quarta-feira, 24 de junho de 2015

O que/Quem mais lhe influencia?

A quem você imita? Qual a sua fundamentação teórica? Por que você pensa como pensa? Quem mais lhe influencia? Seus pais? Amizades? Cazuza? Chico Xavier? Darwin? Marx? O PT? Uma igreja ou religião? A Rede Globo? Música? Livros? Professores? Facebook? Outros?

O que você pensa sobre Jesus Cristo, aquele que se igualou a Deus. Ele era um doido ou um deus, era o Doido ou Ele é Deus?

(Se você prefere crer que Jesus é uma lenda, saiba que até os mais incrédulos pesquisadores da História enxergam evidências inapagáveis da historicidade de Cristo! Pesquise você mesmo.)

E então, já decidiu? Não quer decidir? Jesus influencia sua vida ou não? Ele influencia sua maneira de ver a realidade? Ele fundamenta seu caráter? Você o imita?

Até o final de nossas vidas (possivelmente antes disso), todas essas indagações terão sido respondidas. Essas respostas revelarão nossas escolhas ao longo da vida.

Hoje, após ouvir Jesus Cristo através das palavras abaixo, como você responde a todas as questões desse texto?

“Ouvi: Eis que saiu o semeador a semear.

E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram.

Outra caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra.

Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se.

Outra parte caiu entre os espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto.

Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto, que vingou e cresceu, produzindo a trinta, a sessenta e a cem por um.

E acrescentou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

O semeador semeia a palavra.

São estes os da beira do caminho, onde a palavra é semeada; e, enquanto a ouvem, logo vem Satanás e tira a palavra semeada neles.

Semelhantemente, são estes os semeados em solo rochoso, os quais, ouvindo a palavra, logo a recebem com alegria.

Mas eles não têm raiz em si mesmos, sendo, antes, de pouca duração; em lhes chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandalizam.

Os outros, os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a palavra,
mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutífera.

Os que foram semeados em boa terra são aqueles que ouvem a palavra e a recebem, frutificando...” (Marcos 4.3-9 e 14-20).

Você pode preferir crer em determinismo, ateísmo, niilismo, etc. Mas, se isto for uma preferência sua, então você a terá ESCOLHIDO, o que seria um contradição de sua própria crença...

Você simplesmente não vê necessidade de escolher? E se isso já for resultado do TERRENO escolhido por você mesmo?

Gostaria de pedir ajuda? Que tal conversar com Jesus agora mesmo e pedir-Lhe ajuda para crer nEle e enxergar Suas pegadas?

Independente de como você acredita quanto às origens do cérebro humano, criado ou evoluído, por favor, use o seu para escolher a qualidade de TERRENO que deseja SER. Jesus está semeando em você e como seria fantástico que você frutificasse beneficiando a outros também! (Hendrickson Rogers)

sábado, 20 de junho de 2015

O marketing em favor do "Não querer saber"!!


Laudato Si e o erro do papa Francisco

Hoje pela manhã, o papa Francisco saudou seus mais de seis milhões de seguidores no Twitter com a seguinte conclamação: “Convido a todos para fazer uma pausa para pensar sobre os desafios que enfrentamos em relação aos cuidados com a nossa casa comum.” Pouco mais de uma hora depois, outro tweet foi divulgado: “A cultura do descartável de hoje apela a um novo estilo de vida.” Sempre com a hashtag #LaudatoSi, que, na verdade, é o título da encíclica que o Vaticano divulgará oficialmente hoje. Conforme destacaram Bruno Calixto e Marina Ribeiro, em artigo publicado ontem no site da revista Época, hoje um bispo católico, um ortodoxo e um cientista ateu sentarão juntos na Sala do Sínodo, no Vaticano, e apresentarão aos jornalistas a primeira encíclica escrita exclusivamente pelo papa Francisco. “A escolha das pessoas que apresentarão o documento não é aleatória. O papa quer que sua encíclica – uma carta de ensinamento aos católicos – ultrapasse as fronteiras do catolicismo, chegue às ‘pessoas de boa vontade’ e influencie as decisões internacionais sobre o meio ambiente e o clima. A encíclica de Francisco, que empresta do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis seu título Laudato Si (‘Louvado sejas’, em português), fala especificamente sobre o impacto do homem no meio ambiente – ou na ‘Criação’ – e mostra como os homens podem viver em harmonia com a natureza, de acordo com a moral e a ética da Igreja.”

