quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A origem do mal


1. Com quem se originou o pecado?

"Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto Se manifestou o Filho de Deus, para destruir as obras do diabo" (I S. João 3:8). Sem a Bíblia, a questão da origem do mal permaneceria inexplicável.



2. Desde quando é o diabo assassino?

"Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe aos desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (S. João 8:44).



3. Qual é a relação do diabo para com a mentira?

"Quando ele profere a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira!” (S. João 8:44, última parte).


4. Foi Satanás criado pecador?
"Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti." Ezeq. 28:15. Esta declaração e a de S. João 8:44, de que ele "não se firmou na verdade", mostram que Satanás a princípio fora perfeito e estivera na verdade. S. Pedro fala dos "anjos que pecaram" (II S. Ped. 2:4); e S. Judas alude "aos anjos que não guardaram o seu principado" (S. Jud. 6); ambas as passagens mostram que esses anjos estiveram em estado de pureza e inocência.

5. Que outra declaração de Cristo parece atribuir a Satanás e a seus anjos toda a responsabilidade pela origem do pecado?
"Então o Rei dirá também aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos." S. Mat. 25:41.


6. O que levou Satanás ao pecado, rebelião e queda?
"Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura!” (Ezeq. 28:17). "Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte;... serei semelhante ao Altíssimo!” (Isa. 14:13 e 14). Numa palavra, orgulho e exaltação própria produziram a queda de Satanás, e para estes não há justificação ou escusa adequada. "A soberba precede a ruína, e a altivez de espírito precede a queda" (Prov. 16:18). Por isso, visto conhecermos a origem, causa, caráter e resultados do mal, não existe boa ou suficiente razão ou escusa que possa ser apresentada para o mal. Desculpá-lo equivale a justificá-lo; e desde o momento em que seja justificado, deixa de ser pecado. Todo pecado é manifestação de orgulho sob alguma forma, e seus resultados constituem o oposto dos produzidos pelo amor. A experiência do pecado resultará no seu final e completo abandono e banimento para sempre, por todos os seres criados, em todo o Universo de Deus. Somente aqueles que tola e persistentemente se apegam ao pecado serão com ele destruídos. Os ímpios serão "como se nunca tivessem sido" (Obad. 16), e os justos resplandecerão, como o resplendor do firmamento", e "refulgirão como as estrelas sempre e eternamente" (Dan. 12:3). "Não se levantará por duas vezes a angústia" (Naum 1:9).

7. Em contraste com o orgulho e exaltação própria ostentados por Satanás, que espírito manifestou Cristo?
"Pois Ele, subsistindo em forma de Deus não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-Se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a Si mesmo Se humilhou, tornando-Se obediente até à morte, e morte de cruz!” (Filip. 2:6-8).


8. Depois de o homem haver pecado, como manifestou Deus Seu amor e boa vontade em perdoar?
"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (S. João 3:16). Visto Deus, que é amor, que tem prazer na misericórdia, e que não muda, haver oferecido e concedido um período de graça para o homem quando pecou, não é senão razoável concluir que semelhante proceder foi seguido no tocante aos seres celestiais que primeiro pecaram, e somente os que persistiram no pecado, e se declararam em aberta revolta e rebelião contra Deus e o governo do Céu, foram finalmente expulsos dali (Apoc. 12:7-9).

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