar “humilde”, com a presença apenas materna, Kirui diz que aprendeu a depender de Deus na infância. Sua mãe, a quem cita como sua maior influência espiritual, o animou a frequentar a igreja, nos sábados pela manhã. Hoje, ele diz que seu hábito de oração, cedo de manhã, é herança dela. “Lembro-me que nos despertávamos na madrugada para orar a fim de encontrarmos alguém a quem servir”, diz. “Agora, cada manhã me levanto bem cedo para orar e pedir a Deus que me dê forças para correr.”

Quando criança, Kirui diz que sonhava com uma vida além da aldeia local. “Gostava de ver os aviões e lembro-me de ter pensado: um dia vou voar, e logo após pensar que isso seria impossível para mim. Porém, um dia me dei conta que meu passaporte para alcançar o mundo estava começando a se tornar realidade”, ele prossegue. Sua primeira competição não foi longe de casa. Como aluno da escola do ensino fundamental, Kirui ocupou o segundo lugar no pódio, na corrida do campeonato do distrito, cerca de dez quilômetros de sua escola. Posteriormente, já adolescente, lembra-se de admirar os corredores quenianos de longa distância, como Paul Tergat, um maratonista recordista mundial. Atualmente, ele treina para o máximo de mil quilômetros, que conduz à maratona. Não obstante, com frequência ele é acossado pela dor, em especial, diz que ocorre nos últimos cinco quilômetros da maratona.

“Lidar com a dor depende de seu estado mental. A dor não é algo que o possa matar, sempre e quando o corpo estiver saudável. O mesmo ocorre com as questões espirituais”, diz. “Peço a Deus que me dê o poder para vencer.” Até o presente, Kirui diz que sua carreira não entrou em conflito com a observância do sábado, o sétimo dia. Ele participou, em grande medida, das maratonas ocorridas nos domingos. “Frequento a igreja com minha esposa e dois filhos, no dia de repouso, e, na manhã do domingo, saio para treinar”, afirma. “Em todo lugar onde compito, levo minha Bíblia, a lição da Escola Sabatina e dedico tempo para orar em meu alojamento.” Kirui também tem grandes planos para contribuir com a infraestrutura da Igreja Adventista, no Quênia. “Já ajudei no estabelecimento da estrutura da igreja nova. Agora os planos são para a escola da igreja e para um hospital de gestão”, ele diz. Entrementes, Kirui se está ajustando à fama decorrente de participar em eventos de alto perfil, tais como o Campeonato Mundial, a Maratona e os Jogos Olímpicos. “O povo em Nairobi gritará: ‘Este é Abel Kirui, o homem que corre!’” Na primeira vez que alguém o reconheceu, Kirui diz que se surpreendeu. “Eu pensava que ninguém me iria reconhecer.” Agora, Kirui diz que se sente feliz porque o mundo o está observando. “Quero que saibam que o poder de Deus é que me mantém em marcha. O tempo todo, é o poder de Deus.” 

Fonte: ASN


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mais um achado arqueológico evidencia a historicidade do Antigo Testamento


Hazor era uma antiga cidade israelense, localizada ao norte do Mar da Galileia, entre Ramá e Cades, no alto de uma colina. Suas ruínas já foram escavadas várias vezes desde 1955, quando foram encontradas por James Armand de Rothschild. Em 2005, o local foi declarado como Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, juntamente com Megiddo e Beer-Sheba. Essa antiga “capital” Cananeia tem cerca de mil anos de idade. Trata-se da maior cidade fortificada da região de Canaã, antes da chegada dos Israelitas, aproximadamente 1300 anos antes de Cristo. Nos dias de Josué, em que os israelitas conquistaram Canaã, Hazor era conhecida como “a cabeça de todos os reinos”. Embora exista um grande número de arqueólogos questiona a historicidade da campanha de Josué, as evidências mais recentes apenas confirmam o relato bíblico. Arqueólogos israelenses estão fazendo escavações em Tel Hazor, como é conhecida hoje, e acreditam ter encontrado fortes evidências sobre a presença de Israel naquele local. Os pesquisadores conseguiram encontrar o que eles acreditam que seja do palácio real da época da conquista. Os arqueólogos descobriram uma sala no antigo palácio, com 14 potes de barros cheios de trigo queimado.
O processo de datação utilizado mostra que eles são aproximadamente da época da conquista israelita. O fato de o trigo estar queimado encaixa perfeitamente com o relato bíblico da conquista de Hazor, a única cidade Cananeia que os israelitas liderados por Josué destruíram com fogo. Contrariando os arqueólogos que insistem que Hazor foi destruída pelos egípcios ou várias tribos que viviam perto do mar e os filisteus. Como os egípcios mantiveram registros detalhados das cidades que conquistaram, pode-se perceber que Hazor não aparece em nenhuma dessas listas. Nem os filisteus ou outros “povos do Mar” devem ter se aventurado muito longe da costa para fazer um ataque contra uma cidade. Ainda mais um local como Hazor, que além de ser distante do mar ficava em um terreno montanhoso. Portanto, a maioria dos arqueólogos agora aceita que Hazor foi, de fato, destruída pelos israelitas, oferecendo grande legitimidade ao relato bíblico. Essas novas descobertas apenas parecem reforçar ainda mais tal posição.
Fonte: Gospel Prime.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Aula sobre os raciocínios matemáticos no uso do dinheiro!

Que tal fazer din din? Pois é! Para tornar a aula bacana e interessante, além de fazer com que os meninos tocassem na Matemática, meus alunos construíram cédulas e moedas para, com isso em mãos, resolvermos juntos situações envolvendo venda, troco e lista de compras! Está registrado. A Escola Estadual Profª Eunice de Lemos Campos presenciou este projeto nessas duas últimas semanas. Acesse o site da Escola aqui e avalie as fotos das aulas logo abaixo. 






quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Bactérias "vidradas"!


O artista britânico Luke Jerram iniciou sua carreira prfissional em 1997 e já criou inúmeros projetos artísticos. Em seu trabalho com vidro chamado Glass Microbiology ele apresenta esculturas de seres microscópicos feitos em vidro.
Para criar suas esculturas, Jerram consulta virologistas da Universidade de Bristol e usa uma combinação de fotografias e modelos, com a colaboração de mestres vidreiros experientes. O artista explica que por razões científicas ou estéticas, livros, revistas e vídeos sempre trazem os vírus coloridos quando, na realidade, eles não possuem cor alguma, pois são menores que o comprimento de onda de luz. Ele acredita que extraindo-se a cor e transformando os vírus em belas  esculturas de vidro parecidas com jóias, é possível criar uma tensão complexa entre a beleza das peças e as enfermidades que elas representam.
Fonte: Bocaberta. Edição e correção ortográfica por Hendrickson Rogers.

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