Obviamente que é louvável a iniciativa de um líder religioso como o papa de encabeçar um movimento ecológico com o objetivo de proteger a Terra da degradação que ela vem sofrendo ao longo dos anos. É evidente que os religiosos podem e devem dar sua parcela de contribuição para criar uma mentalidade de cuidado com a criação de Deus. O problema são as motivações, os argumentos, os objetivos e os erros por trás de todo esse discurso ecológico.

Não quero aqui me deter na ideia de que o ser humano seja o verdadeiro culpado pelo aquecimento global. Há cientistas que, embora não neguem esse aquecimento, não creem que a causa dele seja antropogênica. Poderíamos estar atravessando um novo ciclo de calor; a causa poderia ser outra, como a atividade solar; ou mesmo, como escreveu Ellen White, no livro O Grande Conflito, páginas 589 e 590: “[Satanás] estudou os segredos dos laboratórios da natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus. [...] Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder. [...] Essas visitações devem se tornar mais e mais frequentes e desastrosas. [...] E então o grande enganador persuadirá as pessoas de que os que servem a Deus estão motivando esses males. [...] Será declarado que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que esse pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta.”

E é exatamente sobre isso que eu quero falar aqui. Quero me deter num erro típico do romanismo, presente na encíclica Laudato Si: o erro de confundir deliberadamente o sábado com o domingo.

No capítulo II, seção 71 (a encíclica está disponível aqui), referindo-se à destruição do mundo por um dilúvio no tempo de Noé e sua posterior restauração, Francisco escreveu: “A tradição bíblica estabelece claramente que esta reabilitação implica a redescoberta e o respeito dos ritmos inscritos na natureza pela mão do Criador. Isto está patente, por exemplo, na lei do Shabbath. No sétimo dia, Deus descansou de todas as suas obras. Deus ordenou a Israel que cada sétimo dia devia ser celebrado como um dia de descanso, um Shabbath (cf. Gn 2, 2-3; Ex 16, 23; 20, 10).”

É bom deixar claro logo de início que, ao contrário do que afirma o papa, o sábado não foi dado a Israel apenas. Na verdade, o sábado foi dado à humanidade, no Éden, quando havia apenas um casal sobre a Terra (Gn 2:2, 3), e Jesus confirma isso ao dizer que o “sábado foi feito por causa do homem” (Mc 2:27), não do judeu ou de qualquer outro povo.

Embora cite o mandamento do sábado conforme está na Bíblia, no capítulo VI, seção 237 da encíclica, Francisco se permite reinterpretar o mandamento:

“A participação na Eucaristia é especialmente importante ao domingo. Este dia, à semelhança do sábado judaico, é-nos oferecido como dia de cura das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo, com os outros e com o mundo. O domingo é o dia da Ressurreição, o ‘primeiro dia’ da nova criação, que tem as suas primícias na humanidade ressuscitada do Senhor, garantia da transfiguração final de toda a realidade criada. Além disso, este dia anuncia ‘o descanso eterno do homem, em Deus’. Assim, a espiritualidade cristã integra o valor do repouso e da festa. [...] A lei do repouso semanal impunha abster-se do trabalho no sétimo dia, ‘para que descansem o teu boi e o teu jumento e tomem fôlego o filho da tua serva e o estrangeiro residente’ (Ex 23, 12). O repouso é uma ampliação do olhar, que permite voltar a reconhecer os direitos dos outros. Assim o dia de descanso, cujo centro é a Eucaristia, difunde a sua luz sobre a semana inteira e encoraja-nos a assumir o cuidado da natureza e dos pobres.”

Conforme observou Filipe Reis, de Portugal, “não precisamos de muito esforço para perceber que o papa confunde o Shabbat bíblico do sétimo dia com o domingo, primeiro dia da semana, atribuindo a este a importância e solenidade que, biblicamente, apenas o sábado do sétimo dia possui. Ou seja, a validade do sábado do sétimo dia parece ter sido mudada para o domingo, primeiro dia da semana”.

