domingo, 26 de maio de 2013

Pele de dinossauro em fóssil. Onde ficam os "milhões de anos" evolucionistas agora??


Ser o primeiro a examinar um fóssil de dinossauro enterrado em rochas sedimentares é suficientemente excitante para um pesquisador de campo. Mas uma equipa a trabalhar no Canadá encontrou um bónus emocionante num fragmento dum fóssil de hadrossauro: uma genuína pele de dinossauro agregada ao fóssil. Eles encontraram o fóssil de dinossauro de bico de pato perto de Grand Prairie (Alberta). Mauricio Barbi, físico da Universidade de Regina, opera um equipamento síncrotron topo de gama que consegue detectar e identificar “assinaturas” químicas sem destruir as amostras. Ele tenciona usar a tecnologia para investigar o fóssil peculiar e a sua pele. Barbi declarou o seguinte à “Canadian Light Source” (CLS), que alberga o dispositivo síncrotron:
Enquanto escavavamos o fóssil, pensei que estávamos a olhar para algo parecido com a pele. Foi então que reparei um pedaço a sair e apercebi-me que isto não er algo comum; isto era pele genuína.1
E o que é que tencionam fazer com esta “pele genuína” ? Diz Barbi:
As pessoas envolvidas na escavação encontravam-se muito excitadas com a descoberta, e dando prontamente início a discussões em torno de futuros projectos de pesquisa.1
Cada projecto examinará uma questão distinta. Por exemplo, eles planeiam determinar qual era a cor da pele do dinossauro investigando as melanossomas que se encontram na pele. Em 2010 pesquisadores chineses levaram a cabo análises semelhantes num dinossauro Sinosauropteryx.2
Qual é a pergunta (que serve de base para pesquisa) que carrega consigo o maior mistério?
Mas talvez o maior mistério que Barbi tenta responder no CLS é como é que o fóssil se manteve intacto durante 70 milhões de anos.
Barbi declara:
Há algo de especial com este fóssil e com a área onde ele foi descoberto, e eu estou determinado em apurar o que é.1
Sem dúvida que este fóssil é especial mas encontrar a resposta certa é mais fácil se primeiro encontrarmos a pergunta correcta. Colocar ênfase em alguma qualidade especial “deste fóssil” que tenha permitido que ele permanecesse “durante 70 milhões de anos” não parece ser a pergunta certa. Esta linha de investigação salta por cima dum mistério mais relevante e fundamental: quanto tempo pode a pele de dinossauro realmente persistir no tempo? Se por acaso nós entrássemos numa sala e nos deparássemos com uma vela acesa, quem no seu perfeito juízo daria imediatamente início a uma linha de pensamento que tentasse apurar a forma como a vela tinha ficado acesa durante milhões de anos? Não faria muito mais sentido tentar saber quanto tempo passa até que uma vela se apague? Semelhantemente, perguntas que assumem algum factor especial nesta pele ou nas condições terrestres que supostamente permitiram que ela durasse os imaginários “milhões de anos”, ignoram o que já se sabe sobre o decaimento das proteínas. Uma vela pode ser apagada e re-acendida, mas a pele decai de modo contínuo e implacável até desaparecer por completo – tornando-se em pó em apenas alguns milhares de anos (e não milhões). As perguntas de pesquisa que já foram propostas tipicamente excluem à partida a melhor explicação: estes fósseis têm a aparência jovem porque eles são de facto jovens.
Conclusão: Mensagem para o pesquisador Mauricio Barbi: boa sorte na busca de respostas para as suas questões de pesquisa. Trabalho científico que ignora a solução mais óbvia para o dilema da pele do dinossauro revela um mau ponto de partida.
Referências
  1. Scientists study rare dinosaur skin fossil at CLSCanadian Light Source Media Release, posted onhttp://www.lightsource.ca on April 26, 2013, accessed May 3, 2013.
  2. Thomas, B. Feathered Dinosaur Debate Exhibits Young Earth Evidence. Creation Science Update. Posted on icr.org February 8, 2010, accessed May 3, 2013.
    Fonte: Darwinismo.

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