Curiosa e e contraditoriamente, na secção 68 do capítulo II, Francisco escreve, citando os Salmos:

“‘Ele [ndr: Deus] deu uma ordem e tudo foi criado; Ele fixou tudo pelos séculos sem fim e estabeleceu leis a que não se pode fugir!’ (Sl 148, 5b-6).” O papa está correto aqui. Não podemos fugir das leis de Deus, muito menos alterá-las. O sábado faz parte dessa lei e é tão eterno que continuará sendo observado na Nova Terra (Is 66:23). Daniel 7:25, escrito cerca de 500 anos antes de Cristo, previu que no futuro haveria um poder religioso que se atreveria a mudar os tempos e a lei de Deus. A profecia, pra variar, estava corretíssima...

Por favor, tome algum tempo para assistir ao vídeo abaixo. Creio que lhe será muito esclarecedor e o situará devidamente nessa controvérsia entre o sábado e o domingo, que só tende a aumentar daqui para a frente.
Em seu artigo na revista Época, Bruno Calixto e Marina Ribeiro captaram com precisão a intenção do papa com essa encíclica: “Francisco escolheu com cuidado o momento da publicação e de seu ativismo ambiental. Em setembro, a Assembleia Geral da ONU se reunirá para aprovar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ele pessoalmente discursará em Nova York. Depois, em novembro, haverá a Conferência do Clima em Paris, onde se espera que governos assinem um acordo global contra as mudanças climáticas. Segundo o secretário-geral do WWF-Brasil, Carlos Nomoto, o papa poderá desempenhar um papel importante nessas reuniões internacionais, aumentando a pressão para que governos enfim assumam compromissos nas negociações climáticas.”

Para Eduardo Felipe Matias, autor de A Humanidade Contra as Cordas: A luta da sociedade global pela sustentabilidade, as questões ambientais exigem a mobilização de todos os atores da sociedade, não apenas governos (num programa da rádio CBN, dois jornalistas também falam sobre isso). “Os efeitos que a encíclica papal pode ter sobre a comunidade internacional e sobre os católicos seriam ampliados se outras instituições religiosas se somassem a esse esforço. Não iremos alcançar um mundo mais sustentável sem mudar radicalmente a mentalidade das pessoas, e as diferentes religiões podem contribuir para essa mudança”, diz. 

Felipe resume bem um assunto sobre o qual tenho falado em meu blog há quase dez anos: o ECOmenismo. Trata-se de um movimento de união de esforços que extrapola os limites das religiões e tem o potencial de coligar religiosos, místicos, cientistas, ativistas, ateus e outros grupos. Para entender um pouco mais a relação entre aquecimento global e decreto dominical, eu o convido a assistir ao vídeo abaixo.

Estamos vivendo dias solenes. Deus nos ajude a estar firmados na verdade bíblica, cumprindo nosso papel, assim como o papa e outros estão cumprindo o deles.

Ossos pélvicos em cetáceos são “pernas vestigiais”?

Evidência de design inteligente, não de evolução!
Poucos traços animais são tão utilizados como ilustrações de evolução como os supostos ossos vestigiais do quadril de cetáceos (por exemplo, baleias e golfinhos). Esses ossos pélvicos (supostas pernas vestigiais) em cetáceos foram muitas vezes considerados como “inúteis”, vestígios de seus ancestrais terrestres.[1] Os evolucionistas alegam que ambos, baleias e golfinhos, têm ossos pélvicos (quadris) que seriam restos evolutivos de quando seus antepassados ​​passaram a andar sobre a terra, há mais de 40 milhões de anos. A hipótese comumente aceita considera que esses ossos são simplesmente vestigiais, regredindo lentamente ao longo do tempo. Por definição, “órgãos vestigiais” originalmente se referiam a partes inúteis do corpo que haviam sobrado de algum ancestral evolutivo.[2, 3]

Em 1859, Charles Darwin sugeriu que as baleias teriam evoluído a partir de ursos, desenhando um cenário em que as pressões seletivas podiam influenciar esse processo evolutivo. Envergonhado pela crítica, ele removeu sua hipótese de ursos nadadores das edições posteriores de A Origem das Espécies.[4, 5] Atualmente, três fósseis-chave presentes em museus – Pakicetus, Amubulocetus e Rodhocetus - são requeridos como formas transitórias entre um animal terrestre e as baleias conhecidas como Basilosaurids (família extinta de cetáceos).[6] Sem esses três, a história entra em colapso. Carl Werner, autor do e-book Evolution: the Grand Experiment, tem investigado as reivindicações feitas sobre esses fósseis, entrevistando os pesquisadores que publicaram sobre eles, e descobriu que nenhum desses fósseis se mantém como transição para baleia.[7] Especificamente, o Dr. Werner descobriu um padrão de fraude relacionado a essas histórias extremamente imaginativas, as quais não são suportadas pela evidência fóssil.

Além disso, existem alguns casos extremos documentados, como o de baleias em que os ossos em torno da região pélvica foram expandidos e/ou ossos adicionais estão presentes.[8] O fato de existirem essas anomalias (saliências ou ossos extras), embora interessante, não demonstra que as baleias já tiveram pernas. Em 2006, foi descoberto por pesquisadores japoneses um conjunto extra de barbatanas traseiras em um golfinho.[9] Mais uma vez, a única razão por que essas estruturas foram reivindicadas como sendo “restos de pernas traseiras” se deve à interpretação evolutiva colocada sobre os dados. O curioso é que essa alegação foi feita antes mesmo de se terem radiografado as barbatanas e realizado uma pesquisa detalhada (não há sequer qualquer menção de ossos nessas barbatanas).

Outro ponto que gera controvérsia é o suposto “gene para pernas” em baleias. É preciso esclarecer que as baleias possuem genes de desenvolvimento, assim como outros mamíferos. Como afirma Brian Hall, biólogo evolutivo canadense, não existe um gene específico para a formação das “pernas”.[10] Mas a qual gene os evolucionistas se referem como sendo responsável pela formação das patas traseiras em baleias? O tal gene é chamado de Sonic Hedgehog, importante nos estágios do desenvolvimento embrionário de distintas partes do corpo em vertebrados e invertebrados.[11-13] Na verdade, a única razão pela qual tais genes, também encontrados em baleias, são chamados de “genes para pernas” é por causa da presumida descendência evolutiva de baleias a partir de animais terrestres.[14] Em outras palavras, por que não chamá-los de “genes de barbatanas extras”? 

Em 2004, Mark Ridley havia resumido em seu livro outra questão baseada na hipótese evolutiva aceita ao longo do tempo: “Ora, se as baleias se originaram independentemente de outros tetrápodes (isto é, se foram projetadas individualmente), deveriam elas usar ossos que são adaptados para a articulação dos membros [pernas] a fim de apoiar seus órgãos reprodutivos?” [15: p. 60]

Mas o ponto de vista de Ridley também estava errado. Será mesmo que os quadris da baleia realmente foram adaptados para a articulação do membro ou foram projetados intencionalmente para apoio de seus órgãos reprodutivos? Uma vez que a “cintura pélvica” da baleia nem sequer se conecta com sua coluna vertebral, pernas unidas à pelve de uma baleia só iriam ficar no caminho. Em 2014, uma pesquisa revelou novos detalhes sobre a função primordial dos quadris da baleia que atentam contra esse argumento evolutivo chave, e confirmou o modelo de design inteligente.[16] Um dos coautores do estudo disse: “Todos [cientistas] sempre assumem que se fossem dados às baleias e aos golfinhos mais alguns milhões de anos de evolução, os ossos pélvicos desapareceriam. Mas parece que não é o caso.”[17]

Os biólogos evolutivos autores dessa pesquisa analisaram ​​os tamanhos de órgãos reprodutivos de baleias, comparando-os com todo o corpo e com o tamanho da cintura pélvica. Eles escreveram: “Qualquer que seja a causa subjacente, a hipótese de que espécies com relativamente grandes [órgãos sexuais masculinos] devem ter relativamente grandes músculos isquiocavernosos [...], que por sua vez exigem relativamente grandes ossos pélvicos para servir como âncoras.”[16: p. 6] Esses resultados mostram que as baleias macho usam os ossos pélvicos que foram projetados com propósitos muito específicos, isto é, para ancorar órgãos reprodutivos, e não para a ancoragem de supostos membros (pernas). Resumindo, os quadris dos cetáceos não são vestigiais, nada surpreendente para nós que defendemos o design inteligente.

Então, a curiosidade que surge é: Diante dessas evidências, qual seria a resposta dos evolucionistas? A nova justificativa assumida por eles é que esses ossos pélvicos não se tornaram inúteis (contrariando a definição original de “órgãos vestigiais”) quando ocorreu a transição do terrestre para o aquático, mas que continuaram evoluindo sob pressão da seleção sexual.[16, 18] De fato, Jerry Coyne, em seu livro Why Evolution Is True, redefine “traço vestigial” da seguinte maneira: “Uma característica pode ser vestigial e funcional ao mesmo tempo. Não é vestigial porque é sem função, mas porque ela não executa a função para a qual evoluiu.”[19: p. 62]

Como vemos, assim como a cada nova descoberta de função ao longo de décadas para os famigerados “órgãos vestigiais”, o mito continua firme e forte...

(Everton Fernandes Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui)

Referências:
[1] Curtis H, Barnes NS. Biology. 5th ed. Worth Publishers, New York, 1989.
[2] Asimov I. Words of Science. NY: Signet Reference Books, 1959.
[3] Gamlin L, Vines G. The Evolution of Life. NY: Oxford University Press, 1987.
[4] Darwin CR. On the Origin of Species. New York: Random House, 1859.
[5] Gould SJ. Hooking leviathan by its past., p. 359-76. In: Dinosaur in a Haystack. New York: Harmony Books, 1995.
[6] Cineasta Dr. Carl Werner em um comunicado de imprensa: “Museum models of walking whales don’t match fossils”. [Abr. 2014]. Disponível em:
[7] Werner C. Evolution: the Grand Experiment. 3 ed. Vol. 1 [E-book]. Green Forest, AR: New Leaf Press, 2014.
[8] Andrews RC. A Remarkable Case of External Hind Limbs in a Humpback Whale, American Museum Novitates 1921; 9:1-6.
[9] Wieland C. “A dolphin with legs – NOT.” Journal of Creation, 2006. Disponível em:http://creation.com/a-dolphin-with-legs-not
[10] Entrevista concedida por Brian Hall. “Atavismo ou não?” [Abr. 2007]. Entrevistador: Michael La Plage. Genética. Revista Galileu, edição 189, 2007.
[11] Riddle RD, Johnson RL, Laufer E, Tabin C. Sonic hedgehog mediates the polarizing activity of the ZPA. Cell 1993; 75(7):1401–16.
[12] Lewis KE, Eisen JS. “Hedgehog signaling is required for primary motoneuron induction in zebrafish.” Development 2001; 128(18):3485–95.
[13] Rash BG, Grove EA. “Patterning the dorsal telencephalon: a role for sonic hedgehog?” The Journal of Neuroscience 2007; 27(43):11595–603.
[14] Thewissen  JGM, Cohn MJ, Stevens LS, Bajpai S, Heyning J, Horton Jr WE. “Developmental basis for hind-limb loss in dolphins and the origin of the cetacean body plan.” Proc Natl Acad Sci USA. 2006; 103(22):8414–8418.
[15] Ridley M. Evolution. Malden, MA: Blackwell, 2004.
[16] Dines JP, Otárola-Castillo E, Ralph P, Alas J, Daley T, Smith AD, Dean MD. “Sexual selection targets cetacean pelvic bones.” Evolution. 2014; 68(11):3296-306.
[17] Entrevista concedida por Matthew Dean. University of Southern California. “Whale sex: It’s all in the hips.” [Set. 2014]. ScienceDaily, 2014. Disponível em:
[18] Feltman R. Long-forgotten secrets of whale sex revealed. [Set. 2014]. “Speaking of Science blog.” The Washington Post. Disponível em:
[19] Coyne JA. Why Evolution Is True. Oxford: Oxford University Press, 2009.

Fonte 2: Criacionismo.

domingo, 14 de junho de 2015

Arte na natureza (#Origens - 5° episódio)


O que mais o fascina (#Origens - 4° episódio)


O primeiro Livro da humanidade (#Origens - 3° episódio)


Do artificial ao natural (#Origens - 2° episódio)


#Origens (1° episódio)


#Origens da ciência (#Vídeo 5)


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